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Secretária-Geral firma parceria com UFPA para programa de participação social no território do Marajó

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A Secretaria-Geral da Presidência firmou, nesta terça-feira, 11, parceria com a Universidade Federal do Pará para implementação da participação social com educação popular no território do Marajó (PA), dentro do programa federal “Cidadania Marajó”, que tem tem como objetivos o enfrentamento ao abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes, promoção dos direitos humanos e acesso a políticas públicas.

O ministro Márcio Macêdo recebeu, em seu gabinete, no Palácio do Planalto, o professor Paulo Ferreira, da UFPA; a representante do Fórum Permanente da Sociedade Civil do Marajó, Camila Oliveira, e o secretário nacional de promoção e defesa dos direitos humanos, Bruno Teixeira, e sua equipe, para discutir as ações. 

“Este é mais um ato que reforça a nossa tarefa principal aqui, que é assegurar a construção conjunta de políticas públicas para beneficiar a população, seguindo a determinação do presidente Lula. A Secretaria-Geral tem justamente este papel, de promover a participação social, e assim assegurar que o povo seja ouvido e decida o que deseja ver executado pelo governo em seu território. Tenho absoluta convicção que este é o caminho para avançarmos e transformarmos o nosso país para melhor”, afirmou o ministro.

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Da mesma forma, o representante da UFPA disse que se sentia “contemplado” com a parceria. “Sou do Marajó e sei da importância da escuta ativa da população. Esta parceria nos dá esperanças de dias melhores para o nosso povo”, declarou. 

A representante do Fórum, Camila Oliveira, também disse que a parceria é mais um passo importante do esforço do governo federal em chegar ao Marajó com políticas públicas. “A gente sente o grande esforço do governo de chegar, não com discurso, mas com política pública e fortalecendo a sociedade civil organizada. É o governo mais próximo de nós”, destacou.

O secretário nacional de promoção e defesa dos direitos humanos, Bruno Teixeira, pontuou que o termo consolida a escuta e o diálogo entre o governo e a sociedade, através do fórum permanente, permitindo a contratação de 80 educadores para promover a articulação e qualificação da participação popular; 

Cidadania Marajó

O Programa Cidadania Marajó foi instituído pela Portaria nº 292, de 17 de maio 2023, com o desafio de desenvolver ações para o enfrentamento ao abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes, a promoção de direitos humanos e acesso a políticas públicas no Arquipélago de Marajó, no Estado do Pará. O arquipélago de Marajó abrange 17 municípios, com população de mais de 590 mil habitantes.

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Trata-se de uma iniciativa estratégica do Ministério dos Direitos Humanos, que prioriza a articulação federativa e a participação social e considera as especificidades do território, formulando políticas culturalmente adequadas. 

 É um compromisso do governo Lula a reconstrução dos canais de participação social, priorizando diálogo com representantes da sociedade civil, comunidades locais e o poder público da região, que foi concretizado com a criação do Fórum Permanente da Sociedade Civil do Marajó, pela Portaria nº 450, de 3 de agosto de 2023. O termo firmado entre a Secretaria-Geral e a UFPA é mais um passo neste sentido de qualificar a participação social.

Fonte: Secretaria-Geral

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Iniciativa nacional amplia a elucidação de homicídios e chega a sete capitais em 2026

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Brasília, 15/4/2026 – O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) divulgou o calendário de 2026 dos cursos de Investigação de Homicídios, promovidos pela Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), por meio da Diretoria do Sistema Único de Segurança Pública (Dsusp).

A iniciativa faz parte de ações federais voltadas à qualificação de profissionais que atuam na investigação de crimes letais. Ao longo do ano, estão previstas 11 turmas, entre cursos básicos e avançados, distribuídas em sete capitais brasileiras.

A formação teve início em Curitiba (PR), com a realização do 23º Curso Básico de Investigação de Homicídios, em março. Em abril, Palmas (TO) recebe a 24ª edição, entre os dias 13 e 17.

A partir de maio, a programação segue com novas turmas pelo País. Florianópolis (SC) sediará o 25º curso básico, de 11 a 15. São Luís (MA) concentrará duas formações simultâneas — o 26º curso básico e o 7º curso avançado — entre os dias 18 e 22.

Em junho, as atividades serão realizadas em Goiânia (GO), que receberá, entre 15 e 19, o 27º curso básico e o 8º curso avançado. O cronograma será retomado em agosto, com quatro formações. Macapá (AP) sediará o 28º curso básico e o 9º curso avançado, de 3 a 7. Na sequência, Boa Vista (RR) receberá o 29º curso básico e o 10º curso avançado, entre 17 e 21.

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O coordenador-geral do Susp, Márcio Mattos, explica que a iniciativa amplia a qualificação dos profissionais que atuam na investigação de homicídios em todo o País. “A formação padroniza procedimentos, fortalece a produção de provas e contribui para aumentar a elucidação desses crimes.”

De acordo com Mattos, o projeto já capacitou milhares de profissionais, incluindo policiais civis, militares, peritos e guardas municipais.

O coordenador destaca ainda que a iniciativa está alinhada a experiências internacionais que associam qualificação técnica ao aumento das taxas de elucidação de crimes. No Brasil, esse índice ainda é um desafio da segurança pública.

A descentralização das turmas, com oferta em capitais do Norte, Nordeste, Centro-Oeste e Sul, também integra uma diretriz da pasta para fortalecer as capacidades locais e reduzir desigualdades regionais na investigação criminal.

O curso de Investigação de Homicídios faz parte das ações estruturantes da Senasp e integra uma política mais ampla de modernização das forças de segurança, que inclui investimentos em tecnologia, integração de dados e formação continuada.

Datas dos Cursos de Investigação de homicídios
Datas dos Cursos de Investigação de homicídios
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Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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