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Thiago Silva reivindica recursos para ampliar o atendimento psiquiátrico no Hospital Paulo de Tarso

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Em pronunciamento durante a Sessão plenária da última semana (26), na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), o deputado estadual Thiago Silva (MDB) reivindicou investimentos da Secretaria Estadual de Saúde (SES) para ampliar e fortalecer o atendimento em saúde mental no Hospital Psiquiátrico Paulo de Tarso, em Rondonópolis.

De acordo com o parlamentar, a crescente demanda por serviços psiquiátricos na região reforça a necessidade de novos recursos para garantir o acolhimento e tratamento adequado à população. “Na última semana, estivemos reunidos com as diretoras Cristina Luz e Anne Marie Tomczyk, que nos apresentaram as principais demandas do Hospital Paulo de Tarso. A unidade tem prestado um serviço essencial a milhares de pessoas de Rondonópolis e de outros municípios, e precisamos da atenção do Governo para viabilizar investimentos que ampliem esse atendimento. Infelizmente, os casos de depressão e transtornos mentais têm aumentado em todo o Estado, exigindo a implementação de políticas públicas eficazes para a saúde mental”, destacou Thiago Silva.

O deputado relembrou sua atuação na Assembleia Legislativa em prol da causa, ressaltando que, em 2020, apresentou uma emenda para modificar o Fundo Estadual de Equilíbrio Fiscal (FEEF/MT) e incluir o Hospital Psiquiátrico Paulo de Tarso entre as unidades beneficiadas. Com essa iniciativa, foram destinados mais de R$ 4 milhões para fortalecer a estrutura e ampliar os serviços na área psicossocial.

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“O Hospital Paulo de Tarso desempenha um papel fundamental na assistência psiquiátrica em Rondonópolis e em toda a região sudeste do Estado. Para garantir o pleno funcionamento da unidade e a continuidade dos atendimentos, é essencial contar com o apoio do Governo. Vamos continuar trabalhando para que os investimentos necessários sejam viabilizados e possamos proporcionar um atendimento digno e humanizado à população”, concluiu o deputado Thiago Silva.

Fonte: ALMT – MT

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Mato Grosso proíbe visitas íntimas a condenados por feminicídio, estupro e pedofilia

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O Governo de Mato Grosso sancionou a Lei nº 13.283, de 14 de abril de 2026, que proíbe a realização de visitas íntimas para condenados por crimes de feminicídio, estupro e pedofilia, desde que haja sentença transitada em julgado. A norma, de autoria do deputado estadual Eduardo Botelho (MDB), foi publicada em edição extra do Diário Oficial e já está em vigor.

A nova legislação estabelece que a vedação se aplica exclusivamente aos detentos com condenação definitiva, ou seja, quando não há mais possibilidade de recurso judicial. A medida não interfere nas visitas sociais, que continuam sendo permitidas nos termos da Lei de Execução Penal. De acordo com o texto, considera-se visita íntima aquela realizada fora do alcance de monitoramento e vigilância dos servidores do sistema prisional, em ambiente reservado e sem a presença de terceiros.

A proposta busca reforçar o caráter punitivo e pedagógico da pena, além de contribuir para a segurança dentro das unidades prisionais. Entre os pontos elencados na justificativa do projeto estão os riscos associados à prática, como a entrada de objetos ilícitos, a disseminação de doenças e a facilitação de atividades criminosas no interior dos presídios.

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O governador Otaviano Pivetta (Republicanos) destacou que a sanção da lei, logo nos primeiros dias à frente do Executivo estadual, sinaliza o direcionamento da atual gestão no enfrentamento à criminalidade e no fortalecimento das políticas de segurança pública.

“A sanção desta lei reafirma o compromisso do Estado com o enfrentamento firme à violência e com a proteção da sociedade, especialmente das mulheres e das crianças. Estamos tratando de crimes graves, que exigem respostas claras do poder público. Essa medida também contribui para o fortalecimento da disciplina e da segurança no sistema penitenciário de Mato Grosso”, pontuou.

Autor da proposta, o deputado Eduardo Botelho avaliou que a iniciativa representa um avanço no enfrentamento à violência e na responsabilização de condenados por crimes graves.

“A visita íntima não é um direito absoluto do apenado. Estamos tratando de crimes extremamente graves, que violam direitos fundamentais, especialmente de mulheres e crianças. Essa medida fortalece o caráter punitivo da pena e corrige uma distorção, ao impedir que condenados por esse tipo de crime tenham acesso a um benefício que não condiz com a gravidade dos atos praticados”, argumentou o parlamentar.

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Botelho acrescentou que a sanção da lei consolida o compromisso do Estado de Mato Grosso com o enfrentamento à violência e a adoção de medidas que ampliem a segurança e a efetividade do sistema prisional. O deputado ainda ressaltou que a legislação está alinhada a práticas adotadas em outros países e respeita a competência dos estados para regulamentar o sistema penitenciário, sem interferir na estrutura do Poder Executivo.

Fonte: ALMT – MT

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