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MPF solicita anulação da eleição da mesa diretora da Assembleia Legislativa de MT

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Da Redação

Uma reviravolta política pode ocorrer na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) devido a uma ação proposta pela Procuradoria Geral da República (PGR).

O procurador-geral, Paulo Gonet Branco, protocolou um pedido que visa anular a eleição da Mesa Diretora, na qual o deputado Max Russi (PSB) foi eleito presidente e o médico João José (MDB) como primeiro-secretário.

O motivo seria um suposto erro na data da escolha interna, que pode ter comprometido a regularidade do processo eleitoral.

Se o pedido de liminar for aceito pela Justiça, a decisão pode resultar na invalidade do pleito e em novas eleições para a Mesa Diretora.

A situação gera expectativa entre os parlamentares e pode provocar mudanças significativas na condução dos trabalhos legislativos em Mato Grosso.

Caso segue em análise.

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Comissão aprova proposta de José Medeiros que impede crédito rural a invasores de terra

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_O parecer teve três votos contrários de deputados do Partido dos Trabalhadores (PT)_

A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados aprovou o substitutivo apresentado pelo deputado e membro da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), José Medeiros (PL), ao Projeto de Lei 4705/2025, que impede invasores de propriedades rurais de acessar políticas públicas da agricultura familiar, como crédito do Pronaf e programas de compra de alimentos.

Em seu parecer, Medeiros, que é relator do projeto, afirma que a proposta busca impedir que invasores de propriedades sejam tratados como agricultores familiares e tenham acesso a recursos públicos.

“Não podemos admitir que criminosos, como os do MST, além de invadir propriedades que não lhes pertencem, ainda consigam acesso a benefícios. Precisamos cuidar para que recursos públicos não sejam usados em propriedades sem legitimidade fundiária, o que acaba incentivando invasões e gerando insegurança no campo”, afirmou o deputado.

O texto aprovado, relatado por Medeiros, proíbe que pessoas envolvidas em invasão de terras sejam beneficiadas por programas governamentais voltados à agricultura familiar. Além disso, exige a comprovação da propriedade ou posse legítima do imóvel e inscrição ativa no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) para participação em programas públicos.

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Para Medeiros, a medida corrige falhas que vinham permitindo o acesso irregular a recursos públicos. Segundo ele, a proposta garante que os investimentos cheguem a quem realmente trabalha no campo, evitando que ocupações ilegais sejam beneficiadas.

“Os critérios passam a ser mais rígidos para o acesso a políticas públicas. Isso garante mais segurança jurídica e evita distorções na destinação de recursos”, explicou.

O parecer teve três votos contrários de deputados do Partido dos Trabalhadores (PT). O projeto segue agora para análise da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), antes de avançar na tramitação na Câmara dos Deputados.

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