Geral
Wanderlei Ribeiro toma posse da presidência do Podemos rumo as eleições 2020 em Leverger
Com saúde a 100%, Wanderlei Ribeiro toma posse da presidência do Podemos rumo as eleições 2020 em Leverger
Mais de 100 pessoas participaram da primeira reunião do partido político Podemos, realizada na noite da última sexta-feira, 13.12.2019, na residência do novo presidente da sigla, Wanderlei Bosco Ribeiro.
O evento foi marcado com a presença de lideranças políticas e sociais de várias regiões de Santo Antônio de Leverger, com destaque para a presença maciça de moradores do distrito de Agrovila da Palmeiras.
No decorrer da reunião, as palavras Mudança, Responsabilidade e Diferente foram as mais utilizadas pelos participantes.
“O evento contou com a presença de lideranças dos distritos da Agrovila das Palmeira, Varginha e Mimoso, como também, das comunidades de Porto de Fora, Barranco Alto, Taquaral, Praia do Poço e Assentamento”.
Para Wanderlei, o momento agora, depois da primeira reunião do Podemos, que é o partido mais novo nas terras de Rondon, é de estruturação, de ouvir as pessoas, apresentar propostas e projetos, com objetivo de disputar as eleições em 2020.
“Graças a Deus começamos muito bem, primeiramente agradeço a Deus e todos vocês que saíram das suas residências e deixaram de ir em outros compromissos, para estarem aqui, participando deste evento, que marca o início de uma caminhada, buscando dias melhores para o nosso município”, declarou Wanderlei.
Nesta primeira reunião, várias pessoas aproveitaram a oportunidade para filiar ao Podemos.
“Podemos não é um partido de direita, nem de esquerda, é pra frente”.
Wanderlei evitou falar em pré-candidatura, buscou focar na estruturação do partido, mas ficou nítido o anseio popular daquelas lideranças em busca do seu nome.
“Agora é momento de estruturar o partido e depois buscar alianças, só depois falar em pré-candidatura, mas deixou claro que estou à disposição do Podemos, com muita vontade, apoio da família e amigos, e graças a Deus, com muita saúde”, ressaltou o presidente do Podemos em Leverger.
Na cidade de Santo Antônio de Leverger, o que se mais ouvia era que o empresário Wanderlei do Mercado, não tinha condições de saúde para aguentar uma disputa eleitoral, neste caso ele respondeu:
“Se for por questão de saúde, acabei de fazer um check up que me deu plenas condições para enfrentar qualquer desafio”.
Pelo tudo indica, a estruturação do Podemos está andando ao lado da construção de uma pré-candidatura, que irá disputar as próximas eleições no município, apoiada em três pilares, contando com o empresário Celso Nogueira, como também do médico e ex-prefeito Dr.Valdir Ribeiro e o empresário Wanderlei do Mercado.
Dr. Valdir Ribeiro que é do Partido dos Trabalhadores (PT), já declarou que o PT irá apoiar o Podemos, se confirmar a pré-candidatura de Wanderlei.
Para o empresário Celso Nogueira, o momento é de buscar por mudanças, para fazer diferente.
“Não adianta o povo ficar reclamando, que está faltando muita coisa, que a cidade está suja, abandonada, que o lixo toma conta das calçadas, que não tem estrada para andar, que os salários estão atrasados, se na hora de votar, votam nos mesmos, está chegando a oportunidade de mudar e fazer diferente, teremos a oportunidade não só de mudar de prefeito e vereadores, mas de proporcionar um futuro melhor para as pessoas que vivem em Santo Antônio de Leverger”, declarou Celso Nogueira.
Os dirigentes do Podemos informaram que vão realizar diversas reuniões em regiões polo de Santo Antônio de Leverger, nos próximos dias, com objetivo de apresentar as propostas da sigla e buscar filiações.
Geral
Policial penal de Tangará da Serra é condenado a mais de 11 anos por esquema de tráfico e corrupção dentro de presídio
JB News
Por Emerson Teixeira
A condenação de um policial penal por envolvimento em um esquema de entrada de celulares e drogas no Centro de Detenção Provisória (CDP) de Tangará da Serra expõe uma grave quebra de confiança dentro do sistema prisional de Mato Grosso. A sentença foi assinada pelo juiz Ricardo Frazon Menegucci, que reconheceu a prática de tráfico de drogas, corrupção passiva e facilitação da entrada de aparelhos telefônicos na unidade.
Segundo a decisão judicial, o servidor se aproveitou da função pública para introduzir de forma clandestina celulares, acessórios e entorpecentes dentro do presídio, beneficiando detentos e recebendo vantagens indevidas para isso. Em uma das situações investigadas, ficou comprovado que ele recebeu R$ 2,5 mil para facilitar a entrada de um aparelho celular no interior da unidade prisional.
As investigações reuniram um conjunto de provas que incluiu apreensão de celulares, drogas e acessórios, além de depoimentos de testemunhas e imagens do sistema de monitoramento interno. O processo apontou que o policial utilizava o acesso privilegiado a áreas restritas do CDP para viabilizar a entrada dos materiais ilícitos, driblando a fiscalização interna.
Em um dos episódios, ele foi flagrado ao tentar ingressar novamente com celulares e acessórios no presídio, mas acabou interceptado antes de concluir a ação. Em outro caso, ficou comprovada a entrada de porções de maconha e cocaína destinadas a presos da unidade.
Na sentença, o magistrado ressaltou a gravidade da conduta, principalmente pelo fato de o condenado ser um agente público encarregado de zelar pela segurança do sistema prisional. Para o juiz, a atuação do servidor comprometeu a confiança da administração pública e fortaleceu a atuação de grupos criminosos dentro do cárcere.
Ao final do julgamento, o policial penal foi condenado a 11 anos e 6 meses de reclusão, além de 5 meses e 18 dias de detenção, em razão do concurso material dos crimes, e ao pagamento de multa. A decisão também determinou a perda do cargo público e do porte de arma, por incompatibilidade entre a permanência na função e a gravidade dos crimes praticados.
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