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Abílio diz não ser salvador da pátria, pede união por Cuiabá, critica reprovação de contas e comenta sobre 23 operações da policia na gestão  de Pinheiro “É preciso  mudar o rumo de uma gestão envolvida em diversos escândalos de corrupção”

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JB News

Por Nayara Cristina

 

O prefeito eleito por  Cuiabá Abílio Brunini (PL), foi diplomado em Sessão Solene, pela Justiça Eleitoral na noite desta quarta-feira 18.12, no teatro Zulmira Canavarros.  Além de Abílio foram diplomados também sua vice-prefeita Coronel Vânia Rosa do partido Novo, e outros 27 vereadores eleitos nas eleições de outubro de ano.

 

No seu discurso, Abílio mais uma vez destacou o empenho para realizar as mudanças necessárias na gestão municipal da capital.

Abilio mais uma vez pediu o apoio dos vereadores da capital para ajudar na gestão e organizar as mazelas que serão deixadas pela gestão de Emanuel Pinheiro, entre elas, o caos na saúde publica, e transporte municipal. E não poupou em citar os escândalos de corrupção, e as operações policias realizadas na pasta em sua gestão. Cerca de 23 operações, entre elas da Policia Civil e Da Policia Federal.

Além de dizer que “É Necessário muita responsabilidade de todos, destacou que é preciso  mudar o rumo de uma gestão envolvida em diversos escândalos de corrupção e do dinheiro desviado da saúde.

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Abílio disse também em seu discurso que ele não é o salvador da pátria, e que é preciso unir forcas para realizar as mudanças necessárias que Cuiabá precisa. “Salvador da pátria é Jesus Cristo”. comentou.

Comentou ainda que mesmo diante de suas dificuldades quando é necessário busca apoio até mesmo de quem existem conflitos. “Às vezes a gente precisa, mesmo com as diferenças, sentar para conversar. Nisso eu estou à disposição”.

 

Abílio fez duras críticas ao Juiz Alex Nunes de Figueiredo da 55 Zona Eleitora de Cuiabá. Que reprovou aa sua conta de campanha, e determinou a devolução de 2,8 milhões ao tesouro nacional.

 

Para Brunini é necessário evitar equívocos que podem destruir a reputação de políticos que não cometeram erros. Frisando que a decisão do magistrado ganhou destaque nas mídias nacionais.

 

Além de pedir o aumento e a necessidade de mais transparência, reforçou que “De maneira alguma quis fazer algo errado”. Também se defendeu das acusações dizendo que apresentou vários relatórios comprovando que os serviços contratados foram executados. E que tudo seguiu os tramites legais , mesmo as contratações de pessoas físicas.

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Parlamentar defende desenvolvimento da capital com inclusão e dignidade

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Ana Conrado | Assessoria da vereadora Baixinha Giraldelli 

A vereadora Baixinha Giraldelli (Solidariedade) voltou a se manifestar sobre  as diretrizes estabelecidas no Plano Diretor de Cuiabá durante a sessão de terça-feira (14), reforçando a necessidade de que o crescimento da cidade esteja alinhado à garantia de dignidade e inclusão social para a população.
Diferente de manifestações anteriores, a parlamentar direcionou sua fala ao impacto real do planejamento urbano na vida de quem já vive em regiões consolidadas, mas ainda invisíveis do ponto de vista legal. “Não é só sobre crescer, é sobre garantir que as pessoas tenham direito à cidade”, destacou.
Durante o discurso, Baixinha criticou a ideia de que bairros como Pedra 90, Coxipó e Parque Cuiabá devam esperar por uma valorização a longo prazo. Segundo ela, essa lógica ignora a urgência de milhares de famílias que convivem há décadas com a falta de regularização fundiária e infraestrutura básica.
A vereadora enfatizou que a ausência de regularização vai além da questão documental e impacta diretamente na qualidade de vida da população. “São bairros que existem de fato, mas não de direito. Isso gera insegurança, exclusão e abandono”, afirmou.
Baixinha também pontuou que a falta de regularização dificulta ou impede a chegada de serviços essenciais, comprometendo o desenvolvimento dessas regiões. Entre os principais problemas enfrentados, ela citou:
Falta de saneamento básico;
Ausência de pavimentação;
Problemas de drenagem;
Iluminação pública insuficiente.
Outro ponto abordado foi a ocupação de áreas inadequadas, como margens de rios e regiões de risco, o que agrava questões ambientais e aumenta a vulnerabilidade dessas famílias.
A vereadora defendeu que é preciso transformar o debate em ações concretas. “Todo mundo já sabe o que precisa ser feito. O que falta é vontade política, planejamento e prioridade real para que isso saia do papel”, declarou.
Ao encerrar, Baixinha reforçou que não é contra o crescimento urbano, mas defende que ele aconteça de forma responsável. “O Plano Diretor tem que permitir o crescimento, sim, mas não podemos esquecer do que já existe. Não podemos deixar essas comunidades para trás”, concluiu.

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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