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ALMT emite nota de após Tenente-coronel ser preso na madrugada por importunação sexual em Cuiabá, “Situação inaceitável”

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JB News
Da Redação

Diante do ocorrido noticiado, envolvendo a denúncia de que um tenente-coronel da Polícia Militar teria assediado uma servidora da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) durante a madrugada deste domingo, a ALMT repudiou veementemente o fato, ainda que tenha sido registrado fora do âmbito da instituição.

O caso ganhou grande  repercussão imediatamente, e o Tenente-coronel Wellignton Rodrigues Mendonça de 44 anos,  foi detido por outros policiais que faziam a ronda daquele momento.

de acordo com o boletim de ocorrência, as vítimas, identificadas como L.G.L. da S., de 25 anos, e T.C. de A.A., de 24 anos, tinham acabado de chegar para um confraternização, e logo começaram a ser tocadas nas pernas pelo policial. Na confusão  o  Tenente teria se alterado, quis agredir as mulheres com socos, mas foi contido.

As informações são  de que ambos estavam em uma conveniência, quando o fato ocorreu. Durante a ação o oficial, se recusou a entregar a sua arma, discutiu com policiais militares que o conteve, e foi atuado por importunação sexual e ameaças. O caso teria ocorrido no Posto Emboava, localizado na Praça 8 de Abril, em Cuiabá

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O caso será investigado.

A Assembleia Legislativa de Mato Grosso  afirmou que prestará total apoio à servidora vítima de importunação sexual e informa que o presidente da Casa fará os devidos encaminhamentos, cobrando que todas as providências cabíveis sejam adotadas com o máximo rigor por parte do comando da Polícia Militar.

Situações como essa são inaceitáveis e não podem ser toleradas. A ALMT reafirma seu compromisso com o respeito às mulheres e defende que casos dessa natureza sejam apurados com seriedade, responsabilidade e justiça.

Fonte: ALMT – MT

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Polícia Civil deflagra segunda fase de operação que apura morte de policial penal

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A Polícia Civil deflagrou, nessa quinta-feira (29.1), a segunda fase da Operação Contragolpe, para prender mais dois envolvidos no espancamento que resultou na morte do policial penal José Arlindo da Cunha, 55 anos.

O crime ocorreu no dia 22 de novembro de 2025, no bairro Marajoara, em Várzea Grande. Na ocasião, várias pessoas foram até a residência em que o policial penal estava, após o chamaram no portão, o atingiram com disparos de arma de fogo, espancaram violentamente com socos, chutes e golpes na região da cabeça com a utilização de capacete.

José Arlindo morreu no local. Durante a confusão, uma das pessoas que agrediram a vítima foi atingida por disparos de arma de fogo, efetuados pela vítima, em legítima defesa. O homem foi identificado como Rivaldo Caetano da Silva, ele chegou a ser socorrido e levado ao Pronto-Socorro Municipal, mas não resistiu e morreu.

O homicídio do policial penal teria sido motivado por uma discussão anterior que a vítima teria se envolvido durante uma confraternização na residência de outra pessoa.

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Após investigações, no dia 17 de dezembro, a Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) deflagrou a primeira fase da Operação Contragolpe, em que foram cumpridos três mandados de prisão temporária e três de busca e apreensão.

Com a continuidade das investigações, mais dois envolvidos no espancamento foram identificados e a segunda fase da operação foi deflagrada nessa quinta-feira (29). Os dois suspeitos, de 28 e 30 anos, foram presos no bairro Jardim Costa Verde e Jardim Marajoara, ambos em Várzea Grande, respectivamente.

As investigações continuam para identificar outros possíveis envolvidos no homicídio de José Arlindo da Cunha.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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