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Servidores da Secretaria de Saúde são incentivados ao autocuidado e recebem sessões de reiki e auriculoterapia

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A ação faz parte do projeto Cuidando do Cuidador, em parceria com o ambulatório de Práticas Integrativas e Complementares em Saúde

CELLY SILVA

Gustavo Duarte

Seguindo com a programação do Setembro Amarelo, mês de prevenção ao suicídio, a Coordenação de Saúde Mental da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) realizou, na manhã desta sexta-feira (10), um café da manhã seguido de sessões de práticas integrativas e complementares em saúde (PICS) oferecidos aos servidores que atuam na sede da pasta.

A coordenadora técnica de Saúde Mental, Roseli Batista, fez um breve discurso aos presentes, destacando que o serviço público pressupõe atender e lidar com pessoas das mais variadas personalidades e que o profissional precisa estar preparado para atender bem a todos e, ao mesmo tempo, manter-se bem. “Estamos iniciando este Setembro Amarelo e dedico este café da manhã e também as práticas integrativas como forma de aliviar essa rotina do dia a dia e para que vocês pensem que precisamos cuidar da gente para depois cuidar do outro. Isso é essencial”, afirmou.

A técnica de enfermagem Lucinei Rodrigues, que atua no setor de imunização, elogiou a iniciativa. “Eu achei muito gratificante ser relembrado o Setembro Amarelo para nós que precisamos porque todos nós temos algum probleminha de saúde mental. Então, foi muito bem colocado para as pessoas que é preciso ter o autocuidado diante de todo esse problema que estamos sofrendo no Brasil todo e no mundo todo, que é a covid-19 e outras violências que sofremos”, disse.

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A servidora da atenção secundária da SMS, Alexia Keiviny Ferreira, acredita que ações como a realizada pela Coordenação de Saúde Mental são importantes e eficazes. “Tem uma eficácia muito grande na vida da gente, até para a gente ajudar outras vidas e nos ajudar também. Nunca tinha ouvido falar de auriculoterapia e reiki e achei muito bom, me senti mais leve, mais relaxada. É importante o equilíbrio da saúde emocional, da saúde mental para nos ajudar a enfrentar tudo isso que estamos passando de forma mais sadia e mais leve e principalmente, com Deus no coração. Precisamos ter cuidado redobrado e pensar não só em nós, mas nas outras pessoas também”, comenta.

 

Setembro Amarelo

 

Com uma vasta programação preparada para todo o mês de setembro, a Coordenação de Saúde Mental e as unidades básicas de saúde estão realizando atividades voltadas tanto para o público interno, no sentido de capacitar os profissionais da saúde, bem como para a população em geral.

Nesta sexta-feira (10), às 19h, terá início uma série de lives sobre saúde mental. O tema do primeiro evento virtual será “Rede de Atenção Psicossocial” com as participações da secretária de Saúde, Suelen Alliend; do secretário-adjunto de atenção Primária, Dr. Xavier; da coordenadora de Saúde Mental, Roseli Batista e da responsável técnica de Saúde Mental na atenção primária, Sandra Pinto Moraes. A transmissão será pelo canal da Prefeitura de Cuiabá no Youtube.

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No dia 16 de setembro, às 19h, pelo perfil da Prefeitura de Cuiabá no Instagram, haverá a live com o tema “Uso abusivo de álcool e outras drogas por crianças e adolescentes”, com as participações das médicas psiquiatras Mariana Carvalho Moura e Maria Eduarda de Musis, que atendem no Centro de Atenção Psicossocial – CAPS Adolescer.

No dia 23 de setembro, às 19h, também pelo Instagram da Prefeitura de Cuiabá, ocorrerá a live que abordará os “Reflexos da pandemia no aumento do número de casos de autolesão em crianças e adolescentes”. O debate contará com a psiquiatra Adriana Rangel, do CAPS Adolescer e com a médica residente de Psiquiatria da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Ana Luiza Campos Ramos, que atua no Centro Integrado de Assistência Psicossocial (CIAPS) Adauto Botelho.

A última live do mês será no dia 30, às 19h, pelo canal da Prefeitura no Youtube, abordando o assunto “Setembro Amarelo na perspectiva da reforma psiquiátrica”, com foco nos profissionais da saúde. O tema será abordado pelos psicólogos Gabriel Henrique Pereira e Guilherme Augusto Duarte.

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Mercado do Porto é reconhecido como patrimônio histórico, artístico e cultural

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Foto: MAURICIO BARBANT / ALMT

Já está em vigor a Lei 11511/21, que declara como patrimônio histórico, artístico e cultural imaterial, o Mercado do Porto, de Cuiabá. Numa iniciativa do primeiro-secretário da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa, deputado Eduardo Botelho (DEM), defensor ferrenho de melhorias aos feirantes e trabalhadores da agricultura familiar.

Popularmente chamado de Campo do Bode, o Mercado do Porto se tornou um dos pontos turísticos da Capital, com estrutura coberta que abriga 480 boxes, que oferecem imensa variedade de produtos de qualidade, como peixes, verduras, legumes, cerais e frutas.

De acordo com o Jorge Antônio Lemos Junior, presidente da Organização do Mercado do Porto, entidade que representa os permissionários desse espaço oferecido aos feirantes, a iniciativa é o reconhecimento aos trabalhadores e frequentadores do local.

“A lei do deputado Eduardo Botelho é uma grande conquista para nós porque, além de termos o reconhecimento simbólico, teremos muito mais possibilidades de captar recursos públicos para melhorar o Mercado do Porto, as condições de vida e de trabalho dos permissionários e a qualidade do serviço prestado ao consumidor”, comemorou Lemos Junior.

Botelho já trabalhou nas feiras livres e agricultura familiar, e tem gratidão por tudo que vivenciou à época. “O reconhecimento do Mercado do Porto como Patrimônio Histórico, Artístico, Cultural e Imaterial tem o objetivo de proteger, preservar e difundir a riqueza cultural do local, que é, sem dúvida, uma referência em Cuiabá e Mato Grosso”, avalia Botelho.

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HISTÓRIA – Na justificativa do projeto que virou lei, Botelho fez uma retrospectiva sobre a história do Mercado do Porto. Confira:

As primeiras lembranças do que é hoje o Mercado do Porto de Cuiabá, surgem em meados de 1960, conforme registro da memória oral de feirantes remanescentes da primeira grande feira pública e popular da capital de Mato Grosso.

A feira nasceu na região central de Cuiabá, na praça Rachid Jaudy, no meio da avenida Isaac Póvoas, com pouco mais de 10 feirantes, expondo seus produtos em charretes e algumas poucas barracas improvisadas e, ao longo dos anos, foi mudando de lugar, de acordo com o aumento dos feirantes e o crescimento dos consumidores.

Embora sejam raras as pesquisas históricas, feirantes mais antigos relatam que a feira saiu da praça Rachid Jaudy, na década de 50, para o espaço entre o estádio Presidente Dutra e o Arsenal de Guerra, depois foi para a Avenida da Prainha, atrás do Quartel da Polícia Militar, onde hoje é o Shopping Popular. Funcionou no bairro Verdão; na praça Maria Ricci, no Porto; Mercado do Peixe, atual Museu do Rio. E, em 10 de fevereiro de 1995, foi instalado na avenida 8 de abril, no local chamado popularmente de Campo do Bode, entre o córrego Mané Pinto e o Rio Cuiabá.

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Hoje é um complexo comercial varejista composto por 167 permissionários divididos por setores de pescados, açougues, frios, doces, lanchonetes, restaurantes, hortigranjeiros, rações e similares, confecções e utilidades domésticas. O Mercado funciona de terça-feira a domingo, embora alguns comércios abram nas segundas-feiras. Em média, 120 mil pessoas frequentam o mercado por mês.

Além de importante entreposto comercial, o Mercado do Porto de Cuiabá desponta como um dos principais ambientes de circulação. Mantém o método tradicional de preparo de peixes, retirando a espinha e fazendo cortes especiais. Também oferece raridades da gastronomia cuiabana, como o pixé, o furrundú, o doce de caju, as bananinhas fritas, além de frutos típicos da região do cerrado, como o pequi, dentre vários outros ícones da cultura regional.

Fonte: ALMT
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