POLITICA

Wellington Fagundes destina recursos para fortalecer a Marinha do Brasil no MT e MS

Publicados

em

JB News

 

Recursos irão ampliar a capacidade da Marinha em oferecer tratamentos médicos para os ribeirinhos da região

 

Preocupado com a população que não tem acesso às unidades de saúde, e visando melhorar o atendimento já feito pela Marinha do Brasil em Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, o senador Wellington Fagundes (PL-MT) destinou cinco emendas que serão investidas para equipar um navio de atendimento hospitalar, uma Capitania Fluvial, o Hospital Naval e o Comando da Flotilha do Amazonas.

O Comandante do 6º Distrito Naval, Vice-Almirante Iunis Távora Said, garantiu que as emendas irão aumentar a capacidade da Marinha do Brasil em oferecer tratamentos médicos, “desde os mais simples até os mais intensivos”. Ele lembrou ainda que, ao longo do ano, os navios da Marinha do Brasil percorrem os rios da região, para realizar atendimentos médicos e odontológicos em comunidades ribeirinhas situadas em locais de difícil acesso no Pantanal. “Somente neste ano, foram realizados cerca de 3.500 procedimentos médicos e 4.500 atendimentos odontológicos. Com os recursos disponibilizados pelas emendas parlamentares do senador, iremos aprimorar e ampliar nosso trabalho em prol dos ribeirinhos pantaneiros”, declarou.

Para o Navio de Assistência Hospitalar “Tenente Maximiano”, subordinado ao 6º Distrito Naval, foram enviados recursos para a aquisição de um contador hematológico e um aparelho de gasometria (para realização de exames de sangue), além de uma máquina de gelo para auxiliar no transporte de vacinas e no tratamento de lesões, bem como um compressor odontológico.

Leia Também:  Wanderley nega, pela segunda vez, votar projeto de lei e trava quase R$ 7 milhões em recursos para saúde de Várzea Grande

Wellington Fagundes reforçou a importância de investir nos equipamentos para o navio, que é uma enorme ferramenta para levar saúde e qualidade de vida aos ribeirinhos do Pantanal. “O navio chega levando atendimento médico, odontológico e sanitário a essas comunidades que vivem em áreas isoladas.  É uma esperança de vida para essas pessoas, que muitas vezes não teriam acesso a esses serviços”, ressaltou o parlamentar.

Ainda com foco na saúde, para o Hospital Naval de Ladário (MS), que atende mais de 8.500 membros da família Naval e beneficiários de outras Forças, Wellington encaminhou verbas para equipar os serviços de atendimento emergencial.

Atendendo a demanda da Capitania Fluvial de Mato Grosso (CFMT), será destinado recurso para aquisição de gerador de energia solar, que economizará mais de 90% de eletricidade nos próximos 30 anos. Será uma economia de quase R$ 2 milhões aos gastos públicos, que poderão ser alocados na melhoria da própria instituição. “É sabido que a Marinha do Brasil tem feito um papel importante nas regiões isoladas ou de difícil acesso do nosso país, e aqui em Mato Grosso não é diferente”, afirmou o senador.

Ainda na Capitania de Mato Grosso, os recursos destinados têm como objetivo, também, manter a futura Patromoria da CFMT em Alta Floresta, custeando a adequação do prédio, visando a melhoria da qualidade no atendimento ao público da região. “Desta forma, a Marinha poderá ampliar o número de atendimentos oferecidos, propiciando um fomento aos setores de turismo, navegação e comércio, por meio do incremento qualitativo e quantitativo de profissionais fluviários capacitados e habilitados a trabalharem nas embarcações de pesca, aumentando a renda de trabalhadores e seus familiares”, destacou o Wellington Fagundes.

Leia Também:  Live do TCE-MT debate iniciativas das redes municipais de ensino nesta terça-feira

 

O Almirante Said ressaltou que a verba destinada à futura instalação da Marinha no município, permitirá a realização de cursos profissionalizantes de aquaviários e servirá também como uma importante base de apoio às operações da Capitania Fluvial de Mato Grosso no norte do estado, trazendo mais segurança para a população.

Ao Comando da Flotilha do Amazonas (ComFlotMT), que também presta atendimentos ao Estado de Mato Grosso, os recursos permitirão a compra de 43 equipamentos de ar-condicionado, que serão utilizados nos compartimentos habitáveis e nas enfermarias dos Navios subordinados ao ComFlotMT, a fim de otimizar o conforto das tripulações e permitir condições de trabalho ainda melhores às equipes de saúde da Marinha.

“O tratamento dado por esses militares é notório. Todos reconhecem o patriotismo e a consciência que os marinheiros têm de servir à nossa população, e nada mais justo do que encaminhar recursos que ajudarão a ampliar os esforços em prol de quem mais precisa, do pescador ao ribeirinho. Do pai e mãe militares aos seus dependentes. No tratamento mais simples e no mais intensivo”, concluiu o senador.

Nas fotos, senador com ribeirinho e senador com o almirante Said.

COMENTE ABAIXO:

POLITICA

Wanderley Cerqueira abre investigação e condiciona decisão da Câmara à perícia oficial sobre escândalo dos áudios vazados em VG, VEJA

Publicados

em

Por

JB News

Da redação

 

Crise política se agrava em várzea grande com suspeita de escuta clandestina e guerra entre poderes

A crise política em Várzea Grande se intensificou nos últimos dias e expôs um cenário de forte instabilidade institucional entre o Executivo e o Legislativo municipal. O ambiente já era considerado sensível desde o início da atual gestão, mas ganhou novos contornos após a renúncia do vice-prefeito Sebastião dos Reis, o Tião da Zaeli, e, mais recentemente, com a revelação de suspeitas de escuta clandestina dentro do gabinete da prefeita Flávia Moretti, além da circulação de áudios que passaram a repercutir nos bastidores políticos e nas redes sociais.

O episódio envolvendo o suposto monitoramento dentro da sede do Executivo elevou o nível de tensão política na cidade industrial. De acordo com informações apuradas, a prefeita acionou autoridades após identificar um objeto suspeito em seu gabinete, o que levantou a hipótese de interceptação ambiental irregular. A Polícia foi comunicada e a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) foi chamada para analisar o material e verificar sua natureza. Até o momento, não há divulgação oficial sobre o resultado dessa análise.

Paralelamente, áudios atribuídos a interlocuções internas da gestão municipal começaram a circular amplamente, com conteúdos que mencionam tratativas políticas, possíveis articulações institucionais e críticas a membros do Legislativo. A autenticidade do material, no entanto, ainda não foi confirmada por órgãos oficiais, nem há identificação formal dos autores das gravações.

Diante da repercussão, a Câmara Municipal convocou uma coletiva de imprensa para tratar do caso. O presidente do Legislativo, Vanderley Cerqueira, afirmou que a Casa irá instaurar procedimento para solicitar perícia técnica nos áudios antes de qualquer deliberação.

“Nós vamos pedir uma perícia técnica nesses áudios, até para ter a comprovação de forma correta e verdadeira. A gente precisa ter responsabilidade para não acusar ninguém injustamente”, declarou.

Leia Também:  Piloto agrícola morre em queda de avião em zona rural de MT, corpo foi encontrado neste sábado 

O presidente também ressaltou, logo no início da coletiva, a necessidade de cautela por parte de agentes públicos diante da repercussão do caso. “A gente sendo pessoa pública, tem que medir as palavras. Esses áudios já estão circulando, mas nós vamos agir com responsabilidade”, afirmou.

Questionado sobre denúncias envolvendo suposta oferta de vantagens indevidas, o presidente afirmou que teve conhecimento apenas por meio da imprensa e que não há, até o momento, registro formal na Câmara.

“Eu tomei conhecimento pela imprensa. Não chegou nada oficialmente até a Casa”, disse.

Ao ser perguntado sobre possíveis providências antes da conclusão da perícia, Vanderley Cerqueira reforçou que a Câmara não irá se antecipar. “Nós queremos a veracidade dos áudios para tomar uma posição. Sem perícia, não podemos agir.”

Sobre a origem das gravações, o presidente afirmou não haver elementos técnicos que confirmem se o conteúdo foi obtido por meio de escuta no gabinete da prefeita ou em outro ambiente. “Só a perícia pode esclarecer isso”, pontuou.

Em relação à possibilidade de medidas administrativas ou políticas mais severas, como eventual processo de cassação, o presidente destacou que qualquer decisão dependerá da confirmação dos fatos e do devido processo legal. “Isso depende da Justiça. Primeiro precisamos da veracidade para depois tomar uma posição”, declarou.

Durante a coletiva, também foram abordadas falas atribuídas à prefeita que mencionariam articulações políticas envolvendo vereadores. O presidente reiterou que não é possível confirmar a autoria sem análise técnica. “Precisamos comprovar de quem é a fala antes de qualquer julgamento.”

Leia Também:  “Vamos evitar obras paradas”, diz Mauro ao criar área de fiscalização na Casa Civil

Sobre o teor dos áudios que circulam, afirmou que, caso sejam confirmados, o conteúdo é considerado grave. “Se aquilo for verdade, é muito grave e precisa ser tratado com responsabilidade”, disse.

Questionado sobre a relação entre os poderes, Vanderley Cerqueira afirmou que a Câmara mantém sua atuação institucional e que não há impedimentos na tramitação de projetos. “A Câmara tem aprovado os projetos do Executivo. Não há impedimento nas votações”, declarou.

Ao abordar as acusações envolvendo possíveis negociações políticas dentro do Legislativo, afirmou que não há confirmação oficial e que cada parlamentar responde individualmente por suas condutas. “Cada um responde por si”, disse.

O presidente também destacou que, após a conclusão da perícia, os vereadores deverão se reunir para definir os encaminhamentos. “No momento em que tivermos a perícia, vamos reunir os vereadores e tomar uma decisão com base em fatos concretos”, afirmou.

Até o momento, não há confirmação pública sobre a abertura de inquérito específico para investigar o conteúdo dos áudios. A análise do suposto dispositivo encontrado no gabinete da prefeita segue sob responsabilidade técnica da Politec, que deverá indicar se houve, de fato, interceptação irregular.

Caso seja constatada a existência de escuta clandestina, o caso poderá ser encaminhado para investigação criminal. Por outro lado, se os áudios não tiverem autenticidade comprovada, a apuração poderá avançar para eventual responsabilização pela produção ou disseminação de conteúdo falso.

O caso permanece em apuração e depende dos resultados técnicos para definição de eventuais medidas administrativas ou judiciais.

Veja :

 

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

VÁRZEA GRANDE

POLÍTICA

POLICIAL

MAIS LIDAS DA SEMANA