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VIDEO: Virgínia Mendes despista sobre 2026, não define sobre Pivetta, e diz que sua candidatura dependerá da família e de Deus “Não sei nem se Mauro é candidato”

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Por Nayara Cristina

Do local Alisson Gonçalves

PEDRA 90 (CUIABÁ) — A primeira-dama de Mato Grosso, Virgínia Mendes, falou publicamente nesta segunda-feira (21) sobre os rumores crescentes em torno de uma possível candidatura sua nas eleições de 2026. Durante evento de entrega de cestas básicas e serviços sociais no bairro Pedra 90, em Cuiabá, Virgínia foi direta ao afirmar que ainda não há decisão tomada e que qualquer movimentação nesse sentido dependerá de conversas com sua família e do tempo adequado.

O assunto voltou à tona depois que o governador Mauro Mendes, seu marido, afirmou mais de uma vez, na última semana, que uma eventual candidatura da primeira-dama — seja para deputada federal, estadual ou qualquer outro cargo — dependerá exclusivamente do desejo dela. Segundo ele, qualquer decisão que Virgínia tomar terá seu apoio incondicional.

“Eu preciso conversar com meus filhos. Tenho uma filha que vai casar no próximo mês, em São Paulo, e um filho que é empresário e está sempre muito ocupado. Nem sempre conseguimos falar sobre política. Então, ainda não houve tempo nem clima para pensar nisso com calma”, afirmou Virgínia.

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A primeira-dama pontuou que o desafio de ser parlamentar em Brasília exigiria uma reorganização profunda em sua vida pessoal e empresarial. “Ser voluntária é diferente de ocupar um cargo político. Como voluntária, eu administro meus horários, cuido da empresa, da minha família. Tenho uma filha de 10 anos que ainda exige muito da minha atenção”, disse.

Questionada sobre o apoio que tem recebido de lideranças políticas, como o ex-senador Cidinho Santos e o deputado federal José Medeiros (Lula), que já manifestaram publicamente o desejo de vê-la como candidata, Virgínia se disse lisonjeada, mas voltou a afirmar que ainda não é o momento de definir nada. “Fico elogiada, mas é algo que precisa ser muito bem analisado. Se for a vontade de Deus, a gente vai pensar. Mas hoje, sinceramente, não consigo parar para pensar nisso.”

Sobre o cenário de 2026, Virgínia também comentou a possibilidade de Mauro Mendes disputar uma vaga no Senado. Segundo ela, nem mesmo entre o casal o assunto foi tratado com seriedade até o momento. “Ele muda muito de ideia. Pode ser que ele decida sair ou não, como já aconteceu antes. Ele tem muitas obras em andamento e é apaixonado pelo que faz. Então, nem isso está decidido.”

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A primeira-dama ainda falou sobre o vice-governador Otaviano Pivetta, que desponta como um dos possíveis nomes à sucessão no Palácio Paiaguás. Ela não descartou apoiá-lo. “Não tem nada que impeça. Se meu marido decidir apoiá-lo, eu estarei junto. Sou parceira. Mas ainda é muito cedo, muita água vai rolar.”

Na semana passada, Mauro Mendes teria afirmado a membros do União Brasil que pretende caminhar politicamente com Pivetta, mesmo que essa posição contrarie parte da cúpula do partido. Virgínia reforçou que acompanha a posição do marido, mas reiterou que “muita coisa ainda pode mudar”.

Com o cenário eleitoral ainda distante, Virgínia Mendes mantém a postura de cautela e reforça a prioridade em suas ações sociais, que têm sido intensificadas em todo o estado. Apesar das especulações, o futuro político da primeira-dama segue indefinido — ao menos oficialmente.

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Comissão aprova proposta de José Medeiros que impede crédito rural a invasores de terra

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_O parecer teve três votos contrários de deputados do Partido dos Trabalhadores (PT)_

A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados aprovou o substitutivo apresentado pelo deputado e membro da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), José Medeiros (PL), ao Projeto de Lei 4705/2025, que impede invasores de propriedades rurais de acessar políticas públicas da agricultura familiar, como crédito do Pronaf e programas de compra de alimentos.

Em seu parecer, Medeiros, que é relator do projeto, afirma que a proposta busca impedir que invasores de propriedades sejam tratados como agricultores familiares e tenham acesso a recursos públicos.

“Não podemos admitir que criminosos, como os do MST, além de invadir propriedades que não lhes pertencem, ainda consigam acesso a benefícios. Precisamos cuidar para que recursos públicos não sejam usados em propriedades sem legitimidade fundiária, o que acaba incentivando invasões e gerando insegurança no campo”, afirmou o deputado.

O texto aprovado, relatado por Medeiros, proíbe que pessoas envolvidas em invasão de terras sejam beneficiadas por programas governamentais voltados à agricultura familiar. Além disso, exige a comprovação da propriedade ou posse legítima do imóvel e inscrição ativa no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) para participação em programas públicos.

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Para Medeiros, a medida corrige falhas que vinham permitindo o acesso irregular a recursos públicos. Segundo ele, a proposta garante que os investimentos cheguem a quem realmente trabalha no campo, evitando que ocupações ilegais sejam beneficiadas.

“Os critérios passam a ser mais rígidos para o acesso a políticas públicas. Isso garante mais segurança jurídica e evita distorções na destinação de recursos”, explicou.

O parecer teve três votos contrários de deputados do Partido dos Trabalhadores (PT). O projeto segue agora para análise da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), antes de avançar na tramitação na Câmara dos Deputados.

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