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Prefeito Emanuel Pinheiro entrega 17 km de pavimentação no bairro Dr. Fábio I nesta quarta-feira

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A obra faz parte do programa Minha Rua Asfaltada, criado pelo prefeito d

Foto : Luiz Alves

O prefeito Emanuel Pinheiro entrega nesta quarta-feira (28), às 19h, mais uma obra de pavimentação executada por sua gestão. Desta vez, o bairro beneficiado é o Dr. Fábio I, que recebeu mais de 17 quilômetros de asfaltamento, contemplando todas as vias da comunidade com a melhoria na infraestrutura viária.

Seguindo um projeto elaborado e coordenado pela Secretaria Municipal de Obras Públicas, a intervenção no bairro contemplou ainda a construção de rede de drenagem de águas pluviais, instalação de meio-fio e edificação de calçadas. A obra faz parte do programa Minha Rua Asfaltada, criado pelo prefeito Emanuel Pinheiro.

A pavimentação é a realização de um sonho aguardado há pelo menos 24 anos e transforma completamente a realidade enfrentada por mais de 8 mil famílias residentes no local. Encontrada paralisada em 2017 pelo prefeito, a obra representa todo o cuidado de uma gestão marcada pelo compromisso com a população mais carente.

Agora, a poeira, em época de seca, e o lamaçal, no período chuvoso, foram convertidos em infraestrutura, progresso e mais qualidade de vida. Como complemento, a Prefeitura de Cuiabá executou ainda a requalificação total da Avenida Coxipó Mirim, com novo sistema de drenagem e recuperação de toda a malha viária.

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SERVIÇO

Assunto: Entrega de nova pavimentação

Local: Bairro Dr. Fábio I (Avenida Clóvis Maciel de Figueiredo)

Horário: 19h

Data: 28 de julho, quarta-feira

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Mercado do Porto é reconhecido como patrimônio histórico, artístico e cultural

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Foto: MAURICIO BARBANT / ALMT

Já está em vigor a Lei 11511/21, que declara como patrimônio histórico, artístico e cultural imaterial, o Mercado do Porto, de Cuiabá. Numa iniciativa do primeiro-secretário da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa, deputado Eduardo Botelho (DEM), defensor ferrenho de melhorias aos feirantes e trabalhadores da agricultura familiar.

Popularmente chamado de Campo do Bode, o Mercado do Porto se tornou um dos pontos turísticos da Capital, com estrutura coberta que abriga 480 boxes, que oferecem imensa variedade de produtos de qualidade, como peixes, verduras, legumes, cerais e frutas.

De acordo com o Jorge Antônio Lemos Junior, presidente da Organização do Mercado do Porto, entidade que representa os permissionários desse espaço oferecido aos feirantes, a iniciativa é o reconhecimento aos trabalhadores e frequentadores do local.

“A lei do deputado Eduardo Botelho é uma grande conquista para nós porque, além de termos o reconhecimento simbólico, teremos muito mais possibilidades de captar recursos públicos para melhorar o Mercado do Porto, as condições de vida e de trabalho dos permissionários e a qualidade do serviço prestado ao consumidor”, comemorou Lemos Junior.

Botelho já trabalhou nas feiras livres e agricultura familiar, e tem gratidão por tudo que vivenciou à época. “O reconhecimento do Mercado do Porto como Patrimônio Histórico, Artístico, Cultural e Imaterial tem o objetivo de proteger, preservar e difundir a riqueza cultural do local, que é, sem dúvida, uma referência em Cuiabá e Mato Grosso”, avalia Botelho.

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HISTÓRIA – Na justificativa do projeto que virou lei, Botelho fez uma retrospectiva sobre a história do Mercado do Porto. Confira:

As primeiras lembranças do que é hoje o Mercado do Porto de Cuiabá, surgem em meados de 1960, conforme registro da memória oral de feirantes remanescentes da primeira grande feira pública e popular da capital de Mato Grosso.

A feira nasceu na região central de Cuiabá, na praça Rachid Jaudy, no meio da avenida Isaac Póvoas, com pouco mais de 10 feirantes, expondo seus produtos em charretes e algumas poucas barracas improvisadas e, ao longo dos anos, foi mudando de lugar, de acordo com o aumento dos feirantes e o crescimento dos consumidores.

Embora sejam raras as pesquisas históricas, feirantes mais antigos relatam que a feira saiu da praça Rachid Jaudy, na década de 50, para o espaço entre o estádio Presidente Dutra e o Arsenal de Guerra, depois foi para a Avenida da Prainha, atrás do Quartel da Polícia Militar, onde hoje é o Shopping Popular. Funcionou no bairro Verdão; na praça Maria Ricci, no Porto; Mercado do Peixe, atual Museu do Rio. E, em 10 de fevereiro de 1995, foi instalado na avenida 8 de abril, no local chamado popularmente de Campo do Bode, entre o córrego Mané Pinto e o Rio Cuiabá.

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Hoje é um complexo comercial varejista composto por 167 permissionários divididos por setores de pescados, açougues, frios, doces, lanchonetes, restaurantes, hortigranjeiros, rações e similares, confecções e utilidades domésticas. O Mercado funciona de terça-feira a domingo, embora alguns comércios abram nas segundas-feiras. Em média, 120 mil pessoas frequentam o mercado por mês.

Além de importante entreposto comercial, o Mercado do Porto de Cuiabá desponta como um dos principais ambientes de circulação. Mantém o método tradicional de preparo de peixes, retirando a espinha e fazendo cortes especiais. Também oferece raridades da gastronomia cuiabana, como o pixé, o furrundú, o doce de caju, as bananinhas fritas, além de frutos típicos da região do cerrado, como o pequi, dentre vários outros ícones da cultura regional.

Fonte: ALMT
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