Policial
Irmãs são detidas após tentarem registro no CRM-MT usando documentos falsos
JB News
Duas mulheres foram conduzidas à Polícia Civil após tentarem obter o registro profissional junto ao Conselho Regional de Medicina de Mato Grosso (CRM-MT) utilizando documentos falsos. Elas foram detidas no final da manhã desta quarta-feira (28.01), na sede do órgão, no momento em que iriam retirar a declaração de inscrição, por policiais militares acionados pelo Conselho, que já havia constatado inconsistências na documentação apresentada pelas duas.
As mulheres, que são irmãs, iniciaram o processo de registro no último dia 9 de janeiro por meio da internet. No dia 20, as duas estiveram na sede do CRM-MT para apresentar os documentos necessários, além de realizarem a captura biométrica.
O Conselho iniciou diligências e, ao acessar a ata de colação de grau, verificou que os nomes das irmãs não constavam no documento como formandas no curso de Medicina da instituição na qual elas alegavam ter estudado. Ao aprofundar a análise dos documentos apresentados, o setor responsável constatou outras inconsistências nos diplomas apresentados por elas, configurando, assim, que se tratava de uma falsificação.
Já cientes de que se tratava de um caso de falsificação, os responsáveis pelo setor encaminharam um e-mail às mulheres, informando-as de que o processo havia sido finalizado e que elas poderiam retirar a declaração de inscritas. Ao chegarem à sede do Conselho, a Polícia Militar foi acionada e deteve as mulheres. Elas foram encaminhadas à Polícia Civil, que ficará responsável pelo caso.
Presidente do CRM-MT, Diogo Sampaio destacou o rigor do órgão que, logo no início do processo, constatou a falsificação e cumpriu com o dever de entregar as suspeitas às autoridades competentes. “Nossa defesa de uma medicina de qualidade e de levar segurança à população passa por impedir que pessoas que não se formaram em Medicina exerçam a profissão e coloquem em risco a vida dos pacientes. Este caso passa um claro recado a todos aqueles que insistem em burlar a lei. Aqui, no CRM, vocês não vão conseguir”, finalizou.
Policial
Polícia Civil prende irmãos envolvidos em furto e receptação em Várzea Grande
Um crime de furto de aparelho celular ocorrido em um supermercado em Várzea Grande foi esclarecido pela Polícia Civil com a identificação da autora e do receptador do bem, assim como a devolução do aparelho à vítima.
Nas investigações conduzidas pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Várzea (Derf-VG), dois irmãos foram identificados como envolvidos no crime. A mulher como autora do furto e o seu irmão como receptador do aparelho.
O furto ocorreu no dia 11 de janeiro, quando a suspeita subtraiu o aparelho celular que estava no balcão do supermercado e ainda utilizou o aplicativo do banco para fazer uma transferência de R$ 1 mil da conta da vítima.
Assim que tomou conhecimento dos fatos, a equipe da Derf-VG iniciou as diligências conseguindo identificar e localizar a mulher. Ao ser abordada pelos policiais, a investigada confessou a autoria do crime e disse que havia vendido o celular para o seu irmão, que pagou R$ 1 mil pelo aparelho, mesmo tendo conhecimento de se tratar de objeto de origem ilícita.
Em continuidade às investigações, os policiais seguiram até a residência do receptador onde conseguiram localizar em seu poder o aparelho celular furtado. Durante a abordagem policial, o suspeito desacatou a equipe de investigadores, preferindo palavras de baixo calão e ameaças contra os policiais, utilizando de uma faca para resistir à prisão.
Diante dos fatos, o suspeito foi conduzido à Derf-VG, onde foi autuado em flagrante pelos crimes de receptação, desacato, resistência e desobediência, sendo posteriormente encaminhado para audiência de custódia, ficando à disposição da Justiça. O celular apreendido com ele foi restituído à vítima.
A autora do furto também foi conduzida à delegacia, onde foi interrogada e posteriormente liberada, uma vez que não estava mais em situação de flagrante e responderá em inquérito policial pelos crimes de furto (do aparelho celular) e furto mediante fraude (relacionada à transferência bancária feita pelo telefone da vítima).
Fonte: Policia Civil MT – MT
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