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Kalil Baracat recebe carreta de Soro, medicamentos e insumos para saúde 

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INVESTIMENTO DE R$ 2.515 MILHÕES

JB News

 

Graças a um planejamento estratégico que levou em consideração a necessidade das unidades de saúde e os efeitos da pandemia da COVID 19, Várzea Grande recebeu quatro carretas carregadas de soro, medicamentos e insumos a um custo da ordem de R$ 2.515 milhões, adquiridos através de processo licitatório que resultou em uma redução entre 63% até 71% nos preços praticados no mercado em relação ao preço do soro.
“O soro é importantíssimo, assim como os medicamentos e insumos para o atendimento de urgência e emergência das pessoas com quadro clínico que exige tratamento médico”, lembrou o prefeito Kalil Baracat, ao acompanhar a chegada das cargas de soro, medicamentos e insumos.
Além do soro que é fundamental e dos medicamentos nos tratamentos, os insumos se demonstram essenciais como as máscara, luvas, aventais, esparadrapo, gaze, luvas, fio de sutura, agulhas, injeções descartáveis entre outros para a funcionalidade das unidades de saúde.
Acompanhando o prefeito, o secretário de Saúde, Gonçalo Barros, a adjunta, Maria das Graças Metello e o superintendente do Centro de Abastecimento e Distribuição de Insumos e Medicamentos – CADIM, João Santana Botelho, receberam os produtos que são de 450 mil bolsas de soro, sendo 350 bolsas de 100 ml a um custo unitário de R$ 3,60 e 150 mil bolsas de 250 ml a um custo de R$ 3,99, que permite atender a demanda com tranquilidade até o mês de julho próximo.
“Já temos licitado e empenhado para novas aquisições de outra carga de soro, medicamentos e insumos que deve acontecer em junho para fechar a demanda de 2023 e outra aquisição que será realizada em novembro já para atender a demanda de 2024. Este é o planejamento estratégico que o prefeito falou e que permite atender todas as unidades de saúde e as necessidades das pessoas que precisam do Sistema Único de Saúde (SUS) para resguardar sua saúde, com preços menores, atendimento eficiente e humanizado”, disse Gonçalo Barros.
Os soros são um tipo de imunização passiva, pois o paciente recebe os anticorpos já formados, não sendo necessário produzi-los. Diferentemente da vacina, os soros garantem uma imunidade imediata, mas temporária, uma vez que não previnem o organismo de um problema futuro.

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“O soro são substâncias que contém anticorpos prontos para combater uma doença, toxinas ou venenos (de cobra, por exemplo). Ele é utilizado em casos em que o organismo não conseguiria produzir anticorpos específicos a tempo de combater o agente invasor, sendo que o soro fisiológico pode ser usado para o tratamento da falta de líquidos ou sal no organismo, que pode ocorrer devido a episódios de diarreia, vômitos, aspiração gástrica, fístula digestiva, suor excessivo, queimaduras extensas ou hemorragias”, lembrou o secretário de Gonçalo Barros.
Segundo Kalil Baracat, o importante é que Várzea Grande trabalha e garante qualidade nos serviços de saúde, humanização nos atendimentos, medicamentos, insumos, enfim todas as necessidades que os pacientes precisam para serem tratados e curados.
“Avançamos muito em saúde pública, e precisamos avançar mais. Temos novas Unidades Básicas a serem inauguradas, 40 novos leitos de UTI, uma maternidade que funciona desde maio de 2021 com mais de 2,5 mil nascidos que saem da unidade como cidadãos com seu devido registro de nascimento e CPF, portanto, cidadãos de Várzea Grande, então temos muito serviços prestado, mas temos muito o que avançar”, frisou Kalil Baracat.

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Saúde

Da ciência ao cuidado: Ministério da Saúde debate estratégias para acelerar o acesso à inovação nos serviços do SUS

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Inovação em saúde, pesquisas clínicas, inteligência artificial, terapias avançadas e tecnologias de ponta ocuparam o centro do debate público durante a realização da Feira SUS Inova Brasil. O evento foi promovido pelo Ministério da Saúde, em parceria com a Prefeitura do Rio de Janeiro, na capital carioca nesta sexta-feira (17/04). A programação contou com espaços de conexões e painéis temáticos que reuniu representantes da sociedade civil e especialistas do setor público e privado.

A secretária de Ciência, Tecnologia e Inovação do Ministério da Saúde, Fernanda De Negri, ressaltou que o evento soma-se aos esforços do Governo do Brasil para acelerar o caminho entre o que é produzido no país e a disponibilização no sistema público. O debate, destacou a secretária, precisa ser feito com a participação direta de gestores municipais e estaduais para construir estratégias cada vez mais integradas e colaborativas.

Entre as medidas já adotadas, está o apoio às pesquisas clínicas. “É a partir delas que a gente vai conseguir testar essas novas tecnologias que estão sendo feitas. E, quanto mais a gente for eficiente nesse processo, mais a gente consegue aproximar e trazer essas tecnologias para o uso efetivo no sistema de saúde lá na ponta”, enfatizou.

Outra ação destacada por Fernanda De Negri foi a implementação do Programa Nacional de Inovação Radical. Realizado em conjunto com o Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM), a inciativa tem o objetivo de impulsionar o conhecimento científico em soluções concretas, por meio de medicamentos, tratamentos e dispositivos que atendam às necessidades do Sistema Único de Saúde (SUS). “As ações são justamente para acelerar e reduzir esse gap entre a pesquisa e a inovação, e o uso dessa inovação no sistema público de saúde”, concluiu.

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 Caminhos da inovação aplicada

 Quatro outros painéis também integraram o evento. O primeiro foi dedicado à saúde digital. Nele, especialistas discutiram como o uso eficiente de dados, da inteligência artificial e da medicina de precisão podem apoiar a modernização do SUS e, consequentemente, contribuir para a diminuição de custos. O debate mostrou que a análise qualificada dessas informações já orienta a criação de políticas públicas e apoia gestores locais a tomar decisões mais rápidas, seguras e eficientes, impulsionando novas formas de inovar na saúde pública.

 O segundo painel destacou a importância de transformar resultados de pesquisas em soluções reais para o SUS, por meio da pesquisa clínica, da avaliação de novas tecnologias e da inovação em saúde. Os debatedores apontaram oportunidade para avançar em questões regulatórias, de organização dos serviços e de parcerias estratégicas para que essas inovações sejam adotadas em larga escala.

Tecnologia que transforma

 A discussão sobre inovação em saúde avançou com o debate sobre o Complexo Econômico-Industrial da Saúde (CEIS) e seu papel na redução das desigualdades regionais no país. Especialistas destacaram que políticas públicas orientadas às características de cada território podem impulsionar o desenvolvimento produtivo local, fortalecer cadeias estratégicas do SUS e gerar impacto social direto nas comunidades. A aposta em soluções que dialogam com as realidades das regiões brasileiras foi apontada como caminho para ampliar a equidade, promover autonomia tecnológica e consolidar um modelo de inovação capaz de responder às necessidades concretas da população.

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O último painel foi em torno de como o cuidado com pacientes com câncer está mudando com a novas tecnologias, que vão desde exames mais precisos, como os que usam biomarcadores e biossensores, até tratamentos avançados, como a terapia CAR-T, que usa as próprias células de defesa do paciente para atacar o tumor. O diálogo reforçou que unir diagnósticos mais confiáveis a terapias inovadoras é fundamental para que o SUS consiga adotar essas novidades de forma sustentável e para um número cada vez maior de pessoas.

Conexões

A programação contou ainda com espaços de conexão. Foi nesse ambiente que a mestranda em Gestão de Competitividade e Saúde, Ariane Volin, de 44 anos, natural do Pará e atualmente morando em São Paulo, encontrou oportunidade de compreender melhor os estágios da inovação no Brasil, especialmente no que diz respeito à pesquisa e à aplicação de práticas de governança.

Para ela, a feira é uma vitrine e um momento oportuno para aprofundar seu olhar sobre gestão. “O conteúdo apresentado contribui diretamente para minha pesquisa sobre governança pública em projetos. Estou acompanhando temas como privacidade, segurança da informação e a aplicação prática do conhecimento”, ressaltou Ariane.

Assista aos debates da Feira SUS Inova Brasil

Janine Russczyk
Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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