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Assembleia quer investigação para apurar possíveis fraudes no Concurso da Segurança Pública diz Max Russi

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Por Alisson Gonçalves

Após  30 denúncias de fraudes terem sido protocoladas nesta segunda-feira 20.02, onde candidatos relataram diversas irregularidades no Concurso da Segurança Pública, realizado no dia 20 de fevereiro, em Mato Grosso, o Ministério Público Estadual (MPE), recebeu outras 70 denúncias, chegando a totalizar 100 processos para serem respondidos.

De acordo com as informações vários candidatos, relataram que alguns candidatos estariam usando aparelhos celulares durante a aplicação da prova, apontando  que   receberam as  resposta de pessoas que estariam fora do sala aula.

Além disso os candidatos também relataram que os fiscais estavam dormindo dentro da salas,  e alguns assistiam vídeo pelo aparelho celular, com fone de ouvido plugados. Uma outra denúncia que chamou atenção foi a falta de detectores de metais em alguns banheiro.

O governo do Estado enviou uma nota ainda na tarde desta terça-feira 21.02, informado que o concurso é de total responsabilidade da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT),  entidade contratada para programar todos os eventos possíveis para elaboração do concurso.

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A equipe do JB News buscou contato com a UFMT, mais até o momento a universidade não se manifestou.

Com a repercussão alguns Deputados enviaram ofício ao MP, pedindo a apuração dos fatos, e que se caso concretize as fraudes, que seja anulado o concurso.

Entre os deputados que enviaram o pedido de explicação são:Deputado Estadual Delegado Claudinei, Deputada Janaína Riva e o Deputado Elizeu Nascimento.

O deputado estadual e Presídente da ALMT Max Russi, disse que vai  cobrar uma investigação mais minuciosa  para apurar todas as denúncias que o (MP) recebeu.

“A Assembleia quer apuração, quer investigação, existe as  suspeitas, agora  queremos que os Ministério Público apure a veracidade das denúncias, para daí  saber qual caminho todas as instituições em conjunto  poderão tomar, nós vamos acompanhar de perto tudo isso”. Garantiu Max .

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Pivetta rebate críticas Lula, diz VLT era “inviável” e garante definição de veículo e entrega do novo modal até o fim do mandato, “ Um verdadeiro pepino” VEJA O VÍDEO

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pir Nayara Cristina

lula critica “obra sem fim” em cuiabá, e pivetta reage ao embate sobre futuro do transporte coletivo

A recente troca de críticas entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o governador em exercício Otaviano Pivetta reacendeu um dos capítulos mais emblemáticos e prolongados da infraestrutura urbana de Mato Grosso: o impasse envolvendo os modais de transporte coletivo entre Cuiabá e Várzea Grande.

Durante agenda recente, Lula fez críticas diretas à descontinuidade do projeto do VLT e à substituição pelo BRT, classificando o caso como exemplo de obras públicas paralisadas e decisões que resultam em desperdício de recursos. O presidente citou, inclusive, o fato de os vagões originalmente adquiridos para Cuiabá terem sido vendidos ao governo da Bahia e hoje estarem em operação em Salvador. Para ele, a situação evidencia falhas de gestão e a interrupção de projetos por motivações políticas, ressaltando que, na capital mato-grossense, “nem o VLT, nem o BRT, nem qualquer solução está funcionando”  .

A crítica ocorre sobre um histórico que se arrasta há mais de uma década. O VLT começou a ser implantado em 2012 como uma das principais obras de mobilidade para a Copa do Mundo de 2014, com previsão de ligar pontos estratégicos entre Cuiabá e Várzea Grande. No entanto, o projeto foi interrompido em 2015 em meio a investigações sobre irregularidades e suspeitas de fraudes, tornando-se símbolo de atrasos e problemas administrativos  . Em 2020, o governo estadual decidiu abandonar definitivamente o modelo e substituí-lo pelo BRT, alegando inviabilidade econômica e técnica do sistema sobre trilhos.

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Apesar da mudança, o BRT também não avançou no ritmo esperado. As obras seguem incompletas, com sucessivos entraves contratuais e operacionais, alimentando a percepção de um ciclo contínuo de indefinições. Dados recentes apontam que o novo sistema ainda não alcançou sequer um terço da execução prevista  .

A resposta de Pivetta veio em tom firme. O governador rebateu as declarações do presidente e afirmou que Lula não possui conhecimento técnico suficiente para avaliar a viabilidade dos modais. Segundo ele, o VLT era “completamente inviável” desde sua concepção, destacando que houve erros estruturais no projeto, como a compra antecipada dos trens antes mesmo da conclusão da infraestrutura. Pivetta classificou o legado recebido como um “pepino” herdado de gestões anteriores e defendeu que a venda dos vagões foi uma solução para reduzir prejuízos e viabilizar um novo modelo de transporte mais moderno e eficiente  .

O governador também afirmou que os recursos obtidos com a venda dos trens serão integralmente destinados à implantação de um sistema atualizado, com possibilidade de incorporar novas tecnologias e fontes energéticas, como etanol, biodiesel e energia solar. Embora mantenha o BRT como base, ele não descartou a análise de outros formatos de transporte coletivo, indicando que a decisão final ainda está em avaliação técnica.

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O embate político ocorre em meio a uma população que convive há anos com obras inacabadas, desvios viários e a ausência de um sistema estruturado de mobilidade urbana. O caso do VLT/BRT tornou-se um símbolo local de promessas não cumpridas, mudanças de rumo e disputas entre diferentes gestões.

Agora, com o debate reaberto em nível nacional, a pressão aumenta para que o Estado finalmente apresente uma solução definitiva. Enquanto isso, Cuiabá e Várzea Grande seguem aguardando o desfecho de uma obra que começou há mais de uma década e que ainda não conseguiu sair do papel — independentemente do modal escolhido.

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