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Fábio Garcia aponta retrocesso em novo arcabouço fiscal

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O deputado federal Fábio Garcia usou a tribuna para falar sobre o arcabouço fiscal, entregue pelo presidente Lula ao Congresso Nacional. Para o deputado “é necessario trilharmos o caminho da eficiência para baixar os impostos no país”

Segundo ele, o Brasil possui uma das maiores cargas tributárias do mundo, que atingiu “indecentes” 33,7% do PIB em 2022.

“Isso significa que o brasileiro trabalha 4 meses por ano para sustentar o governo. É um absurdo que precisamos mudar!”, disse em plenário.

O deputado sugeriu ainda que o novo arcabouço fiscal tenha que incentivar a eficiência do gasto público.

“No entanto, a proposta do governo caminha para o lado oposto, obrigando o País a aumentar suas despesas em, no mínimo, inflação mais 0,6% a cada ano. Isso é um verdadeiro disparate”, acrescentou.

Fábio ainda complementou dizendo que o limite de crescimento da despesa de 70% do crescimento da receita é fictício e exclui despesas importantes como custo com eleições, pagamento de precários e de despesas com a Agência Nacional de Águas.

“Isso significa que, se não houver um aumento na arrecadação por um crescimento do PIB que supere a inflação mais 1%, o Brasil terá que aumentar ainda mais os impostos, para cobrir a escalada do gasto que se torna obrigatório”, completou.

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A sugestão de Fábio Gacia é para que o Congresso Nacional conserte o novo arcabouço fiscal para garantir que o governo controle suas despesas e reduzia os impostos para todos.
“Precisamos trilhar o caminho da eficiência e não do aumento de impostos. Portanto, faço um apelo a todos os deputados para que trabalhemos juntos para garantir que o novo arcabouço fiscal seja justo e eficiente” finalizou o deputado.

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Marcelo Maluf lança pré-candidatura ao governo e defende experiência, habitação e atenção social em MT

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*ELEIÇÕES 2026*

JB News

 

_ Empresário oficializa entrada na disputa pelo Palácio Paiaguás e defende pré-candidatura baseada em experiência administrativa, habitação popular, segurança pública e atenção às famílias de baixa renda_

O empresário Marcelo Maluf oficializou nesta quarta-feira (15) sua pré-candidatura ao governo de Mato Grosso nas eleições de 2026. Durante coletiva de imprensa realizada na sede do Partido Novo, em Cuiabá, Maluf afirmou que entra na disputa com o propósito de contribuir com o Estado a partir da experiência construída ao longo de quase quatro décadas na iniciativa privada.

A decisão, segundo ele, foi tomada após um período de conversas com lideranças políticas, aliados e familiares. O empresário destacou que o projeto nasce sustentado em valores como honestidade, responsabilidade e compromisso com Mato Grosso, estado onde sua família construiu história há mais de um século.

“Após todas essas conversas, decidimos pela pré-candidatura. Uma pré-candidatura baseada em honestidade, uma pré-candidatura baseada em experiência de vida, experiência administrativa principalmente”, afirmou.

Marcelo Maluf ressaltou que, após concluir o processo de sucessão dos negócios da família, se sente preparado para dedicar parte da sua trajetória à vida pública. “Nós atuamos quase 40 anos na vida privada, em várias empresas. Eu já fiz a minha transição para os meus filhos. Então decidimos a partir daí que a gente quer fazer alguma coisa por Mato Grosso. Esse estado que tanto nos deu, que acolheu a minha família há mais de 100 anos”, disse.

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Ao apresentar as prioridades do projeto político, Maluf afirmou que pretende contribuir para que Mato Grosso avance em áreas que impactam diretamente a vida da população, como habitação, segurança pública e políticas sociais voltadas às famílias de baixa renda. Segundo ele, o Estado precisa manter o ritmo de desenvolvimento, mas ampliar o olhar para demandas sociais que ainda afetam milhares de mato-grossenses.

“O governador Mauro Mendes fez um bom governo, o Pivetta também é um governador bem-intencionado, mas eu acho que tem alguns pontos que precisam ainda ser melhorados. Por exemplo, habitação: nós temos um déficit habitacional aqui em Mato Grosso de quase 120 mil casas, principalmente populares”, pontuou.

O empresário também defendeu mais atenção à segurança pública e a construção de uma política social mais estruturada para atender a população em situação de vulnerabilidade. “A segurança pública também não está muito bem definida aqui no Estado. E a questão social também. Eu acho que o governo do Estado de Mato Grosso podia fazer um plano mais definido para essa questão social, para a classe de baixa renda”, completou.

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Ao responder sobre o que o diferencia na disputa, Marcelo Maluf reforçou a experiência acumulada ao longo da vida empresarial e afirmou que pretende levar para a gestão pública uma visão de planejamento e escolha técnica. “São 40 anos trabalhando. Experiência administrativa eu tenho, e muito. O Estado também é uma grande empresa. Você vai colocar as pessoas no lugar certo. Sendo bem administrado, com pessoas capacitadas, Mato Grosso pode avançar ainda mais”, concluiu.

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