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Presidente da Câmara de VG cobra autonomia de secretariado, e critica gestão de Moretti: “Não pode só falar de dívida, se tem R$ 74 milhões em caixa  um orçamento de de 2 bi”

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Por Alisson Gonçalves

O presidente da Câmara de Várzea Grande, vereador Vanderley Cerqueira aproveitou o iníciodos trabalhos no Legislativo Municipalde Várzea Grande, nesta segunda-feira 17.02,  e reforçou a importância da independência do Legislativo e a necessidade de fiscalização sobre a gestão municipal.

Durante seu discurso, ele rebateu alegações de conflitos entre os poderes, defendendo que a atuação da Câmara se baseia no cumprimento de seu papel institucional.

“Às vezes a gente começa a falar de briga, mas não existe briga, não. Quero deixar bem claro que não tem briga. Vamos fiscalizar, legislar e cobrar. Esse é o papel desta Casa”, afirmou.

Cerqueira ressaltou que, apesar das dificuldades financeiras destacadas pela prefeita Flávia Moretti, a administração anterior deixou R$ 74 milhões em caixa e que o orçamento para 2024 ultrapassa R$ 2 bilhões.

“É dinheiro. Se cuidar com carinho e transparência, dá para fazer muita coisa por Várzea Grande”, pontuou.

O parlamentar também criticou a baixa execução orçamentária da Secretaria de Obras, que teria utilizado apenas R$ 800 mil em 47 dias de gestão.

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“A cidade do jeito que está e apenas R$ 800 mil foram gastos? O secretário precisa ter autonomia para tocar o orçamento. A senhora prefeita sozinha não vai conseguir”, disse, dirigindo-se a Flávia Moretti.

“A senhora precisa deixar os secretários a ter autonomia. libera o orçamento. O secretário precisa ter autonomia de tocaro seu orçamento. Cada um tem que ter voz ativa, e a senhora tem que confiar no seu  secretáriado”. Reforçou.

Ao longo do discurso, Cerqueira enfatizou o compromisso com a transparência e o fortalecimento da Câmara como instituição independente.

“Aqui vai ser uma casa verdadeira, que vai defender o povo de Várzea Grande. Tudo que for bom para o cidadão, a prefeita pode contar com essa Casa”, garantiu.

O vereador também destacou o reajuste salarial concedido aos servidores da Câmara e sua trajetória política, mencionando que não responde a processos por desvio de recursos públicos. “Tenho 20 anos de vida pública e já fui presidente desta Casa. Aqui nós vamos começar dando o exemplo”, concluiu.

O presidente também reclamou que nos últimos tinta dias a cidade viveu um dos piores momentos com a falta de água no município.  “Várzea Grande sempre teve a dificuldade no abastecimento de água.as nestes últimos dias a situação piorou”. Comentou.0

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Infraestrutura

Marcelo de Oliveira é nomeado para presidir conselho da Nova Rota do Oeste e acumula função na Infraestrutura de MT

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por Nayara Cristina

O secretário de Estado de Infraestrutura e Logística de Mato Grosso, Marcelo de Oliveira, foi nomeado pelo governador Otaviano Pivetta  ( Republicanos), para assumir a presidência do Conselho Administrativo e Fiscal da Nova Rota do Oeste, concessionária responsável pela BR-163 no estado.

A decisão, formalizada nesta quinta-feira (16), insere o nome do secretário em uma das estruturas mais estratégicas da logística estadual, ao mesmo tempo em que mantém sob sua responsabilidade o comando da Sinfra, consolidando o acúmulo de funções em áreas consideradas centrais para o desenvolvimento econômico de Mato Grosso.

A escolha ocorre em meio a uma série de mudanças promovidas por Pivetta desde o dia 1º de abril, quando assumiu o governo do Estado e iniciou um processo de recomposição administrativa diante da saída de titulares que deixaram seus cargos para disputar as eleições de 2026. Nesse intervalo, o governador redesenhou parte do primeiro escalão e avançou sobre cargos estratégicos com nomeações que atingem diretamente o núcleo político e técnico da gestão.

Na área da saúde, o médico Juliano Melo foi escolhido para comandar a Secretaria de Estado de Saúde (SES), enquanto a Secretaria de Fazenda (Sefaz) passou a ser conduzida por Fábio Pimenta, em substituição ao comando anterior. No centro político do governo, a Casa Civil voltou a ser ocupada por Mauro Carvalho, nome de confiança do grupo e peça-chave na articulação institucional. Paralelamente, o governo também promoveu mudanças na estrutura da Casa Militar, com reorganização interna e substituições em cargos de direção ligados à segurança do Executivo estadual.

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Fora do eixo direto das secretarias, Pivetta também avançou na reorganização da representação institucional do Estado em nível federal, com a definição de um novo comando para o escritório de Mato Grosso em Brasília, função entregue a um ex-prefeito com trânsito político para reforçar a interlocução junto ao Congresso Nacional e aos ministérios.

É nesse ambiente de reconfiguração que se insere a nomeação de Marcelo de Oliveira para a presidência do conselho da Nova Rota do Oeste. Ao justificar a escolha, o governador destacou a confiança no histórico do secretário e o papel estratégico da concessão rodoviária. “É a maior concessão de Mato Grosso e precisa de um nome à altura. O secretário Marcelo já mostrou, nesses sete anos e três meses de governo, que tem a nossa confiança e a confiança de todo o povo mato-grossense, principalmente pelos resultados entregues na infraestrutura de todo Estado”, afirmou.

Marcelo já integrava o conselho da concessionária e agora assume a presidência no lugar de Cidinho Santos, passando a atuar diretamente nas decisões administrativas e fiscais da empresa responsável por uma das principais rotas de escoamento da produção agrícola do país. Desde 2023, o Governo de Mato Grosso e a Nova Rota do Oeste já entregaram 230 quilômetros de duplicação da BR-163, considerada eixo fundamental para a logística estadual.

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Com mais de 35 anos de atuação no serviço público, Marcelo de Oliveira e Silva é arquiteto e acumula passagens relevantes pela administração pública, tendo sido secretário de Obras de Cuiabá por cinco vezes, além de ter presidido e atuado como interventor na Sanecap e exercido a função de secretário adjunto de Infraestrutura da Secopa. Sua nomeação reforça a estratégia do governo de manter sob condução direta nomes de confiança em áreas estruturantes, em um momento de reorganização política e administrativa do Estado.

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