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Testemunhas afirmam que jovem foi assassinado por PM após não ser correspondido por mulheres em bar

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JB News

Por Alisson Gonçalves

 

Testemunhas afirmam que o assassinato do segurança Claudemir Sá Ribeiro, de 26 anos, foi motivado por frustração e ciúmes.

O crime aconteceu em um bar de Colniza (MT) e foi cometido por um subtenente da Polícia Militar, de 54 anos, que também é diretor de uma escola militar da cidade.

Segundo relatos, o suspeito teria pago bebidas para algumas mulheres, mas, ao perceber que elas estavam em outra mesa, junto da vítima, ficou irritado e acabou executando o jovem a tiros.

Imagens de câmeras de segurança registraram o momento em que o subtenente se aproxima da mesa onde Claudemir estava com o irmão e um amigo.

Após um breve diálogo, ele saca a arma e atira à queima-roupa no peito do rapaz, que ainda tenta correr, mas morre pouco depois.

Funcionários do bar relataram que o suspeito já demonstrava sinais de irritação antes do crime.

Ele chegou a reclamar, dizendo que havia pago bebidas para as mulheres e que elas agora estavam com “faccionados”. Uma funcionária afirmou que o subtenente teria falado em “matar todo mundo”.

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A ex-namorada da vítima, que estava no bar no momento do crime, também foi ouvida pela polícia.

Segundo ela, o suspeito apontou para Claudemir e disse que ele era integrante de uma facção criminosa. Mesmo sem qualquer prova disso, insistiu na acusação e ficou ainda mais exaltado quando viu a mulher cumprimentando o ex-namorado.

Após o crime, o subtenente fugiu, mas foi encontrado pela polícia em casa, onde foi preso sem resistência. A arma utilizada no assassinato foi apreendida.

Em depoimento, o suspeito alegou que agiu em legítima defesa, mas o delegado responsável pela investigação, Ronaldo Binoti Filho, afirmou que essa versão não condiz com as imagens e os relatos das testemunhas.

O subtenente teve a prisão em flagrante decretada e a polícia já solicitou a conversão para prisão preventiva. Ele passará por audiência de custódia e segue à disposição da Justiça.

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Polícia Civil prende professor de música e ex-companheira por estupro de vulnéravel e armazenamento de pornografia infantil

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Um professor de música e sua ex-companheira envolvidos em crimes graves de estupro de vulnerável e produção/registro de pornografia infantil, utilizando os próprios filhos da suspeita, foram presos em trabalho conjunto da Polícia Civil e da Polícia Militar, realizado na última semana, no município de Campo Verde.

O suspeito, de 38 anos, foi preso em flagrante na última quarta-feira (15.4), após ser flagrada na companhia de uma menor de 14 anos, que estava desaparecida no município de Jaciara. Já sua ex-companheira, de 32 anos, teve o mandado de prisão preventiva cumprido na sexta-feira (17), por envolvimento nos atos praticados contra os próprios filhos.

Com a prisão do suspeito outras vítimas possam aparecer, uma vez que o professor trabalhou em instituições no município de Jaciara e Nova Brasilândia.

As investigações, conduzidas pela Delegacia de Campo Verde, iniciaram após a Polícia Civil ser acionada pela Polícia Militar, sobre uma mulher que estaria supostamente sendo ameaçada por uma facção criminosa atuante em Campo Verde a praticar atos sexuais com seus próprios filhos, um menino de 11 anos e uma menina de 9 anos.

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Segundo as informações, as ameaças também a obrigavam permitir que seu ex-companheiro praticasse atos sexuais com sua filha e registrasse os abusos em vídeo.

Com base nas informações passadas e elementos reunidos, foi levantada a hipótese que o autor das mensagens seria o professor de música, ex-companheiro da mãe das crianças.

Prisões

Diante das evidências, a equipe da Polícia Militar iniciou as buscas, conseguindo localizar o suspeito que se encontrava em companhia de uma ex-aluna, menor de idade, sendo revelado que o investigado mantinha um relacionamento com a adolescente desde que ela tinha 13 anos. A menor era considerada desaparecida, desde de dezembro de 2025, quando o professor de música se retirou de Jaciara com sua aluna, sem a permissão de seus familiares.

Com o avanço das investigações, foi confirmado que era ele quem enviava as imagens para a ex-companheira exigindo a confecção do material de pornografia infantil e outras condutas envolvendo a investigada e as crianças.

Com base nas investigações, foi representado pela prisão preventiva da investigada, pelos crimes de estupro de vulnerável e produção/registro de pornografia infantil, cometido contra seus próprios filhos. O mandado foi deferido pela Justiça e cumprido, na tarde de sexta-feira (17), pela equipe de investigadores da Delegacia de Campo Verde.

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Segundo o delegado responsável pelas investigações, Gabriel Conrado, na residência do professor, foram apreendidos medicamentos para disfunção erétil, entre outros, três aparelhos celulares e dois computadores que foram encaminhados à Perícia Técnica, que poderão auxiliar o avanço das investigações.

“A Polícia Civil segue com as investigações e trabalha com a linha de investigação de que o suspeito possa estare inserido em uma organização criminosa voltada para a prática de crimes sexuais de crianças/adolescentes, bem como com a comercialização/distribuição dos materiais pornográficos envolvendo menores de idade”, disse o delegado.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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