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Serviços de arquitetura no Mato Grosso tem alta em 2020, apesar da pandemia

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O ano de 2020 foi marcado pela pandemia de covid-19, o que acarretou em restrições no comércio, mudanças na forma de consumo, na utilização dos espaços e incertezas no mercado de trabalho. O Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil (CAU/BR) divulgou uma pesquisa informando que houve uma queda de 6,3% nos serviços de arquitetura e urbanismo em relação a 2019. Contudo, o Estado de Mato Grosso foi um dos poucos que registraram um crescimento, com um aumento de 4,98% na emissão de Registros de Responsabilidade Técnica – RRT.

O RRT é um documento emitido pelo profissional arquiteto e urbanista junto ao seu Conselho Profissional, sempre que realiza uma atividade na sua área. As atividades que mais cresceram no estado no ano de 2020, segundo o Conselho de Arquitetura e Urbanismo de Mato Grosso (CAU/MT), foram as atividades de execução com um aumento de 6,35% (15.920 RRTs em 2019 e 16.410 em 2020), seguido de projetos com 3,07% (9.592 RRTs emitidos em 2019 e 10.202 emitidos em 2020).

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Considerando a emissão mensal de RRTs no ano de 2020, somente três mês apresentaram queda: abril, maio e julho, sendo que a maior queda foi de 32,22% no mês de abril. Já a maior alta de emissões foi de 24,03% no mês de junho. No total, foram 30.226 RRTs emitidos em 2020, contra 28.792 documentos gerados em 2019.

Um dos fatores que pode ter influenciado este aumento foi o investimento de 300 mil reais realizado pelo CAU/MT no ano de 2020 para desenvolvimento de campanhas publicitárias. As peças produzidas destacaram a importância do arquiteto e urbanista como responsável por criar e remodelar os espaços, em especial nossas casas, que para muitos se tornaram nosso universo, neste período de isolamento social.

Os serviços de arquitetura e urbanismo foram realizados pelos 3.187 profissionais ativos junto ao Conselho de Arquitetura e Urbanismo de Mato Grosso. Desses, um total de 396 são de novos arquitetos e urbanistas, que ingressaram no mercado durante o ano passado. A maioria são mulheres: 2.116 arquitetas em oposição a 1.071 homens. Outro crescimento foi a quantidade de empresas ativas: um total de 585, um crescimento de 15,15% em relação a 2019.

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Juliana S. Kobayashi

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Governador de Mato Grosso reforça defesa do congelamento do ICMS dos combustíveis

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Mauro Mendes assinou carta junto com outros 20 governadores, na qual defende a prorrogação da medida

Lucas Rodrigues | Secom-MT

O governador Mauro Mende: carta em defesa do congelamento do ICMS – Foto por: Mayke Toscano/Secom-MT
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Em carta pública, o governador Mauro Mendes reforçou a defesa por prorrogar o congelamento do preço médio do Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final (PMPF), que é o preço usado para a base de cálculo de cobrança do ICMS dos combustíveis.

A carta foi assinada por 21 governadores, nesta quarta-feira (26.01). O Governo de Mato Grosso já havia votado pela prorrogação do congelamento no dia 14 de janeiro, junto ao Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), mas foi voto vencido na ocasião.

Nesta semana, Mauro Mendes enviou nova proposta ao grupo de governadores, na qual insistiu em prorrogar a medida por mais 180 dias, mas não foi aceita em sua integralidade, ficando definido o prazo de mais 60 dias. A proposta deve ser votada nesta quinta-feira (27.01) junto ao Confaz.

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“Diante do novo cenário que se descortina, com o fim da observação do consenso e a concomitante atualização da base de cálculo dos preços dos combustíveis, atualmente lastreada no valor internacional do barril de petróleo, consideram imprescindível a prorrogação do referido congelamento pelos próximos 60 dias, até que as soluções estruturais para a estabilização dos preços desses insumos sejam estabelecidas”, consta trecho da carta assinada pelos 21 governadores.

Conforme os gestores, a proposta é mais um esforço para amenizar a inflação que tem prejudicado a população, em especial “as camadas mais pobres e desassistidas”.

Mauro Mendes e os demais governadores também defenderam a mudança na política de preços da Petrobras, que é baseada no preço internacional do barril de petróleo.

“Enfatizam a urgente necessidade de revisão da política de paridade internacional de preços dos combustíveis, que tem levado a frequentes reajustes, muito acima da inflação e do poder de compra da sociedade”, finalizaram.

Em relação aos combustíveis, o Governo de Mato Grosso também realizou promoveu redução de ICMS que passou a valer a partir deste ano. Foi reduzido o imposto da gasolina de 25% para 23% (a menor alíquota do país) e do diesel de 17% para 16%. No etanol, Mato Grosso tem a menor alíquota entre os estados, de 12,5%.

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Além de Mauro Mendes, assinaram a carta pública os seguintes governadores: Waldez Góes (Amapá), Ronaldo Caiado (Goiás), Wilson Lima (Amazonas), Flávio Dino (Maranhão), Camilo Santana (Ceará), Ibaneis Rocha (Distrito Federal), Reinaldo Azambuja (Mato Grosso do Sul), Renato Casagrande (Espírito Santo), Romeu Zema (Minas Gerais), Helder Barbalho (Pará), Fátima Bezerra (Rio Grande do Norte), João Azevêdo (Paraíba), Eduardo Leite (Rio Grande do Sul), Ratinho Júnior (Paraná), Carlos Moisés (Santa Catarina), Paulo Câmara (Pernambuco), João Doria (São Paulo), Wellington Dias (Piauí), Belivaldo Chagas (Sergipe) e Cláudio Castro (Rio de Janeiro).

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