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Venda da Santa Casa: Max Russi defende manutenção do hospital e vê Mauro e Abílio como possíveis compradores

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por Alisson Gonçalves

O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Max Russi (PSB), afirmou nesta quarta-feira (24), que a Santa Casa de Misericórdia de Cuiabá pode ser arrematada por cerca de R$ 25 milhões e que tanto o governador Mauro Mendes (União) quanto o prefeito Abílio Brunini (PL) têm condições de assumir a compra.

A declaração foi feita após o conselheiro do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE), Sérgio Ricardo, avaliar que esse valor seria plausível para viabilizar a venda da unidade.

Russi destacou que o essencial é garantir a continuidade do atendimento à população em um prédio considerado histórico para a capital.

“Nem sempre o negócio sai pelo valor que se gostaria. O comprador tem uma oferta e o vendedor tem a pedida. O importante é que ali continue sendo uma estrutura de saúde atendendo o povo de Cuiabá e o povo de Mato Grosso”, disse.

O imóvel, oficialmente avaliado em R$ 78,2 milhões, será ofertado em leilão por R$ 39,1 milhões, metade do valor original. No entanto, diante das dívidas acumuladas e das dificuldades financeiras que já levaram a paralisações no atendimento, há pressão para que uma solução definitiva seja encontrada.

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Questionado sobre eventual participação da Assembleia no processo, Russi afirmou que o Parlamento pode contribuir, mas reforçou que Estado e Prefeitura têm plenas condições de bancar o investimento.

“Não é um recurso absurdo. Se tiver necessidade para viabilizar a manutenção de uma estrutura de saúde em um prédio histórico, a Assembleia vai estar junto”, garantiu.

O deputado também lembrou que, durante a pandemia, a Assembleia colaborou com a abertura de leitos de UTI e campanhas de vacinação ao devolver recursos para o Executivo. Para ele, esse espírito de união entre as instituições deve ser repetido no caso da Santa Casa.

Em contraponto, o deputado Dr. João (MDB) alertou que o valor proposto não cobre as dívidas trabalhistas da entidade. Russi respondeu que essa responsabilidade cabe à Justiça do Trabalho.

“Confio na Justiça do Trabalho. O trabalhador não pode ter prejuízo, mas essa não é uma responsabilidade da Assembleia. Nosso papel é outro, e precisamos confiar nas instituições”, frisou.

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Comissão aprova proposta de José Medeiros que impede crédito rural a invasores de terra

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_O parecer teve três votos contrários de deputados do Partido dos Trabalhadores (PT)_

A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados aprovou o substitutivo apresentado pelo deputado e membro da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), José Medeiros (PL), ao Projeto de Lei 4705/2025, que impede invasores de propriedades rurais de acessar políticas públicas da agricultura familiar, como crédito do Pronaf e programas de compra de alimentos.

Em seu parecer, Medeiros, que é relator do projeto, afirma que a proposta busca impedir que invasores de propriedades sejam tratados como agricultores familiares e tenham acesso a recursos públicos.

“Não podemos admitir que criminosos, como os do MST, além de invadir propriedades que não lhes pertencem, ainda consigam acesso a benefícios. Precisamos cuidar para que recursos públicos não sejam usados em propriedades sem legitimidade fundiária, o que acaba incentivando invasões e gerando insegurança no campo”, afirmou o deputado.

O texto aprovado, relatado por Medeiros, proíbe que pessoas envolvidas em invasão de terras sejam beneficiadas por programas governamentais voltados à agricultura familiar. Além disso, exige a comprovação da propriedade ou posse legítima do imóvel e inscrição ativa no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) para participação em programas públicos.

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Para Medeiros, a medida corrige falhas que vinham permitindo o acesso irregular a recursos públicos. Segundo ele, a proposta garante que os investimentos cheguem a quem realmente trabalha no campo, evitando que ocupações ilegais sejam beneficiadas.

“Os critérios passam a ser mais rígidos para o acesso a políticas públicas. Isso garante mais segurança jurídica e evita distorções na destinação de recursos”, explicou.

O parecer teve três votos contrários de deputados do Partido dos Trabalhadores (PT). O projeto segue agora para análise da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), antes de avançar na tramitação na Câmara dos Deputados.

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