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Vereadores colhem assinatura para abertura de CPI sobre contratos terceirizados na saúde de Cuiabá

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Da Redação

A operação da Policia Federal na secretaria Municipal de saúde de Cuiabá já começa a tomar novos rumos e abrem novas linhas de investigação, tanto no parlamento municipal quanto nas policias civil em MT, uma vez que possivelmente por conta dos desvios de recursos públicos instalado por uma quadrilha, que culminou com o afastamento de dois secretários.

Com essa ação da PF já foram duas operações realizadas nas secretaria que culminou com afastamentos de secretários, a primeira delas foi realizada pela própria polícia civil (PC), no dia (11.05), por meio da Delegacia Especializada de Combate à Corrupção (DECCOR), realizou a Operação Autofagia para cumprimento de ordens judiciais de busca e apreensão e medidas cautelares de afastamento de servidores da Secretaria de Saúde da capital. Neste caso a justiça afastamento de três servidores públicos da área de saúde bucal do município.

Nas investigações da DECCOR, o coordenador de saúde bucal facilitava a transferência de servidores da área por unidades, onde eles receberiam subsídios maiores, Em seguida, junto a outros dois dentistas, também ligados à mesma coordenadoria, passavam a pressionar e ameaçar os servidores transferidos para que estes devolvessem parte dos subsídios recebidos a título de salário. AS investigações iniciaram em dezembro do ano passo.

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Já na semana passada a operação Curare da PF desmantelou outra quadrilha que desviou mais de 100 milhões de reais do dinheiro que deveria ser usado no combate a pandemia, após a operação a justiça federal afastou o secretário de saúde Célio Rodrigues, e o secretário de Gestão Alexandre Beloto.

Nesta semana a vereadora Michelly Alencar (DEM) assinou o requerimento para a criação de uma CPI na Câmara de Cuiabá para investigar os serviços terceirizados nas unidades de saúde da administração direta e indireta da capital. O requerimento foi proposto pelo vereador Marcos Paccola (Cidadania) e tem apoio também dos vereadores Dilemário Alencar (Podemos) e Diego Guimarães (Cidadania).

Conforme justificativa do documento, a Câmara de Cuiabá tem o dever abrir essa investigação após a deflagração da “Operação Curare” pela Polícia Federal e também diante outras denúncias recebidas no parlamento e que versam sobre o mesmo assunto. Para a criação da CPI é necessário o apoio de um terço dos vereadores.

“É lamentável a situação da saúde de Cuiabá. É uma fábrica de escândalos e corrupção. E a pandemia criou um cenário perfeito para essas compras e contratações com dispensa de licitação. O prefeito Emanuel Pinheiro precisa dar explicações. É a gestão dele. É possível que em meio a tantos escândalos de corrupção e três secretários de saúde afastados ele não saiba de nada?”, questionou Michelly Alencar.

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Desde 2017, quando assumiu a prefeitura de Cuiabá, Emanuel Pinheiro já teve cinco secretários de saúde. Desses, três foram afastados da gestão em razão de operações policiais e decisões da Justiça. “Fica claro que o problema é a gestão Emanuel Pinheiro. Entra secretário, sai secretário e os problemas vão se repetindo”, disse a vereadora.

Ela também comentou sobre o depoimento na CPI dos medicamentos vencidos da primeira secretária de saúde da gestão Emanuel, a servidora Elizeth Araújo. A ex-secretária afirmou que pediu a exoneração de Célio Rodrigues, que era diretor administrativo à época de sua gestão. Ele foi mantido na administração, em 2021 se tornou secretário de saúde, mas foi afastado pela Justiça na operação Curare, sendo apontado como membro de organização criminosa.

Conforme as investigações da Polícia Federal, o esquema era formado por dois núcleos, o empresarial e o político-administrativo. Várias empresas foram contratadas com dispensa de licitação e suspeita de direcionamento. Embora tivessem CNPJ diferentes, essas empresas fariam parte do mesmo grupo empresarial. Foram cumpridos 21 mandados de busca e apreensão e medidas cautelares de suspensão de contratos administrativos e de pagamento indenizatórios para as empresas.

 

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Atualização do Cartão SUS ajuda a evitar faltas e acelera atendimento na rede municipal de Cuiabá

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Manter o cadastro atualizado no Sistema Único de Saúde (SUS) tem sido um dos principais aliados para garantir mais agilidade no atendimento da rede pública de Cuiabá. A orientação é da Secretaria Municipal de Saúde, que reforça o papel da população nesse processo, especialmente diante das melhorias recentes na Central de Regulação.

Com a reestruturação do sistema, exames de maior complexidade passaram a ter liberação mais rápida, em alguns casos de forma imediata. A ampliação da oferta e a reorganização dos atendimentos também contribuíram para reduzir o tempo de espera em diversas especialidades.

Apesar dos avanços, um problema ainda impacta diretamente o funcionamento da rede: o alto número de pacientes que não comparecem aos atendimentos agendados.

Segundo a Secretaria, a principal causa está na dificuldade de contato com os usuários, devido a informações desatualizadas no cadastro, como telefone incorreto ou endereço antigo.

A secretária municipal de Saúde, Deisi Bocalon, explica que esse tipo de situação acaba prejudicando não apenas o próprio paciente, mas toda a rede.

“Quando o paciente não é localizado ou não comparece, aquela vaga deixa de ser utilizada por outra pessoa que está aguardando. Hoje temos condições de atender mais rápido, mas precisamos que a população mantenha seus dados corretos para que o sistema funcione com eficiência”, destacou.

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A atualização cadastral é simples e deve ser feita diretamente nas Unidades de Saúde da Família (USFs). O procedimento garante que o paciente seja avisado sobre consultas, exames e até cirurgias, evitando perdas de vagas e retrabalho das equipes.

Para atualizar o cadastro, é preciso apresentar:
• Documento com foto;
• Cartão SUS;
• Comprovante de residência atualizado (caso tenha mudado de endereço).

Além de facilitar o contato com o paciente, a atualização contribui diretamente para:
• Redução do número de faltas;
• Melhor aproveitamento das vagas disponíveis;
• Organização dos atendimentos na rede pública;
• Planejamento mais eficiente das ações de saúde.

“Estamos avançando na organização da Regulação e ampliando a oferta de serviços. Com o cadastro atualizado, conseguimos dar mais rapidez aos atendimentos e garantir que menos vagas sejam desperdiçadas”, reforçou Deisi Bocalon.

Canais da Central de Regulação

Exames e Consultas
(65) 99323-1015 (telefone e WhatsApp)
E-mail: [email protected]

Exames de Alta Complexidade (APAC)
(65) 99219-2869 (telefone e WhatsApp)
E-mail: [email protected]

Cirurgias Eletivas
(65) 99307-3477 / (65) 99209-8416 (telefone e WhatsApp)
E-mail: [email protected]

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Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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