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Mauro Mendes reúne imprensa e faz balanço dos três anos de gestão “Estou mais que feliz pela virada de página do nosso estado”

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Alison Gonçalves e Jota de Sá

 

O Governador Mauro Mendes (DEM), reuniu  com imprensa nesta quarta-feira (1/12), para fazer um balanço dos 3 anos de sua gestão.

Mauro elogiou  os profissionais de imprensa pelos serviços prestados e destacou  os problemas enfrentados desde a sua posse quando assumiu seu mandato, entre elas as dificuldades enfrentadas pelo servidores públicos no pagamento de seus  salário atrasados, onde o Estado conseguiu gerar confiança aos servidores públicos, fazendo a quitação deixando em dia os salários e décimos, e ainda fazendo repasses aos municípios.

Ainda em discurso o governador explica sobre os motivos de aumentos da gasolina no Estado de MT.

“Infelizmente a Petrobrás, a refinaria subiu mais de 50% a gasolina, isso é verdade, não tem como falar diferente disso. O ICMS de Mato Grosso nunca subiu na minha administração e nunca subiu ao longo dos últimos dez anos, então se subiu, e está subindo na bomba, está muito caro, a Petrobrás é a responsável por todos os aumentos”

Ainda sobre o aumento da gasolina Mauro não garantiu que os donos de postos de combustíveis iram reduzir na bomba o valor combinado para o próximo para 23%, e se essa redução chegará no bolso do consumidor.

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Sobre a educação Mauro informou que ao todo 8 escolas foram entregues e afirma que até o final de 2022, trezentas escolas de MT estaram 100% Climatizados.

Mauro ainda quer investimentos para que todo aluno e professor tenham acesso a internet,para que a sala de aula seja mais atrativa,e com um ensino qualificado.

Ao todo,foram investidos mais de R$ 110 milhões na compra de notebooks e
pagamento de pacote de internet
por 3 anos para 23 mil professores.

Sobre infraestrutura foram entregues 1.241,62 km de asfalto novos,entre (2019 a 30 de novembro 2021).

Asfalto novo em execução: 1.623,2 km
Asfalto em elaboração de projeto: 1.477,30 km

Asfalto em licitação: 837,70 km

Asfalto recuperado entregue: 1.003,87 km

Asfalto recuperado em andamento: 615,7 km

No Meio-Ambiente Mauro falou  que foram investidos mais de R$ 73 milhões, para combate ao desmatamento e incêndios florestais,aplicando mais de R$ 2 milhões em multas ambientais até novembro de 2021.

Em segurança o pública o governo investiu R$ 135.369.877,91 em viaturas novas no ano de 2020 a 2021.Em armamentos para os agentes foram investidos.R$ 41.950.041,83 (2020 e 2021).Para Construção e reforma de delegacias,
batalhões e unidades prisionais e
socioeducativas foram investidos
R$ 144.379.886,78.

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No Esporte e na Cultura os investimentos total foi de R$ 141.304.841,06. Um balanço realizado mostra que nesses 3 anos de posse foram investidos um total de R$ 46.954.422,46
•2019 – R$ 6.088.771,61
• 2020 – R$ 7.882.857,34
• 2021 – R$ 32.982.793,51
Incentivado a cultura e esporte fazendo com que MT receba mais investimento.

 

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TJMT suspende desocupação em condomínios em Cuiabá após pedido da ALMT

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Medida atende solicitação da Assembleia Legislativa e prevê análise técnica do caso

POR VÂNIA COSTA / SECRETARIA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL •  17 DE ABRIL DE 2026 ÀS 14:55:00  •  24 Acessos

 

Foto: Natália Nogg/Assessoria de Gabinete

Em resposta ao pedido encaminhado pela Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) nesta sexta-feira (17), a Corregedoria-Geral da Justiça do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) decidiu suspender a medida de desocupação e determinou o encaminhamento do processo à Comissão Regional de Soluções Fundiárias para análise técnica do caso envolvendo famílias que residem nos condomínios Villas das Minas e Villas das Lavras do Sutil I e II, em Cuiabá. A decisão do Judiciário ocorreu após solicitação formal da Assembleia, diante da preocupação com os impactos sociais da medida.

A decisão considera que o caso apresenta potencial impacto social relevante, especialmente diante da possibilidade de cumprimento de medida de imissão na posse envolvendo famílias em situação de vulnerabilidade, e reforça a necessidade de adoção de etapas preparatórias antes de qualquer decisão de desocupação coletiva.

“Recebemos uma decisão muito importante da Corregedoria do Tribunal de Justiça, que representa uma vitória significativa para as famílias dos condomínios Minas e Lavras do Sutil. Ainda não vencemos a guerra, mas conquistamos uma batalha importante, que traz tranquilidade aos moradores que estavam vivendo momentos de angústia. Quero agradecer à Procuradoria da Assembleia e ao Poder Judiciário pela sensibilidade em olhar para essa situação. Esse resultado é fruto de um trabalho conjunto. Agora, vamos continuar dialogando e trabalhando para construir uma solução justa e definitiva para essas famílias. Contem com a Assembleia Legislativa, porque estaremos ao lado de vocês”, comemorou o deputado estadual Max Russi (Podemos), presidente da Assembleia Legislativa.

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O procurador da Assembleia Legislativa, Ricardo Riva, explicou que a decisão da Corregedoria do Tribunal de Justiça foi resultado direto do pedido formal apresentado pela Casa, que apontou a necessidade de cumprimento de etapas legais e sociais antes da execução da medida de desocupação.

Segundo ele, a Assembleia solicitou a suspensão da imissão na posse justamente para garantir que o processo observe as exigências previstas na legislação e nas normas que tratam de conflitos fundiários coletivos.

“A Assembleia oficiou a Corregedoria do Tribunal pedindo a suspensão do cumprimento da imissão na posse, ou seja, da retirada das famílias dos apartamentos, porque existem etapas legais e sociais que precisam ser cumpridas antes de qualquer desocupação coletiva. A decisão da Corregedoria foi tomada a partir dessa solicitação e determinou o encaminhamento do processo à Comissão Regional de Soluções Fundiárias para análise técnica do caso”, explicou o procurador.

Ricardo Riva destacou ainda que a medida busca assegurar que qualquer decisão judicial seja precedida de avaliação técnica e de diálogo institucional, garantindo segurança jurídica e proteção às famílias envolvidas.

O pedido da ALMT – No documento encaminhado ao Judiciário, o presidente Max Russi alerta que o cumprimento da ordem de imissão na posse, decorrente de um processo de falência iniciado em 2003, pode resultar na retirada imediata de moradores de suas residências sem que haja medidas adequadas de acolhimento social às famílias afetadas. O ofício destaca que a execução da decisão, da forma como está prevista, pode gerar consequências sociais graves, especialmente para pessoas em situação de vulnerabilidade.

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A Assembleia também argumenta que a condução do processo deve observar normas e diretrizes que tratam da proteção de direitos humanos e da mediação de conflitos. Entre os dispositivos citados estão o Provimento nº 23/2023 do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, a Resolução nº 510 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e orientações do Supremo Tribunal Federal (STF), que estabelecem que desocupações coletivas precisam ser precedidas de diálogo entre as partes e da definição de estratégias de atendimento às famílias atingidas.

De acordo com o documento, essas normas determinam que, antes da execução de despejos coletivos, sejam realizadas reuniões preparatórias e elaborados planos de ação que considerem a situação social dos moradores, garantindo alternativas de acolhimento e encaminhamento a programas habitacionais ou de assistência social, sempre que necessário.

Visita aos condomínios – Na noite de quinta-feira (16), Russi esteve pessoalmente nos residenciais para ouvir os moradores e acompanhar de perto a situação. Durante a visita, o parlamentar conversou com os condôminos e manifestou preocupação com a possibilidade de retirada imediata das pessoas de suas casas, destacando o clima de insegurança e aflição vivido pelos moradores. A presença do deputado no local ocorreu após relatos de que centenas de famílias temem perder suas moradias em razão de decisão judicial.

 

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