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Vice-prefeita eleita assegura ampliação e fortalecimento do Projeto Siminina em Cuiabá

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JB News

Da Redação

Visando fortalecer o apoio e ampliar o amparo social para meninas em situação de vulnerabilidade, a vice-prefeita eleita por Cuiabá, Coronel Vânia Rosa (Novo), que assumirá a pasta de Assistência Social em janeiro de 2025, anunciou que dentro do cronograma de melhorias de gestão, está o planejamento para expandir o Projeto Siminina na capital.

Vânia reforçou ainda, que na ampliação do Programa, está previsto o aumento do número de vagas, além da inclusão do suporte psicológico e social, para as famílias que mais precisam.

“Com a ampliação, esperamos que o Siminina atenda um número maior de crianças e adolescentes nos bairros carentes da cidade, garantindo acesso a uma rede de apoio que visa prevenir situações de risco e incentivar o crescimento pessoal das crianças e profissional dessas jovens. Este projeto será uma das prioridades em minha gestão na pasta de Assistência Social, porque penso no futuro dessas meninas, e a orientação de base por meio da educação, é uma grande oportunidade na formação delas”, concluiu a vice-prefeita eleita.

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*Siminina*
Atualmente o programa, atende cerca de 900 meninas com idade entre 6 e 14 anos em Cuiabá. Existem aproximadamente 20 unidades em funcionamento no município, onde são oferecidas atividades recreativas, tais como: aulas de dança, teatro, música, entre outras.

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Justiça suspende despejo de famílias em Cuiabá após agravo da Prefeitura

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A Prefeitura de Cuiabá conseguiu uma liminar junto ao Poder Judiciário de Mato Grosso para suspender a desocupação de quase 500 unidades habitacionais no Residencial Villas das Minas e nos condomínios Lavras do Sutil I e II, em Cuiabá. A medida foi concedida pelo desembargador Rodrigo Roberto Curvo após recurso apresentado pela Prefeitura, por meio da Procuradoria-Geral do Município e reunião do prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini na tarde desta sexta-feira (17)

O Agravo de Instrumento com pedido de efeito suspensivo foi protocolado na tarde de hoje e acompanhado do procurador-geral, Luiz Antônio Araújo Jr, e do procurador-geral adjunto, Rober Caio Ribeiro. No encontro o gestor municipal defendeu a suspensão imediata da ordem de desocupação para garantir o avanço da regularização fundiária.

Ao analisar o pedido, o magistrado reconheceu o risco social da retirada coletiva e deferiu parcialmente a liminar. “Defiro parcialmente o efeito suspensivo pleiteado, exclusivamente para suspender a eficácia da ordem de imissão na posse coletiva contida na decisão agravada”, destacou na decisão.

Na prática, a medida impede, neste momento, a desocupação de cerca de 496 unidades habitacionais ocupadas há mais de duas décadas, evitando impacto direto sobre famílias em situação de vulnerabilidade.

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O recurso apresentado pela Procuradoria também solicita a retomada do processo de Regularização Fundiária Urbana de Interesse Social (REURB-S), a suspensão de sanções impostas ao Município e o encaminhamento do caso à Comissão de Soluções Fundiárias, com base em diretrizes do Conselho Nacional de Justiça para garantir tratamento humanizado.

Apesar da decisão favorável quanto à suspensão do despejo, o desembargador optou por não analisar, neste momento, o mérito completo da ação, mantendo a paralisação da REURB até manifestação da relatora natural do caso.

Durante a agenda no Tribunal, o prefeito destacou que a prioridade da gestão é assegurar o direito à moradia. “Nós viemos ao Tribunal de Justiça apresentar o nosso recurso e reforçar que o nosso objetivo não é retirar ninguém. O que queremos é garantir a regularização dessas áreas, dar segurança jurídica para essas famílias e assegurar o direito à moradia”, afirmou.

A decisão está alinhada a recomendações da Corregedoria-Geral da Justiça e a entendimentos do Supremo Tribunal Federal sobre conflitos fundiários coletivos, priorizando soluções que evitem despejos em massa sem análise social prévia.

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Com a liminar, o Município ganha fôlego para buscar uma solução definitiva para a área, enquanto o processo segue para análise da desembargadora relatora.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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