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Tribunal do Crime executa a tiros homem acusado de estuprar e matar jovem autista em Manaus, VEJA O VÍDEO

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Da redação
Dois crimes violentos registrados em sequência neste fim de semana provocaram forte comoção social e acenderam um alerta sobre a atuação de facções criminosas e a prática do chamado “Tribunal do Crime” em Manaus, no Amazonas. A jovem Juliana da Silva Teixeira, de 23 anos, foi encontrada morta e violentada na madrugada de sábado, em um terreno baldio, após desaparecer horas antes. Pouco depois, um homem identificado como Bruno dos Santos, conhecido como “Loirinho” e apontado informalmente nas redes sociais como principal suspeito do crime, foi executado a tiros na zona norte da capital.

Segundo familiares, Juliana era uma jovem tranquila, não fazia uso de drogas e tinha diagnóstico de transtorno do espectro autista. O corpo foi localizado por populares durante o fim de semana, em circunstâncias que indicam extrema violência, o que ampliou a indignação da população e impulsionou uma onda de manifestações nas redes sociais.

Ainda no sábado, vídeos e publicações passaram a circular apontando “Loirinho” como autor do feminicídio. As imagens mostram o homem cercado por indivíduos armados, em um ambiente que seria dominado por facções criminosas. No registro, ele aparece confessando o assassinato de Juliana. Em seguida, sem qualquer intervenção das autoridades, os homens que o cercavam anunciam a sentença. O suspeito é colocado contra uma parede e executado com diversos disparos na cabeça e em outras partes do corpo, morrendo no local.

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A Polícia Civil informou que, até o momento, não identificou os autores da execução nem confirmou oficialmente a autoria do feminicídio. As investigações seguem em andamento para apurar tanto a morte de Juliana quanto o homicídio de Bruno dos Santos, além da origem e da veracidade dos vídeos amplamente divulgados.

O caso expôs, mais uma vez, a atuação do chamado “Tribunal do Crime”, prática em que facções criminosas assumem o papel de juízes e executores, aplicando punições sumárias fora da lei. Especialistas em segurança pública alertam que, embora parte da população manifeste sensação de “justiça feita”, esse tipo de ação representa grave ameaça ao Estado de Direito, amplia o ciclo de violência e impede a responsabilização adequada dos envolvidos.

Familiares de Juliana afirmaram que a execução do homem apontado como suspeito trouxe um sentimento momentâneo de alívio, mas reforçaram o pedido por justiça dentro da lei e por respostas oficiais sobre o crime que tirou a vida da jovem. O duplo episódio, marcado por brutalidade e repercussão intensa, mantém Manaus em estado de choque e reacende o debate sobre segurança pública, violência de gênero e o avanço do poder paralelo imposto por organizações criminosas.

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Um vídeo que circula nas redes sociais, mostram o momento da execução de Loirinho.

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Câmeras registam médico matar dois colegas a tiros após briga em restaurante de luxo em São Paulo:, VEJA O VÍDEO

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por Nayara Cristina

CONFUSÃO E SANGUE FRIO

Um duplo homicídio brutal, cometido em plena noite de sexta-feira, chocou moradores da Grande São Paulo e a comunidade médica. Imagens de câmeras de segurança registraram o momento em que o médico Carlos Alberto Azevedo da Silva Filho, de 44 anos, matou a tiros dois colegas de profissão em frente a um restaurante de alto padrão localizado na Avenida de Copacabana, no bairro Alphaville Plus, em Barueri. O crime ocorreu na noite do dia 16 de janeiro de 2026, e o autor foi preso em flagrante.

As vítimas foram identificadas como Luiz Roberto Pelegrini Gomes, de 43 anos, e Vinícius dos Santos Oliveira, de 35. Segundo a polícia, ambos conheciam o atirador, o que reforça a linha de investigação de que o crime teve motivação pessoal após uma discussão acalorada.

As gravações internas do restaurante mostram o início do conflito. Carlos Alberto chega ao local, cumprimenta algumas pessoas com aperto de mãos e, em seguida, inicia uma discussão com os dois médicos. Em determinado momento, ele desfere um tapa no rosto de Luiz Roberto, que estava sentado. Vinícius, ao presenciar a agressão, reage com socos, dando início a uma confusão generalizada dentro do estabelecimento.

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Uma segunda gravação, feita do lado de fora, revela a sequência ainda mais grave dos fatos. Luiz Roberto e Vinícius aparecem caminhando tranquilamente pelo estacionamento quando Carlos Alberto surge por trás, já com uma arma de fogo em punho, e começa a atirar. As vítimas não tiveram chance de reação e morreram no local antes da chegada do socorro.

De acordo com a decisão judicial que converteu a prisão em flagrante em prisão preventiva, guardas civis municipais de Barueri haviam sido acionados para atender uma ocorrência no restaurante antes dos disparos, após denúncia de que havia um homem armado no local. Na ocasião, foi realizada uma busca pessoal em Carlos Alberto, mas nenhuma arma foi encontrada. Ele apresentava marcas de agressões e afirmou aos agentes que deixaria o local.

Minutos depois, porém, o médico retornou armado e executou os dois colegas. Testemunhas relataram à polícia que a arma utilizada no crime teria sido entregue a Carlos Alberto por uma mulher, informação que agora é alvo de apuração pelas autoridades.

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A Polícia Civil investiga as circunstâncias do crime, a origem da arma e a possível participação de terceiros, além da real motivação que levou o médico a matar dois colegas de profissão com quem mantinha relação prévia. O caso segue sob investigação e causou forte comoção em Barueri e em todo o estado de São Paulo, tanto pela violência quanto pelo fato de envolver profissionais da área da saúde em um desfecho trágico.

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