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Botelho é quem reúne as melhores condições para consertar Cuiabá

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Da Redação

O secretário-chefe da Casa Civil, Fábio Garcia, o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Eduardo Botelho, é quem reúne as melhores condições, entre os pré-candidatos à prefeitura para consertar Cuiabá. Ele ressalta ainda o conhecimento técnico de quem é engenheiro e matemático formado na Universidade Federal de Mato Grosso e de quem já foi professor por 18 anos, além de servidor da Cemat e empresário.

“Botelho é o único que tem condições de recuperar Cuiabá, devido seu alinhamento político com o governador Mauro Mendes, mas também pela capacidade de articulação que ele tem para unir Cuiabá em torno deste grande desafio de consertar a cidade”, afirmou.

Para Fábio, Botelho tem experiência em gestão, tanto na iniciativa privada, quanto na pública. Como presidente da Assembleia, foi o único que conseguiu devolver recursos para o governo do Estado. “Botelho ajudou o governador a recuperar Mato Grosso, devolveu recursos que foram essenciais para realização de investimentos no estado, assim como na capital, como as obras de asfalto nos bairros, além de recursos para garantir a entrega de escrituras para famílias que esperavam por décadas”, explicou.

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O secretário lembra ainda que Botelho possui conhecimento e conexão muito forte com os bairros de Cuiabá, o que lhe permite conhecer os problemas da cidade. Fábio então aposta na capacidade de Botelho de articulação, assim como na parceria com Mauro, para juntos consertar a cidade.

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Justiça suspende despejo de famílias em Cuiabá após agravo da Prefeitura

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A Prefeitura de Cuiabá conseguiu uma liminar junto ao Poder Judiciário de Mato Grosso para suspender a desocupação de quase 500 unidades habitacionais no Residencial Villas das Minas e nos condomínios Lavras do Sutil I e II, em Cuiabá. A medida foi concedida pelo desembargador Rodrigo Roberto Curvo após recurso apresentado pela Prefeitura, por meio da Procuradoria-Geral do Município e reunião do prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini na tarde desta sexta-feira (17)

O Agravo de Instrumento com pedido de efeito suspensivo foi protocolado na tarde de hoje e acompanhado do procurador-geral, Luiz Antônio Araújo Jr, e do procurador-geral adjunto, Rober Caio Ribeiro. No encontro o gestor municipal defendeu a suspensão imediata da ordem de desocupação para garantir o avanço da regularização fundiária.

Ao analisar o pedido, o magistrado reconheceu o risco social da retirada coletiva e deferiu parcialmente a liminar. “Defiro parcialmente o efeito suspensivo pleiteado, exclusivamente para suspender a eficácia da ordem de imissão na posse coletiva contida na decisão agravada”, destacou na decisão.

Na prática, a medida impede, neste momento, a desocupação de cerca de 496 unidades habitacionais ocupadas há mais de duas décadas, evitando impacto direto sobre famílias em situação de vulnerabilidade.

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O recurso apresentado pela Procuradoria também solicita a retomada do processo de Regularização Fundiária Urbana de Interesse Social (REURB-S), a suspensão de sanções impostas ao Município e o encaminhamento do caso à Comissão de Soluções Fundiárias, com base em diretrizes do Conselho Nacional de Justiça para garantir tratamento humanizado.

Apesar da decisão favorável quanto à suspensão do despejo, o desembargador optou por não analisar, neste momento, o mérito completo da ação, mantendo a paralisação da REURB até manifestação da relatora natural do caso.

Durante a agenda no Tribunal, o prefeito destacou que a prioridade da gestão é assegurar o direito à moradia. “Nós viemos ao Tribunal de Justiça apresentar o nosso recurso e reforçar que o nosso objetivo não é retirar ninguém. O que queremos é garantir a regularização dessas áreas, dar segurança jurídica para essas famílias e assegurar o direito à moradia”, afirmou.

A decisão está alinhada a recomendações da Corregedoria-Geral da Justiça e a entendimentos do Supremo Tribunal Federal sobre conflitos fundiários coletivos, priorizando soluções que evitem despejos em massa sem análise social prévia.

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Com a liminar, o Município ganha fôlego para buscar uma solução definitiva para a área, enquanto o processo segue para análise da desembargadora relatora.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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