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Prefeitura de Várzea Grande abre pré-cadastro da vacina contra Covid-19 para crianças de 3 e 4 anos

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Da Redação

Os responsáveis devem acessar o site, clicar no banner imunização e preencher o formulário com os dados pessoais da criança.

Da Secom-VG
Já está liberado o pré-cadastro para a vacinação de crianças de 3 e 4 anos contra Covid-19 em Várzea Grande. Os responsáveis devem acessar o site da Prefeitura, clicar no banner imunização e preencher o formulário com os dados pessoais da criança, como foi realizado nas faixas etárias anteriores. O cadastro deverá ser preenchido pelo responsável da criança ou pelo pai ou pela mãe e quem tiver a guarda da criança.
A decisão de abrir o pré-cadastro partiu de uma reunião entre o prefeito de Várzea Grande, Kalil Baracat, e o secretário municipal de Saúde, Gonçalo de Barros, que têm cobrado do Governo Federal a liberação de novos lotes de vacina, principalmente a Coronavac/Butantan, que foi liberada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária – ANVISA, para crianças de 3 e 4 anos.
O motivo de abrir o pré-cadastro, segundo Gonçalo de Barros, é agilizar o atendimento das crianças, quando iniciar as aplicações. “Estamos aguardando o recebimento das vacinas para iniciar a vacinação infantil desta faixa etária o mais breve possível. Todos devem se cadastrar no país para receber as doses, as crianças também. Porém, se a família não tiver acesso à internet, é só aguardar o anúncio do início da vacinação, e ir aos postos de saúde, que o cadastro será feito na hora. Abrir o pré-cadastro é uma forma de organizar os serviços, visto que temos um público estimado nesta faixa etária de 4,5 mil crianças a serem vacinadas”, explicou o secretário.
O Prefeito Kalil Baracat destacou a importância de se completar o ciclo vacinal. “Queremos e vamos avançar ainda mais na imunização de toda nossa população, pois o número de casos vem aumentando gradativamente e, felizmente, com menor gravidade. Os dados apresentados pela Saúde Municipal apontam que 98% da nossa população tomou a primeira dose, 83% segunda dose e apenas 52% a terceira e 25% a quarta. Crianças de 5 a 11 anos já somam 40% do total desta faixa etária, onde vacinamos apenas 15 mil das 35 mil”.
“Temos realizado várias ações para que as pessoas compreendam que a Covid-19 é uma doença nova e que a única opção para salvar vidas são as vacinas disponíveis. Estudos em curso pela ciência e medicina hoje comprovam que a vacina evita as formas graves da doença. Esperamos que os pais ou responsáveis por mais esta faixa etária vacinável façam o pré-cadastro”, alertou Gonçalo Barros.
Documentos: Os documentos exigidos para o pré-cadastro são o CPF da criança ou registro de nascimento, número da carteirinha do SUS, nome completo da criança, data de nascimento, endereço completo. Já para crianças com comorbidades os pais devem no campo comorbidade selecionar o código da doença, sendo os demais campos para preenchimento igual.
“Quando for liberada a vacinação para estas crianças, é só levar o cartão vacinal da criança, e comprovante de endereço. E quem não tiver acesso à internet levar documento com foto, número do cartão SUS e comprovante de endereço, que o cadastro será feito na hora nos pontos de vacinação que serão anunciados”, explicou o secretário.

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POLITICA

Max Russi denuncia “edital fechado” em licitação de OS e boicote a deputados na Secretaria de Saúde

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Presidente da ALMT revela indignação por suposto direcionamento em contratos de hospitais, cita investigação da Polícia Federal e pede intervenção imediata do governo do estado.

O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado estadual Max Russi (Podemos), denunciou a existência de editais “restritivos” desenhados, em tese, para beneficiar uma única Organização Social de Saúde (OSS), a Agir Saúde (Associação de Gestão, Inovação e Resultados em Saúde), durante fala na Sessão Ordinária nesta quarta-feira (22). E ainda citou um esquema de “porta giratória” envolvendo servidores públicos e anunciou que levará o caso ao Ministério Público Estadual (MPE).

Segundo Russi, o edital elaborado pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) foi estruturado de forma tão fechada que impossibilitou a participação de outras organizações. O resultado foi a vitória da Agir Saúde, que assumiu o Hospital Regional de Cáceres e estava prestes a vencer também a licitação do Hospital Metropolitano, em Várzea Grande.

“O edital era tão restritivo que só dava oportunidade para uma única empresa ser sagrada vencedora. Ela ganhou em Cáceres, de onde só recebo reclamações do serviço, e quase ganhou no Metropolitano, processo que acabou suspenso após intervenção do Tribunal de Contas”, afirmou o deputado. Russi destacou que a mesma empresa é alvo de operações da Polícia Federal em outros estados por desvio de dinheiro público.

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Outro ponto crítico da fala de Russi envolve um suposto conflito de interesses. O deputado, endossado pelo colega Valmir Moretto (Republicanos), denunciou que um servidor público que participou da modelagem do processo licitatório das OSs deixou o cargo no Estado para assumir uma função de alto escalão na própria empresa vencedora, com um dos maiores salários da organização.

“É no mínimo suspeito. O cidadão conduz a contratação, participa da modelagem e, após a empresa ganhar um contrato de R$ 200 milhões por ano, ele é contratado por ela. Vou encaminhar essa denúncia ao Ministério Público para que seja averiguada a conduta deste servidor”, declarou o presidente da ALMT.

APARELHAMENTO E “BOICOTE” AOS DEPUTADOS

Russi também expôs uma grave denúncia de aparelhamento político na Secretaria de Saúde. Segundo ele, há orientações internas na pasta para que demandas levadas por deputados não sejam atendidas.

“O deputado não leva demanda própria, leva o desespero de uma mãe que precisa de uma UTI. A ordem lá dentro é: ‘se for de deputado, não é para atender’. Isso é desumano. Queremos que a saúde funcione sem precisar de ninguém, mas enquanto falhar, não vamos nos calar diante do desespero da população”, desabafou.

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O presidente da ALMT ainda pediu ao presidente da CPI da Saúde, deputado estadual Wilson Santos (PSD) para que os organizadores da licitação sejam ouvidos na CPI da Saúde. Além do requerimento de informações, incluindo a lista de todos os cargos de confiança na SES-MT e quem são os responsáveis pelas indicações. E também fez um pedido direto ao governador Otaviano Pivetta (Republicanos), para que tome providências contra o aparelhamento político.

 

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