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Ao invés de ajudar, está prejudicando a população”, dispara Paula Calil sobre estacionamento rotativo em Cuiabá

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Por Alisson Gonçalves

A presidente da Câmara Municipal de Cuiabá, vereadora Paula Calil (PL), afirmou que a gestão do estacionamento rotativo pela empresa CS Mobi tem prejudicado a população e defendeu a revisão do contrato firmado entre a Prefeitura e a concessionária.

Segundo Paula, a empresa não tem cumprido com os investimentos previstos no Centro Histórico e na reforma do Mercado Miguel Sutil, o antigo Mercado Municipal, cujas obras estavam paralisadas e agora foram retomadas.

A vereadora criticou o fato de que, enquanto a empresa continua cobrando tanto da Prefeitura quanto dos usuários, pouco foi feito para atender às expectativas da população.

“Ao invés de ajudar, está prejudicando a população e medidas precisam ser tomadas. Acredito que o prefeito Abílio está seguindo um caminho consciente nesse sentido”, disse Paula Calil.

Ela se referia à recente decisão do prefeito de suspender os repasses mensais de R$ 650 mil à empresa, após o Executivo ser impedido de rescindir o contrato sob risco de multa de R$ 135 milhões.

A vereadora reforçou que, além da suspensão dos pagamentos, a Câmara Municipal precisa analisar a situação do contrato, especialmente considerando a proposta do vereador Ranalli de abrir uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI).

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O pedido de Ranalli, protocolado na última quarta-feira,29, visa investigar a legalidade e a execução do contrato com a CS Mobi.

Para que a CPI seja instaurada, são necessárias nove assinaturas de vereadores, e, caso esse número seja atingido, a comissão começará suas investigações, com prazo de até 90 dias.

Paula Calil ainda mencionou que, além da suspensão do repasse, é essencial que a questão seja discutida pela Câmara para que a população de Cuiabá seja efetivamente beneficiada por medidas que realmente atendam às suas necessidades.

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Parlamentar defende desenvolvimento da capital com inclusão e dignidade

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Ana Conrado | Assessoria da vereadora Baixinha Giraldelli 

A vereadora Baixinha Giraldelli (Solidariedade) voltou a se manifestar sobre  as diretrizes estabelecidas no Plano Diretor de Cuiabá durante a sessão de terça-feira (14), reforçando a necessidade de que o crescimento da cidade esteja alinhado à garantia de dignidade e inclusão social para a população.
Diferente de manifestações anteriores, a parlamentar direcionou sua fala ao impacto real do planejamento urbano na vida de quem já vive em regiões consolidadas, mas ainda invisíveis do ponto de vista legal. “Não é só sobre crescer, é sobre garantir que as pessoas tenham direito à cidade”, destacou.
Durante o discurso, Baixinha criticou a ideia de que bairros como Pedra 90, Coxipó e Parque Cuiabá devam esperar por uma valorização a longo prazo. Segundo ela, essa lógica ignora a urgência de milhares de famílias que convivem há décadas com a falta de regularização fundiária e infraestrutura básica.
A vereadora enfatizou que a ausência de regularização vai além da questão documental e impacta diretamente na qualidade de vida da população. “São bairros que existem de fato, mas não de direito. Isso gera insegurança, exclusão e abandono”, afirmou.
Baixinha também pontuou que a falta de regularização dificulta ou impede a chegada de serviços essenciais, comprometendo o desenvolvimento dessas regiões. Entre os principais problemas enfrentados, ela citou:
Falta de saneamento básico;
Ausência de pavimentação;
Problemas de drenagem;
Iluminação pública insuficiente.
Outro ponto abordado foi a ocupação de áreas inadequadas, como margens de rios e regiões de risco, o que agrava questões ambientais e aumenta a vulnerabilidade dessas famílias.
A vereadora defendeu que é preciso transformar o debate em ações concretas. “Todo mundo já sabe o que precisa ser feito. O que falta é vontade política, planejamento e prioridade real para que isso saia do papel”, declarou.
Ao encerrar, Baixinha reforçou que não é contra o crescimento urbano, mas defende que ele aconteça de forma responsável. “O Plano Diretor tem que permitir o crescimento, sim, mas não podemos esquecer do que já existe. Não podemos deixar essas comunidades para trás”, concluiu.

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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