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Caminhão mata mãe e filha e fere cinco crianças após perder o controle e invadir casa em Tangará da Serra

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por Emerson Teixeira

Uma tragédia abalou moradores de Tangará da Serra na tarde desta sexta-feira (por volta das 18h), quando um caminhão desgovernado invadiu uma residência e provocou a morte de mãe e filha no local. As vítimas foram identificadas como Rosane Alves dos Santos, de 46 anos, e Jaqueline Alves dos Santos, de 20.

De acordo com as informações apuradas, o veículo, um caminhão modelo F4000 de cor prata, realizava uma manobra de marcha ré quando o motorista perdeu o controle da direção. O caminhão desceu desgovernado e invadiu o imóvel, atingindo as vítimas de forma violenta. Rosane e Jaqueline morreram ainda no local, antes de qualquer possibilidade de socorro.

Além das duas mortes, cinco crianças ficaram feridas no acidente. Elas foram socorridas e encaminhadas para atendimento médico, mas até o momento não há detalhes oficiais sobre o estado de saúde.

Equipes do Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso e do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) foram acionadas, mas ao chegarem apenas puderam constatar os óbitos. A área foi isolada para os trabalhos da perícia técnica, enquanto a Polícia Militar de Mato Grosso atendeu a ocorrência inicialmente após acionamento via 190.

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O caso passou a ser investigado pela Polícia Civil de Mato Grosso, que conduziu o motorista do caminhão à delegacia para prestar esclarecimentos e adotar as medidas legais cabíveis. O veículo foi removido por guincho e permanece à disposição das autoridades.

Um vídeo que circula nas redes sociais mostra o momento exato em que o caminhão perde o controle e invade a residência, evidenciando a violência do impacto que resultou na morte das duas vítimas e deixou outras pessoas feridas.

A Polícia Civil segue apurando as circunstâncias do acidente, incluindo possíveis falhas mecânicas ou erro na condução do veículo.

Veja o momento da tragédia:

 

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Idosos de 75 e 66 anos são presos em flagrante após assassinato brutal de jovem de 20 anos e tentativa de ocultação do corpo em Tapurah

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por Emerson Teixeira

 

A morte brutal de Júlia Vitória do Prado da Silva, de 20 anos, causou forte comoção em Tapurah, município localizado a cerca de 430 quilômetros de Cuiabá, na noite de sexta-feira (10). A jovem foi assassinada a facadas no bairro São Cristóvão, e dois homens, de 75 e 66 anos, acabaram presos em flagrante suspeitos de envolvimento no crime. A principal linha de investigação da Polícia Civil é de feminicídio, seguido de tentativa de ocultação de cadáver.

De acordo com o boletim de ocorrência, equipes da Polícia Militar foram acionadas por volta das 20h16 após denúncia de um possível feminicídio e da presença de um homem armado com um facão em frente a uma residência. Ao chegarem ao local, os policiais encontraram intensa movimentação de moradores nas proximidades e flagraram o suspeito Alair Ferreira de Lima, de 75 anos, no quintal da casa, visivelmente alterado e segurando um facão. Ele foi contido e imobilizado ainda no local.

Durante as buscas, os militares localizaram o corpo de Júlia próximo ao carro do suspeito, que estava com o porta-malas aberto, levantando a suspeita de que o cadáver seria removido para tentar esconder o crime. A jovem foi encontrada já sem vida, em uma cena que chocou até mesmo os policiais que atenderam a ocorrência.

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Segundo informações da Polícia Civil, Alair confessou o assassinato ainda durante os primeiros depoimentos e indicou onde estavam os objetos usados no crime. Além do facão, os investigadores apreenderam uma faca e um pedaço de madeira, que também teriam sido utilizados nas agressões. A suspeita é de que Júlia tenha sido morta com extrema violência dentro da residência antes da tentativa de ocultação do corpo.

As investigações também apontaram a participação de um segundo homem, identificado como Hédio Machado, de 66 anos. Testemunhas relataram que ele esteve no imóvel e teria ajudado na tentativa de colocar o corpo da vítima dentro do veículo. No entanto, ao perceber a movimentação de vizinhos e a aproximação da polícia, ele deixou o local antes da chegada da guarnição. Posteriormente, foi localizado em sua residência e conduzido à delegacia, onde confirmou que chegou a auxiliar na tentativa de remoção do cadáver.

Até o momento, a Polícia Civil ainda não confirmou oficialmente a motivação do crime. Não há informações conclusivas sobre a relação entre a vítima e o principal suspeito, nem se houve discussão ou qualquer episódio anterior que possa ter desencadeado o assassinato. O caso segue sob investigação para esclarecer a dinâmica do feminicídio e a participação de cada envolvido.

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A morte de Júlia Vitória provocou profunda tristeza entre familiares, amigos e moradores de Tapurah. Nas redes sociais, mensagens de despedida e homenagens tomaram conta das publicações desde que a identidade da vítima foi confirmada. Júlia deixa um filho pequeno, que agora cresce marcado pela ausência precoce da mãe.

Descrita por pessoas próximas como uma jovem alegre, carinhosa e cheia de planos, Júlia teve a vida interrompida de forma cruel, o que intensificou a revolta da comunidade. O caso reacendeu o debate sobre a violência contra a mulher no interior de Mato Grosso e reforçou o apelo por respostas rápidas da Justiça.

A Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) esteve no local para os procedimentos periciais. O corpo da jovem foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML), enquanto os dois suspeitos seguem à disposição da Justiça.

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