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“Serial Killer” de Cuiabá  que matou homossexual e deixou em posição de Cruz será julgado nesta segunda-feira 

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Por Alisson Gonçalves

 

Juberlândio Diniz Alvarenga, de 36 anos, será julgado nesta tarde no Tribunal do Júri de Cuiabá pelo assassinato de Roger André Soares da Silva, cometido em abril de 2022.

O crime, caracterizado por extrema brutalidade, resultou na morte de Roger com 30 golpes de faca, e é considerado motivado por ódio à comunidade LGBTQIA+.

O acusado, que se autointitulava “serial killer” e admirava figuras como Hannibal Lecter e Michael Myers, deixou a vítima em uma posição de cruz, desenhando o símbolo com o sangue no local do crime.

O homicídio ocorreu na casa de Juberlândio, no bairro Parque Cuiabá, após Roger, homossexual, ter oferecido carona ao suspeito.

Durante o ataque, Juberlândio alegou agir “em nome de Jesus” e identificou a vítima como “um demônio”.

Apesar de seu histórico de violência e ódio declarado aos homossexuais, Juberlândio teve um relacionamento de quase dez anos com uma mulher transexual, o que levanta questionamentos sobre a motivação por trás do crime.

A denúncia apresentada pelo Ministério Público inclui qualificadoras como motivo torpe, crueldade e a impossibilidade de defesa da vítima.

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O julgamento ocorrerá hoje à tarde no Tribunal do Júri de Cuiabá.

Caso será acompanhado.

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“Brutalidade evidencia periculosidade”, decide juiz ao manter preso acusado de matar ex com tiro no peito em propriedade rural na divisa de MT

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por Nayara Cristina

O assassinato da empresária Lidiane de Fátima Vilela, de 44 anos, ocorreu dentro de uma propriedade rural isolada no município de Baliza, na divisa com Mato Grosso, cenário que pesou diretamente na decisão da Justiça mato-grossense ao decretar a prisão preventiva do ex-companheiro, Rogério Henrique Cavalcante dos Santos. O crime foi registrado no sábado (18), e o suspeito acabou localizado poucas horas depois em Torixoréu, após fugir do local.

Segundo a investigação, a vítima foi baleada na região do peito dentro da fazenda, uma área afastada, sem presença de testemunhas próximas, o que reforça a gravidade da ocorrência. Após o disparo, o acusado deixou a propriedade rural e cruzou a divisa entre os estados de Goiás e Mato Grosso, sendo detido posteriormente.

Na audiência de custódia realizada no domingo (19), em Barra do Garças, o juiz Michell Lotfi Rocha da Silva decidiu converter a prisão em flagrante em preventiva. Ao justificar a medida, ele destacou: “tal brutalidade, somada ao fato de o crime ter sido cometido em uma propriedade rural isolada, evidencia a periculosidade social do agente”.

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O magistrado também apontou que a fuga logo após o homicídio, com a travessia entre estados, demonstra tentativa de evitar a responsabilização penal, o que reforça a necessidade da prisão. Além disso, levou em consideração o histórico do investigado, que já possui registro envolvendo arma de fogo.

Na avaliação do juiz, a soma desses fatores — violência do crime, local isolado, evasão após o fato e possível reincidência — sustenta a manutenção da prisão para garantia da ordem pública e da aplicação da lei.

Com a decisão, foi determinada a comunicação ao Judiciário de Goiás, estado onde o crime ocorreu, para os procedimentos legais de transferência do acusado. O caso segue sendo investigado como feminicídio.

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