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Virginia Mendes pede engajamento de apoiadoras e se destaca como protagonista no processo eleitoral

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Com discurso voltado à mulher, família, aos valores cristãos, à Pátria e contra a corrupção, a primeira-dama de MT Virginia Mendes pediu às mulheres para ajudar na conquista de votos para o presidente Bolsonaro, “nos ajudem a multiplicar os votos”. A reunião com mais de 1000 mulheres nesta terça-feira (25.10), na sede do partido União Brasil, contou com a colaboração da suplente de senador Margareth Buzetti, e a presença das deputadas federais eleitas Cel. Fernanda e Amália Barros (vídeo conferência), das vereadoras Michelly Alencar e Baixinha, Mariene Fagundes, a empresária Mônica Carvalho, secretárias de Estado de Comunicação Laice Souza; de Assistência Social e Cidadania Rosamaria Carvalho e Meio Ambiente Mauren Lazzaretti; e do secretário de Estado de Educação Alan Porto, além de prefeitas, vice-prefeitas e primeiras-damas de diferentes regiões.

A deputada federal eleita Amália Barros (PL) acompanhada do irmão da primeira-dama do país Michelle Bolsonaro, Eduardo Torres anunciaram em primeira mão a vinda de Michelle à Mato Grosso nesta quinta-feira.

“Acabamos de falar com a primeira-dama Michelle Bolsonaro e ela está ajustando a agenda para estar em nosso estado nesta quinta-feira. Virginia você tem sido um exemplo para todas nós, está fazendo a diferença nesta eleição tão importante para todos brasileiros”, disse Amália Barros.

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Já a deputada federal Cel. Fernanda ressaltou o posicionamento da primeira-dama e lançou um desafio. “Tudo na vida precisa de uma direção e a senhora fez isso para todas nós mulheres, nós podemos fazer o impossível nessas eleições. Desafio a senhora a fazer de Mato Grosso o estado onde o presidente Bolsonaro proporcionalmente será o mais bem votado”.

“Desafio aceito e peço o apoio de todas vocês aqui presentes”, aceitou Virginia Mendes.

Virginia assumiu o papel de protagonista e destacou a importância das mulheres falarem de política. “Para algumas pessoas esse é um assunto chato, mas é necessário falar de política, porque os números mostram que nós podemos definir os rumos da história do nosso estado e do nosso país. Vamos conquistar voto a voto”, ratificou.

A primeira-dama ainda lembrou o momento enfrentado por Michelle Bolsonaro com as fakenews. “Eu entendo a dor dela por todos os ataques que ela tem enfrentado, eu também passei por isso. O jogo tem que ser na política e não atacando a família”, defendeu.

A vereadora por Cuiabá, Michelly Alencar (UB) disse que ficou impressionada com o movimento. “Quando cheguei aqui me perguntei que sonho é esse que estamos vivendo? Porque nós estamos participando de um momento muito decisivo para nosso estado e para nosso país. Estou muito feliz de fazer parte deste grupo com a primeira-dama Virginia que tanto me inspira liderando esse grande time”, afirmou a vereadora.

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Margareth Buzetti falou do poder de convencimento das mulheres. “A gente não precisa brigar, mas sim convencer. O convencimento é a melhor arma. Vamos usar a favor de todas nós e para o que é melhor para o nosso país. Enquanto outros países estão em recessão e enfrentando a inflação, o nosso está indo bem porque estamos em deflação. Precisamos garantir oferta de emprego e renda, dentre tantas coisas que ainda podemos avançar se continuarmos com o atual presidente”, argumentou Buzetti.

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Wanderley Cerqueira abre investigação e condiciona decisão da Câmara à perícia oficial sobre escândalo dos áudios vazados em VG, VEJA

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Da redação

 

Crise política se agrava em várzea grande com suspeita de escuta clandestina e guerra entre poderes

A crise política em Várzea Grande se intensificou nos últimos dias e expôs um cenário de forte instabilidade institucional entre o Executivo e o Legislativo municipal. O ambiente já era considerado sensível desde o início da atual gestão, mas ganhou novos contornos após a renúncia do vice-prefeito Sebastião dos Reis, o Tião da Zaeli, e, mais recentemente, com a revelação de suspeitas de escuta clandestina dentro do gabinete da prefeita Flávia Moretti, além da circulação de áudios que passaram a repercutir nos bastidores políticos e nas redes sociais.

O episódio envolvendo o suposto monitoramento dentro da sede do Executivo elevou o nível de tensão política na cidade industrial. De acordo com informações apuradas, a prefeita acionou autoridades após identificar um objeto suspeito em seu gabinete, o que levantou a hipótese de interceptação ambiental irregular. A Polícia foi comunicada e a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) foi chamada para analisar o material e verificar sua natureza. Até o momento, não há divulgação oficial sobre o resultado dessa análise.

Paralelamente, áudios atribuídos a interlocuções internas da gestão municipal começaram a circular amplamente, com conteúdos que mencionam tratativas políticas, possíveis articulações institucionais e críticas a membros do Legislativo. A autenticidade do material, no entanto, ainda não foi confirmada por órgãos oficiais, nem há identificação formal dos autores das gravações.

Diante da repercussão, a Câmara Municipal convocou uma coletiva de imprensa para tratar do caso. O presidente do Legislativo, Vanderley Cerqueira, afirmou que a Casa irá instaurar procedimento para solicitar perícia técnica nos áudios antes de qualquer deliberação.

“Nós vamos pedir uma perícia técnica nesses áudios, até para ter a comprovação de forma correta e verdadeira. A gente precisa ter responsabilidade para não acusar ninguém injustamente”, declarou.

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O presidente também ressaltou, logo no início da coletiva, a necessidade de cautela por parte de agentes públicos diante da repercussão do caso. “A gente sendo pessoa pública, tem que medir as palavras. Esses áudios já estão circulando, mas nós vamos agir com responsabilidade”, afirmou.

Questionado sobre denúncias envolvendo suposta oferta de vantagens indevidas, o presidente afirmou que teve conhecimento apenas por meio da imprensa e que não há, até o momento, registro formal na Câmara.

“Eu tomei conhecimento pela imprensa. Não chegou nada oficialmente até a Casa”, disse.

Ao ser perguntado sobre possíveis providências antes da conclusão da perícia, Vanderley Cerqueira reforçou que a Câmara não irá se antecipar. “Nós queremos a veracidade dos áudios para tomar uma posição. Sem perícia, não podemos agir.”

Sobre a origem das gravações, o presidente afirmou não haver elementos técnicos que confirmem se o conteúdo foi obtido por meio de escuta no gabinete da prefeita ou em outro ambiente. “Só a perícia pode esclarecer isso”, pontuou.

Em relação à possibilidade de medidas administrativas ou políticas mais severas, como eventual processo de cassação, o presidente destacou que qualquer decisão dependerá da confirmação dos fatos e do devido processo legal. “Isso depende da Justiça. Primeiro precisamos da veracidade para depois tomar uma posição”, declarou.

Durante a coletiva, também foram abordadas falas atribuídas à prefeita que mencionariam articulações políticas envolvendo vereadores. O presidente reiterou que não é possível confirmar a autoria sem análise técnica. “Precisamos comprovar de quem é a fala antes de qualquer julgamento.”

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Sobre o teor dos áudios que circulam, afirmou que, caso sejam confirmados, o conteúdo é considerado grave. “Se aquilo for verdade, é muito grave e precisa ser tratado com responsabilidade”, disse.

Questionado sobre a relação entre os poderes, Vanderley Cerqueira afirmou que a Câmara mantém sua atuação institucional e que não há impedimentos na tramitação de projetos. “A Câmara tem aprovado os projetos do Executivo. Não há impedimento nas votações”, declarou.

Ao abordar as acusações envolvendo possíveis negociações políticas dentro do Legislativo, afirmou que não há confirmação oficial e que cada parlamentar responde individualmente por suas condutas. “Cada um responde por si”, disse.

O presidente também destacou que, após a conclusão da perícia, os vereadores deverão se reunir para definir os encaminhamentos. “No momento em que tivermos a perícia, vamos reunir os vereadores e tomar uma decisão com base em fatos concretos”, afirmou.

Até o momento, não há confirmação pública sobre a abertura de inquérito específico para investigar o conteúdo dos áudios. A análise do suposto dispositivo encontrado no gabinete da prefeita segue sob responsabilidade técnica da Politec, que deverá indicar se houve, de fato, interceptação irregular.

Caso seja constatada a existência de escuta clandestina, o caso poderá ser encaminhado para investigação criminal. Por outro lado, se os áudios não tiverem autenticidade comprovada, a apuração poderá avançar para eventual responsabilização pela produção ou disseminação de conteúdo falso.

O caso permanece em apuração e depende dos resultados técnicos para definição de eventuais medidas administrativas ou judiciais.

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