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Sinop inaugura primeira fábrica de água alcalina de MT

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A fábrica da Puríssima em Sinop é a primeira no estado naturalmente alcalina

 

A Puríssima Água Mineral inaugurou nesta quinta-feira (12), em Sinop, sua terceira fábrica em Mato Grosso. Moderna, a unidade envasará somente garrafões de 20 litros e irá abastecer toda a região Norte do estado, a partir de Nova Mutum, utilizando uma fonte de água local.

A nova fonte de água da Puríssima, denominada Fonte Parecis, tem um grande diferencial, sendo a primeira água mineral de Mato Grosso com propriedades alcalinas naturais, que podem trazer benefícios ao organismo. Além disso a água possui um mineral raro entre as águas minerais que é o vanádio, que tem propriedades que auxiliam no controle do colesterol e glicose no organismo. A descoberta da fonte é fruto de anos de trabalho e pesquisas hidrogeológicas por parte da empresa. A nova fonte passou por uma série de aprovações de órgãos regulamentadores de mineração, meio-ambiente e saúde, estaduais e federais.

A Fonte Parecis foi obtida através de uma moderna e profunda captação e com mais de 250 metros. De acordo com as pesquisas feitas pela Puríssima, as condições geológicas do local são únicas e influenciam diretamente na composição da água que apresenta, além de alto grau de pureza, uma composição equilibrada de sais minerais, conferindo leveza ao produto, com baixíssimo teor de sódio e nitrato, pH alcalino, e a presença de flúor e vanádio que são importantes micronutrientes para a boa funcionalidade do organismo humano.

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A Puríssima está sempre atenta aos movimentos mundiais que buscam opções mais saudáveis e funcionais em todos os aspectos da alimentação. “A empresa mantém um corpo técnico e de especialistas desenvolvendo pesquisas em diferentes regiões do estado para descobrir fontes de água mineral com características especiais, como foi com a Fonte Parecis, em Sinop. É a primeira de Mato Grosso com essa propriedade naturalmente alcalina”, explica o diretor comercial Filipe Nery Franzner.

O processo de captação é feito com total segurança para garantir a qualidade e a integridade da água. “A água vem do lençol freático, vem para um outdoor, onde fica depositada, passa pela tubulação de inox, em um processo que acontece sem interferência manual”, afirma o diretor-geral Wilmar Franzner.

A fábrica da Puríssima está localizada às margens da BR-163, distante 20 km do centro de Sinop em direção a Sorriso.

Puríssima – A marca Puríssima é referência de qualidade quando o assunto é água mineral. A empresa é genuinamente mato-grossense, tendo iniciado suas atividades em 1999, com a oferta de um produto totalmente natural, sem necessitar de tratamento, purificação, alteração química ou aditivo em sua composição original. A Puríssima foi a primeira empresa de água mineral do estado certificada pela ISO9001 e pela NSF, uma organização líder mundial em segurança alimentar. A empresa está sediada em Cuiabá e sua fonte de água está localizada no município de Dom Aquino.

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A empresa tem como missão embalar a água tal como se encontra na fonte, preservando intactas as características originais e garantindo total segurança alimentar até ao ponto de venda, exige um processo inteiramente concentrado na preservação da água. Além do desafio de aumentar a escala de produção e desenvolver novas embalagens que atendam aos diversos perfis de consumidores, a Puríssima Água Mineral busca atender os novos hábitos alimentares que demandam produtos com melhores índices nutricionais.

Além dos garrafões de 20 litros, a empresa possui vários produtos voltados para diferentes públicos, como garrafinhas de 500 ml e até a Puríssima Gourmet, ideal para celebrar momentos mais especiais.

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Projeto de viveiros contribuirá para reestruturação de áreas degradadas no Pantanal de MT e geração de renda para comunidades 

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Iniciativa do Sesc Pantanal e Wetlands International será desenvolvida em Poconé e Barão de Melgaço 

Com a produção de sementes nativas do Pantanal, o projeto “Rede de mudas e sementes pantaneiras” irá contribuir com a regeneração das matas ciliares e a reestruturação de áreas e ecossistemas degradados na porção norte do bioma. A inciativa do Polo Socioambiental Sesc Pantanal e da Wetlands Internacional conta com sete parceiros para o desenvolvimento dos viveiros comunitários em Poconé e Barão de Melgaço, em Mato Grosso, que terá início ainda este ano.

A implantação de dois viveiros permanentes permitirá produzir mudas de alta qualidade e sistema de manejo para coleta de sementes de espécies vegetais nativas. A primeira etapa do projeto, com duração de 10 meses, prevê a produção de 40 mil mudas por viveiro, em uma área de meio hectare, empregando mão-de-obra de famílias em cada comunidade, com dedicação de meio período por dia, todos os dias na semana.

De acordo com a superintendente do Sesc Pantanal, Christiane Caetano, a instituição consumirá cerca de 20 mil mudas por comunidade na primeira produção. “O restante será comercializado para fazendas, parques e outras áreas privadas e públicas”,

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explica.

A produção de mudas em viveiros será complementada com a criação da rede de sementes, que permitirá a inclusão de mais famílias no sistema de manejo para coleta de sementes. O ciclo de obtenção das sementes é menor, cerca de quatro meses, e permitirá geração de renda entre os ciclos de produção das mudas. A produção pretendida de sementes é de 2 toneladas ao ano. Para a coleta, serão cadastradas, além das unidades do Polo socioambiental Sesc Pantanal, áreas privadas do entorno dos viveiros e públicas de Poconé e Barão de Melgaço.

Em reunião realizada nesta quarta-feira (7 de abril), a superintendente do Sesc Pantanal apresentou o projeto ao prefeito de Poconé, Tatá Amaral, para o planejamento das atividades. “Ficamos satisfeitos por sermos lembrados pelo Sesc para mais uma parceria, que vai atender a Comunidade Capão do Angico, onde já tem um trabalho firmado com a cerâmica. Ou seja, só vai fortalecer a renda das famílias. Agradecemos pela parceria e desejamos que venham outras mais, para atendermos as demandas do município”, avalia o prefeito.

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Projeto desenvolvido pelas comunidades 

Os dois viveiros serão construídos por meio de parcerias, em áreas públicas cedidas pelas prefeituras na Comunidade Capão do Angico (Poconé) e em São Pedro de Joselândia (Barão de Melgaço), para uso comunitário das famílias participantes do projeto. Além dos viveiros, serão construídos poços para irrigação e depósito para armazenamento e beneficiamento das sementes.

“O projeto oportunizará às famílias das duas comunidades fonte de renda à curto prazo para prover seus meios de vida, por meio da comercialização da produção estimada. A médio e longo prazo, o projeto da rede de mudas e sementes pantaneiras poderá ser uma alternativa para a manutenção e sustentabilidade das pessoas que vivem nessas comunidades, evitando o êxodo para áreas urbanas”, ressalta a superintendente do Sesc Pantanal.

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