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Virgínia Mendes, é internada com dores abdominal e transferida para São Paulo; estado de saúde é estável

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Da Redação

A primeira-dama de Mato Grosso, Virginia Mendes, foi internada na madrugada desta terça-feira (3) após sentir fortes dores abdominais, vômitos e calafrios, em um quadro que exigiu atendimento emergencial e transferência para exames mais aprofundados em São Paulo. A situação de saúde da primeira-dama evoluiu de forma estável, segundo boletins médicos divulgados por veículos locais e pela assessoria de imprensa.  

De acordo com as informações disponíveis, Virgínia deu entrada no Hospital São Mateus, em Cuiabá, ainda nas primeiras horas desta terça-feira, após apresentar um mal-estar abdominal intenso, acompanhado de episódios de vômito e queda da pressão arterial. Durante os primeiros atendimentos, médicos identificaram sinais de possível infecção na região abdominal e iniciaram tratamento com antibióticos e observação clínica.  

Após os primeiros cuidados, a primeira-dama foi encaminhada para São Paulo ainda nesta manhã para realização de exames complementares e maior acompanhamento médico. A escolha pelo deslocamento se deu devido à necessidade de avaliações mais detalhadas, diante do histórico de saúde da paciente, que inclui problemas renais e quadro de infecções prévias.  

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Em nota oficial divulgada pela assessoria, confirmando a internação e a transferência, foi informado que o quadro clínico da primeira-dama “é estável e segue em observação sob cuidados médicos especializados”. A nota ressaltou que os profissionais que acompanham Virgínia estão monitorando de perto sua recuperação e que mais informações serão divulgadas conforme a evolução do quadro.  

Historicamente, Virgínia Mendes já passou por internações e procedimentos médicos em razão de condições de saúde anteriores — entre elas um diagnóstico de apendicite em 2025, que exigiu cirurgia de urgência em São Paulo, e um tratamento contra câncer no pâncreas em 2022. Essas informações foram confirmadas por registros públicos e coberturas de notícias anteriores.  

A primeira-dama, que também é pré-candidata a deputada federal nas eleições de 2026 pelo União Brasil, tem agenda pública e projetos sociais vinculados à gestão do governo estadual, especialmente na área de assistência social. Sua equipe de comunicação reforça que ela permanece em tratamento e que as atividades oficiais estão suspensas até nova orientação médica.  

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Autoridades e apoiadores têm manifestado solidariedade nas redes sociais, desejando rápida recuperação, enquanto familiares e equipe médica mantêm sigilo sobre detalhes específicos do tratamento em curso. A expectativa é que novos comunicados oficiais sejam divulgados ao longo dos próximos dias, à medida que os resultados de exames e avaliações médicas forem consolidados.  

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Guilherme Maluf e ministro debatem monitoramento dos planos municipais de saúde e combate à hanseníase

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Encontro contou ainda com representantes da Atricon e Instituto Rui Barbosa e abordou temas como saúde digital e hanseníase

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Conselheiro do TCE-MT Guilherme Antonio Maluf participou de reunião no Ministério da Saúde. Clique aqui para ampliar

O conselheiro do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT) e presidente da Comissão Permanente de Saúde, Previdência e Assistência Social, Guilherme Antonio Maluf, participou, nesta quinta-feira (5), de reunião no Ministério da Saúde, em Brasília, para tratar dos ajustes finais de um Acordo de Cooperação Técnica voltado ao desenvolvimento de ferramentas para monitoramento dos Planos Municipais de Saúde e qualificação do uso de dados do Sistema Único de Saúde (SUS). Na ocasião, também foram discutidas a realização de auditoria nacional na área de saúde digital e o planejamento das próximas ações de enfrentamento à hanseníase.

O acordo é resultado do trabalho nacional coordenado por Maluf na Comissão Integrada em Saúde (CIS), da Associação dos Membros dos Tribunais de Contas do Brasil (Atricon) e do Instituto Rui Barbosa (IRB), e será firmado com o Ministério da Saúde e o Tribunal de Contas do Estado do Espírito Santo (TCE-ES) para implantação de uma ferramenta dashboard para acompanhamento dos Planos Municipais de Saúde por todos os tribunais de contas. “Essa iniciativa está em fase avançada e a ferramenta permitirá transformar dados em informações estratégicas, apoiar os gestores e qualificar a tomada de decisão na saúde pública”, afirmou o conselheiro.

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Outro ponto tratado foi a proposta de auditoria ordenada em saúde digital, com a participação do Ministério da Saúde, do Tribunal de Contas da União (TCU) e dos tribunais de contas. A iniciativa busca avaliar tecnologias e sistemas de informação do SUS, com foco na harmonização e na interoperabilidade das plataformas.

Crédito: Atricon
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Encontro contou ainda com representantes da Atricon e do Instituto Rui Barbosa.

A ação faz parte de uma parceria estratégica firmada entre as instituições em 2025, que resultou na realização de um diagnóstico nacional sobre saúde digital e que servirá de base para a auditoria nacional a ser realizada em 2026. Segundo Maluf, a aliança traz muitos benefícios para a saúde do país. “Com foco em ações de baixo custo, intercâmbio de informações e na integração entre União, estados e municípios”, disse.

Por fim, Maluf também apresentou ao Ministério da Saúde a pauta do enfrentamento da hanseníase, defendendo que Mato Grosso seja projeto-piloto de uma estratégia nacional de enfrentamento da doença. O tema foi bem recebido pelo ministro Alexandre Padilha, que sinalizou a continuidade do diálogo técnico após um evento nacional, agendado para o mês de março, sobre o assunto.

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O TCE-MT tem atuado fortemente no monitoramento e auxilio no combate à hanseníase em Mato Grosso, estado que registra o maior índice de detecção do Brasil. Além de inserir as estatísticas de doença como ponto de controle obrigatório na análise das contas anuais dos municípios, o órgão tem realizado encontros com especialistas, produzindo cartilhas informativas e orientando os municípios em ações pontuais de enfrentamento. Em novembro de 2025, o TCE-MT ainda determinou que o Governo do Estado e todas as prefeituras apresentem um plano de ação emergencial, com orçamento definido, metas, responsáveis e mecanismos de monitoramento.

 

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