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Projeto de lei inclui motoristas de ambulância e outros trabalhadores da saúde como prioritários na vacinação

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Dr. Gimenez é autor de PL que garante imunização a profissionais da saúde

Foto: JLSIQUEIRA / ALMT

Motoristas de ambulância, socorristas do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e profissionais da limpeza e cozinha que atuam nas unidades de saúde pública e privada deverão ser vacinados contra a Covid-19 em Mato Grosso. Como ficam muito expostos, o Projeto de Lei nº 247/2021 cobra que essas categorias profissionais também sejam vacinadas prioritariamente.

Para o deputado estadual Dr. Gimenez (PV), autor da proposição, mesmo seguindo os protocolos, esses trabalhadores estão atuando em hospitais, residências e em contato com famílias e ambientes com alta possibilidade de contaminação. “Mesmo que indiretamente, eles também atuam na linha de frente da pandemia e por isso têm o mesmo direito à imunização que as demais categorias da saúde”.

 Até quinta-feira (15), Mato Grosso apresentava uma situação crítica com 2,2 mil novos casos de coronavírus e uma média de 72 mortes em decorrência da doença no período de 24 horas, com taxa de ocupação de 97,2% das UTIs (adulto). Desde o início da pandemia, foram diagnosticados mais de 338 mil casos e 8,9 mil mortes. Cuiabá, Várzea Grande e Rondonópolis têm o maior número de infectados.

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“A vacina é a única forma de garantir a segurança necessária a esses profissionais, pois minimiza todos os riscos. Na verdade, eles já deveriam estar inseridos no rol de grupos prioritários do plano de vacinação nacional, mas como não estão, fiz questão de oferecer esta garantia a eles”, frisou o parlamentar, que é médico e assumiu como vice-presidente da Comissão da Saúde da Assembleia Legislativa. 

Fonte: ALMT

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Hospital São Luiz pede apoio da ALMT para reposição de insumos

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Foto: MAURICIO BARBANT / ALMT

Com volume de atendimento de até 500 internações por mês, o Hospital Filantrópico São Luiz,  em Cáceres, precisa de ajuda para repor o estoque de insumos. Acompanhados do prefeito de Salto do Céu, que preside o Consórcio Intermunicipal de Saúde da Região Oeste, Mauto Teixeira Espíndola (SD), os representantes da Pró-Saúde Associação Beneficente de Assistência Social e Hospitalar, entidade gestora da unidade, recorreram ao primeiro-secretário da Assembleia Legislativa, deputado Eduardo Botelho (DEM) para relatar as dificuldades e pedir ajuda na ordem de R$ 1,5 milhão para que a unidade continue em funcionamento.
Ao receber o Ofício 192/2021, durante a reunião, realizada nesta terça-feira (11), Botelho demonstrou preocupação com o sistema de saúde e solicitou ao deputado Dr. João (MDB), presidente da Comissão de Saúde da Casa de Leis, para analisar a viabilidade do pedido.
Espíndola ressaltou a importância da unidade de saúde para a região, informou que além de atender os 14 municípios que compõem o consórcio intermunicipal, também é referência para cidades da região de Pontes e Lacerda e até da Bolívia, devido a sua localização na fronteira Brasil/Bolívia.
“É importantíssimo para a região. Por isso, estamos aqui na Assembleia para poder ajudar. Temos que contribuir para melhorar cada vez mais o hospital. Saímos esperançosos pelo jeito que o deputado nos atendeu muito bem e relatou que tem condições de nos ajudar. Se esses insumos chegarem lá [hospital] vai melhorar muito, vai ajudar nas cirurgias, nas internações, tudo que está precisando. O hospital recebe do governo, sim, mas demora de cem a cento e quinze dias para receber o que foi utilizado. Por isso, estamos aqui em busca de recursos junto ao deputado Botelho”, esclareceu o prefeito.
Frederico Coltro, gerente corporativo de Operações da Pró-Saúde, explicou a importância da reunião na ALMT para esclarecer a situação. Listou que dentre os insumos básicos que faltam estão neurobloqueadores, anestésicos, antibióticos e materiais como luvas, que segundo Coltro, antes, a caixa custava R$ 17,00 e agora custa R$ 117,00.
“Os insumos ficaram muito caros. Viemos pedir ajuda e explicar os impactos catastróficos causados pela pandemia e, principalmente, para abastecer o nosso estoque. Sem os insumos não conseguimos atender. Hoje, estamos com estoque baixo, compramos insumos, mas não são suficientes para atender a demanda da unidade”, explica o gerente de Operações.
Com atendimentos de alta e média complexidades, 156 leitos cadastrados no CNES, sendo 147 destinados ao SUS, atua com clínica médica, obstetrícia, ginecologia, pediatria, UTIs adulto e neonatal, Pronto Atendimento 24 horas, centro cirúrgico e salas para recuperação pós-anestésica, o São Luiz, conforme o ofício, passa por sérias dificuldades para conciliar a aquisição de suprimentos com o efetivo pagamento junto aos fornecedores, pela demora para receber do governo.
“Solicitamos o apoio de nos amparar através da destinação de recursos no valor de R$ 1,5 milhão para regularização dos estoques, única e exclusivamente para aquisição de materiais hospitalares e medicamentos”, diz trecho do ofício, ao pedir urgência na avaliação do pedido.
Também participaram do encontro, o secretário-executivo do consórcio, Danilo Bastos, o contador do consórcio, Ailton Paula de Arruda e Brasílio Ferreira, consultor de sustentabilidade da Pró-Saúde.

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Fonte: ALMT

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