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Vereador diz que arborização e verticalização são iniciativas essenciais para o desenvolvimento de Cuiabá

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01/11/2024
Vereador diz que arborização e verticalização são iniciativas essenciais para o desenvolvimento de Cuiabá
Durante sessão ordinária na Câmara de Cuiabá nesta quinta-feira (31), o vereador Eduardo Magalhães (Republicanos) abordou sobre o Plano Diretor de Cuiabá, que há anos vem sendo debatido pelas autoridades, mas nunca se chegou a um denominador comum.&nbsp O plano é responsável por orientar o crescimento e o desenvolvimento urbano de toda a cidade, buscando melhorar a qualidade de vida da população, reduzindo as desigualdades socioeconômicas e tornando as cidades mais inclusivas, justas e ambientalmente equilibrada. Dentro deste contexto, o parlamentar enfatizou a importância da arborização e verticalização da Capital, que é considerada uma das cidades mais quentes do Brasil.&nbsp
“A construção de prédios e a plantação de árvores são iniciativas essenciais para o desenvolvimento do nosso município”, pontuou Magalhães ao lembrar que além de gerar sombra os prédios conseguem abrigar maior número de famílias por metro quadrado que os condomínios residenciais e, além de tudo, ainda exigem menos investimento em infraestrutura por parte da prefeitura.&nbsp
“Enquanto você consegue colocar 100 famílias em um prédio que ocupa cerca de 300, 400 metros quadrados, você só consegue colocar 30 famílias em um residencial de condomínio fechado que ocupa o mesmo espaço e que depois a prefeitura ainda precisa levar&nbsp ponto de ônibus, creche, rede de esgoto, entre outras demandas”, completou o parlamentar ao assinalar que a arborização é tão importante quanto a verticalização, porém o processo de crescimento das árvore é muito lento, uma vez que cada árvore leva entre 10,15 e até 30 anos para atingir altura necessária e gerar sombra. E um prédio, leva em média três e quatro anos pra ficar pronto.
“Então, quando o cidadão chegar na prefeitura pra dar entrada numa licença pra construção de um prédio, ele tem que ter prioridade pois ele faz a economia girar, dando emprego para o pintor, pedreiro, carpinteiro, azulejista, movimentando os restaurantes que fornecem marmitas para os trabalhadores e muito mais”, reiterou o vereador ao dizer que o poder público precisa facilitar para a cidade se desenvolver para o alto e para isso é importante rever o Plano Diretor para que se consiga&nbsp melhorar a gestão do espaço urbano, da mobilidade, da segurança dos munícipes e da qualidade de vida inclusive dos menos favorecidos economicamente.
Da Assessoria

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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Parlamentar defende desenvolvimento da capital com inclusão e dignidade

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Ana Conrado | Assessoria da vereadora Baixinha Giraldelli 

A vereadora Baixinha Giraldelli (Solidariedade) voltou a se manifestar sobre  as diretrizes estabelecidas no Plano Diretor de Cuiabá durante a sessão de terça-feira (14), reforçando a necessidade de que o crescimento da cidade esteja alinhado à garantia de dignidade e inclusão social para a população.
Diferente de manifestações anteriores, a parlamentar direcionou sua fala ao impacto real do planejamento urbano na vida de quem já vive em regiões consolidadas, mas ainda invisíveis do ponto de vista legal. “Não é só sobre crescer, é sobre garantir que as pessoas tenham direito à cidade”, destacou.
Durante o discurso, Baixinha criticou a ideia de que bairros como Pedra 90, Coxipó e Parque Cuiabá devam esperar por uma valorização a longo prazo. Segundo ela, essa lógica ignora a urgência de milhares de famílias que convivem há décadas com a falta de regularização fundiária e infraestrutura básica.
A vereadora enfatizou que a ausência de regularização vai além da questão documental e impacta diretamente na qualidade de vida da população. “São bairros que existem de fato, mas não de direito. Isso gera insegurança, exclusão e abandono”, afirmou.
Baixinha também pontuou que a falta de regularização dificulta ou impede a chegada de serviços essenciais, comprometendo o desenvolvimento dessas regiões. Entre os principais problemas enfrentados, ela citou:
Falta de saneamento básico;
Ausência de pavimentação;
Problemas de drenagem;
Iluminação pública insuficiente.
Outro ponto abordado foi a ocupação de áreas inadequadas, como margens de rios e regiões de risco, o que agrava questões ambientais e aumenta a vulnerabilidade dessas famílias.
A vereadora defendeu que é preciso transformar o debate em ações concretas. “Todo mundo já sabe o que precisa ser feito. O que falta é vontade política, planejamento e prioridade real para que isso saia do papel”, declarou.
Ao encerrar, Baixinha reforçou que não é contra o crescimento urbano, mas defende que ele aconteça de forma responsável. “O Plano Diretor tem que permitir o crescimento, sim, mas não podemos esquecer do que já existe. Não podemos deixar essas comunidades para trás”, concluiu.

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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