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Unidade de Saúde do bairro Unipark é interditada por risco estrutural

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Conforme a Secretaria de Saúde, o município está em tratativas com parlamentares para viabilizar os recursos necessários para a construção da nova unidade

A Unidade de Saúde do bairro Unipark foi interditada nessa quarta-feira (25.02), após a constatação de graves problemas em sua estrutura física. Inaugurada em 2004, a unidade recebeu apenas uma reforma ao longo de mais de duas décadas de funcionamento. O prédio apresentava rachaduras significativas, infiltrações e outros comprometimentos que colocavam em risco a segurança de servidores e de pacientes.

Em vistoria técnica, o engenheiro civil da Secretaria Municipal de Saúde, Michael Alves, emitiu laudo condenando a edificação e apontou que não há viabilidade técnica para reforma. Segundo ele, a estrutura apresentava riscos iminentes.

“A unidade do Unipark vinha funcionando em condições totalmente inadequadas, com rachaduras estruturais significativas nas paredes e outros comprometimentos que inviabilizavam a permanência de pessoas no local. Não há mais condições de manter o funcionamento”, destacou.

Ainda conforme o engenheiro, durante a avaliação técnica, foram identificadas falhas graves na edificação.

“Durante a vistoria, nossa equipe constatou fissuras estruturais e indícios de movimentação no prédio, o que exige atenção imediata. Por medida de segurança, as áreas mais comprometidas foram isoladas preventivamente”, explicou.

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Michael ressaltou que a decisão foi tomada com base em critérios técnicos e responsabilidade.

“Nosso compromisso é garantir a segurança de todos. Não trabalhamos com improviso quando se trata de estrutura física. A prioridade é adotar uma solução definitiva, técnica e segura, o que, neste caso, levou à condenação do prédio e à necessidade de demolição para construção de uma nova unidade”, concluiu.

Segundo a secretária municipal de Saúde, Deisi Bocalon, estão em andamento tratativas com parlamentares para viabilizar os recursos necessários para a construção da nova unidade. “Desde o ano passado estão sendo realizadas conversas e tratativas com deputados estaduais e federais para viabilizar recursos para a construção da unidade”, comentou.

Enquanto o novo prédio não é viabilizado, a equipe da unidade do Unipark foi remanejada para a Unidade de Saúde do Parque do Lago. Todos os pacientes que pertencem na área de abrangência do Unipark continuarão sendo atendidos provisoriamente nessa unidade, sem prejuízo na assistência.

A Secretaria Municipal de Saúde também avalia a possibilidade de locação de um novo imóvel para realocar temporariamente a equipe, garantindo melhores condições de trabalho e atendimento, até que a nova unidade seja construída.

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A medida, segundo a gestão municipal, reforça o compromisso com a segurança da população e dos profissionais de saúde, além de assegurar a continuidade dos serviços prestados à comunidade durante todo o período de transição.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Projeto Dança e Inclusão inicia aulas nesta sexta-feira no CRAS São Mateus

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O projeto terá duração de cinco meses e, ao final desse período, será realizada uma mostra de dança para que as alunas apresentem tudo o que aprenderam ao longo das aulas

Nesta sexta-feira (27), os sonhos de pelo menos 50 crianças se tornam realidade. Serão iniciadas as aulas do Projeto Dança e Inclusão, no Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) do bairro São Mateus, em Várzea Grande.

Promovido pela Prefeitura de Várzea Grande, por meio da Secretaria Municipal de Assistência Social, o projeto oferece aulas gratuitas de dança de Ballet e Jazz, como instrumento de inclusão social, incentivando a expressão corporal, a disciplina, a convivência e o fortalecimento dos vínculos comunitários.

Ao todo, foram disponibilizadas 50 vagas distribuídas entre as modalidades Baby Class (Ballet), Ballet Infantil e Jazz Iniciante.

O projeto terá duração de cinco meses e, ao final desse período, será realizada uma mostra de dança para que as alunas apresentem tudo o que aprenderam ao longo das aulas. O figurino da apresentação será cedido pelo projeto, sem custo para as famílias, sendo necessário apenas providenciar meia-calça e sapatilha.

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A organização orienta que as alunas cheguem com pelo menos 10 minutos de antecedência para garantir o bom andamento das atividades.

Para o Ballet, quem já possuir pode usar collant, meia-calça, saia e sapatilha. Quem ainda não tiver o traje pode comparecer de legging e meia. O cabelo deve estar preso, preferencialmente em coque.

Para o Jazz, a recomendação é utilizar roupa confortável para movimentos, como legging, camiseta e meia, com o cabelo preso em rabo de cavalo.

A Secretaria reforça que as vagas devem ser ocupadas apenas por quem realmente tenha disponibilidade para participar das aulas às sextas-feiras pela manhã, assegurando o melhor aproveitamento do projeto.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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