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BiS SiGMA Americas 2026: Regulamentação, inovação e oportunidades em debate no maior evento de apostas do continente

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Apesar da lei estar em vigor, as casas de apostas ainda enfrentam dúvidas significativas sobre como efetuar os repasses de receitas. A falta de regulamentação detalhada do Governo Federal impede a definição clara de métodos de pagamento e identificação exata dos beneficiários, criando um cenário de incerteza que afeta toda a cadeia de valor do setor.

O Gross Gaming Revenue (GGR), que corresponde ao montante restante após o pagamento de prêmios aos apostadores, deve ter 12% destinado a entidades públicas e privadas, conforme a Lei nº 13.756/2018. Contudo, a Secretaria de Prêmios e Apostas (SPA) ainda não detalhou como atletas e clubes receberão esses recursos, tornando urgente a definição clara dos repasses e garantindo transparência na utilização de suas imagens.

É neste contexto que o BiS SiGMA Americas 2026 emerge como plataforma essencial para o setor. O evento de apostas consolidou-se como o maior e mais influente da América Latina, encerrando sua última edição com resultados que superaram todas as projeções. A conferência reuniu líderes da indústria, reguladores, operadores e investidores em um encontro que gerou discussões estratégicas, parcerias transformadoras e oportunidades de negócios de alto impacto. O sucesso alcançado posicionou o evento como referência global no setor de iGaming e apostas esportivas, atraindo participantes de mais de 60 países.

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Agendado para 6 a 9 de abril de 2026 no Transamerica Expo Center em São Paulo, o BiS SiGMA Americas 2026 promete ser ainda mais relevante e impactante. Esta será a maior edição da história do evento, com mais de 18.000 delegados confirmados e mais de 250 palestrantes internacionais e locais.

O evento funcionará como plataforma essencial para debater os impasses regulatórios que desafiam o setor, particularmente questões relacionadas aos repasses de receitas, definição de beneficiários e implementação de metodologias de pagamento claras. Operadores, reguladores e especialistas em compliance discutirão os caminhos a serem tomados após o primeiro ano regulado no Brasil.

Programação e estrutura

O BiS SiGMA Americas 2026 reunirá mais de 300 empresas nacionais e internacionais, representando toda a cadeia de valor: plataformas de iGaming, desenvolvedores de jogos, provedores de pagamento, empresas de identidade digital, operadoras de apostas esportivas, afiliados e fornecedores de compliance. A programação inclui rodadas de pitch para startups, jantares de networking exclusivos, debates sobre jogo responsável, combate ao jogo ilegal, integridade esportiva e inovações tecnológicas. O evento explorará oportunidades emergentes em tecnologias inovadoras como cripto e outras soluções financeiras que transformam o mercado. A cerimônia SiGMA Awards reconhecerá as melhores iniciativas e contribuições para o desenvolvimento sustentável do setor, reafirmando o compromisso do BiS SiGMA Americas em ser o catalisador de transformação, inovação e crescimento no mercado latino-americano.

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Inteligência Artificial com entusiasmo, mas, sobretudo, com responsabilidade”, destaca conselheiro Alisson Alencar em encontro nacional

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31/03/2026 06:30

II Encontro Nacional de Inteligência Artificial dos Tribunais de Contas é realizado em Belo Horizonte

Crédito: Divulgação/ENIATC
Conselheiro do TCE-MT Alisson Alencar na abertura do ENIATC. Clique aqui para ampliar

O uso responsável da Inteligência Artificial na administração pública foi o destaque do conselheiro do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT) Alisson Alencar, durante a abertura do II Encontro Nacional de Inteligência Artificial dos Tribunais de Contas (ENIATC), realizada nesta segunda-feira (30), em Belo Horizonte (MG).

Mais de 2,2 mil participantes acompanham o evento, que reúne representantes dos 26 estados, do Distrito Federal, de 280 municípios mineiros e dos 33 Tribunais de Contas do país. Com o tema “Inteligência Artificial no Controle e na Governança Pública: entre a Regulação, a Ética e a Inovação”, o encontro promove debates sobre o uso da tecnologia no setor público.

“A Inteligência Artificial deve ser utilizada com entusiasmo, mas com muita responsabilidade, para promover uma transformação digital justa, coerente e livre de vieses”, destacou Alisson Alencar.

O conselheiro integrou a mesa de honra ao lado de autoridades como a ministra da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, Esther Dwek, o ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), Aroldo Cedraz, a ministra do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Edilene Lobo, além de dirigentes da Associação dos Membros dos Tribunais de Contas do Brasil (Atricon), do Instituto Rui Barbosa (IRB) e do Tribunal de Contas de Minas Gerais (TCE-MG).

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Durante sua fala, o conselheiro do TCE-MT salientou a importância de um direcionamento claro na adoção dessas ferramentas, garantindo que os investimentos em inovação resultem em melhorias concretas no acesso aos serviços públicos. Segundo ele, o uso adequado da tecnologia pode ampliar a eficiência da gestão e fortalecer o controle social.

Crédito: Divulgação/ENIATC
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II Encontro Nacional de Inteligência Artificial dos Tribunais de Contas é realizado em Belo Horizonte. Clique aqui para ampliar

O ENIATC é um dos principais fóruns nacionais sobre inovação no setor público, promovendo o intercâmbio de experiências entre conselheiros, auditores, especialistas e pesquisadores. Nesse contexto, Alisson Alencar ressaltou o protagonismo dos tribunais de contas na condução desse processo. “Os tribunais de contas têm um papel fundamental em encurtar caminhos e mostrar a direção correta para que a administração pública avance na transformação digital e melhore a vida dos cidadãos.”

Além de sua atuação no TCE-MT à frente da Comissão Permanente de Transformação Digital e Disrupção (CPT2D), o conselheiro exerce a coordenação-geral de Tecnologia e Inteligência Artificial dos Tribunais de Contas do Brasil, função vinculada à Atricon. A iniciativa integra uma estratégia nacional voltada à modernização do sistema de controle externo, com foco em governança, inovação e uso inteligente de dados.

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Outro ponto enfatizado pelo conselheiro, foi o caráter dual da tecnologia. Para ele, ao mesmo tempo em que a Inteligência Artificial pode facilitar o acesso da população aos serviços públicos e aumentar a eficiência administrativa, também exige rigor na avaliação de seus impactos. “É essencial que essas ferramentas sejam auditadas para garantir que não ampliem desigualdades ou reforcem discriminações. Precisamos de sistemas neutros, imparciais e que contribuam para a pacificação social.”

O encontro segue com uma programação voltada à discussão de metodologias, regulação e boas práticas no uso da Inteligência Artificial, consolidando o papel dos tribunais de contas como agentes indutores de inovação e de uma governança pública mais eficiente, transparente e orientada ao cidadão.

 

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