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Ranalli anuncia homenagem a militares que abateram líderes do CV acusados de extorquir comerciantes na Capital

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20/03/2025
Ranalli anuncia homenagem a militares que abateram líderes do CV acusados de extorquir comerciantes na Capital
Da Assessoria – Vereador Rafael Ranalli&nbsp
O vereador policial federal Ranalli (PL) parabenizou a operação Acqua Lícita do GAECO, que culminou no abate de dois criminosos do Comando Vermelho na região do bairro 1º de Março, na Capital. Os dois bandidos participavam de um esquema de extorsão, lavagem de dinheiro e organização criminosa que prejudicava comerciantes de água mineral, aumentando os preços para os consumidores.
“Mais dois criminosos foram mortos. Gilmar, que já foi homenageado por esta Casa, agora está morto, graças a Deus, menos um criminoso na região do 1º de Março, Jardim União”, defende o policial federal.
Ranalli antecipou que apresentará uma moção de aplausos para os militares que participaram da Operação. 42 militares já foram homenageados pelo policial federal em ações que defendem o cidadão de bem.
Algumas das moções já aprovadas homenagearam militares que abateram um dos cúmplices na fuga do assassino do 3º sargento da Polícia Militar, Odenil Alves Pedroso, de 47 anos, assassinado após ser baleado em frente à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Morada do Ouro, em Cuiabá.
Outra moção de aplausos ao Tenente Coronel da Polícia Militar Otoniel Gonçalves Pinto foi aprovada pelo trabalho de combate à bandidagem na capital cuiabana.
Quando assumiu a vaga de deputado estadual por 30 dias, em 2024, Ranalli chegou a propor uma lei conhecida como “Lei do Abate”, que visava à concessão de honraria a militares que mataram bandidos em legítima defesa. Ranalli já apresentou uma homenagem na Câmara, que se chamará “Comenda Sargento Odenil Alves”.

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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Parlamentar defende desenvolvimento da capital com inclusão e dignidade

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Ana Conrado | Assessoria da vereadora Baixinha Giraldelli 

A vereadora Baixinha Giraldelli (Solidariedade) voltou a se manifestar sobre  as diretrizes estabelecidas no Plano Diretor de Cuiabá durante a sessão de terça-feira (14), reforçando a necessidade de que o crescimento da cidade esteja alinhado à garantia de dignidade e inclusão social para a população.
Diferente de manifestações anteriores, a parlamentar direcionou sua fala ao impacto real do planejamento urbano na vida de quem já vive em regiões consolidadas, mas ainda invisíveis do ponto de vista legal. “Não é só sobre crescer, é sobre garantir que as pessoas tenham direito à cidade”, destacou.
Durante o discurso, Baixinha criticou a ideia de que bairros como Pedra 90, Coxipó e Parque Cuiabá devam esperar por uma valorização a longo prazo. Segundo ela, essa lógica ignora a urgência de milhares de famílias que convivem há décadas com a falta de regularização fundiária e infraestrutura básica.
A vereadora enfatizou que a ausência de regularização vai além da questão documental e impacta diretamente na qualidade de vida da população. “São bairros que existem de fato, mas não de direito. Isso gera insegurança, exclusão e abandono”, afirmou.
Baixinha também pontuou que a falta de regularização dificulta ou impede a chegada de serviços essenciais, comprometendo o desenvolvimento dessas regiões. Entre os principais problemas enfrentados, ela citou:
Falta de saneamento básico;
Ausência de pavimentação;
Problemas de drenagem;
Iluminação pública insuficiente.
Outro ponto abordado foi a ocupação de áreas inadequadas, como margens de rios e regiões de risco, o que agrava questões ambientais e aumenta a vulnerabilidade dessas famílias.
A vereadora defendeu que é preciso transformar o debate em ações concretas. “Todo mundo já sabe o que precisa ser feito. O que falta é vontade política, planejamento e prioridade real para que isso saia do papel”, declarou.
Ao encerrar, Baixinha reforçou que não é contra o crescimento urbano, mas defende que ele aconteça de forma responsável. “O Plano Diretor tem que permitir o crescimento, sim, mas não podemos esquecer do que já existe. Não podemos deixar essas comunidades para trás”, concluiu.

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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