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Prefeito de Chapada Osmar Froner se manifesta favorável a realização de festas de Réveillon

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JB News

Por Alisson Gonçalves

Em uma coletiva de imprensa, o Prefeito de Chapada dos Guimarães Osmar Froner do (MBD),se manifestou favorável a realização de festas de Réveillon.

Para o prefeito “É Com responsabilidade, prevenção e baseado nas orientações na vigilância sanitária,  que Chapada vai celebrar a vida”. Dando sinais que estará liberado as  festas de final de ano na cidade.

Chapada vacinou uma de margem de 113 % da primeira dose, e a população está chegando a quase 100% de pessoas vacinadas até o natal.

Na data desta quinta-feira 02.11, o presidente da Associação Mato-grossense dos Municípios Neurilan Fraga, soltou  uma nota, orientando todos os prefeitos a não realizar eventos que gerem aglomeração, tendo em vista a chegada da nova variante do Coronavírus (Ômicron).  Não e sabe muito sobre essa nova variante.

Neurilan observa que o momento é de prudência, uma vez que já existem vários casos confirmados no Brasil, e algumas suspeitas em MT.

Ainda ontem quarta-feira 01.12, o secretario de Estado de Saúde alertou os prefeitos e empresários que pretendem realizar as festas de final de ano, ou até mesmo o carnaval em 2022. Segundo Gilberto não existem muitas informações sobre a nova variante, e recomendou a não aglomeração por conta do caos na saúde pública, devido a uma nova onda de infectados.

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TCE determina que Prefeitura de Rondonópolis suspenda processo de licitação estimado em R$ 130 milhões

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Foto :Thiago Bergamasco/TCE-MT

 

 

 

O Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT) determinou cautelarmente, por meio de julgamento singular do conselheiro Antonio Joaquim, que a Prefeitura de Rondonópolis abstenha-se de praticar ou permitir que se pratiquem quaisquer novos atos inerentes ao Pregão Eletrônico 123/2021. O certame, no valor estimado de R$ 130,6 milhões, tem por objeto o registro de preço para futura e eventual contratação de empresa para a prestação de serviços de mão de obra terceirizada.

A medida cautelar é fruto de representação de natureza externa (RNE) proposta pela empresa Paulo Victor Monteiro Guimarães EPP – Bem Estar Prestação de Serviços, sob argumento de que o edital não definiu de forma exata o critério de julgamento aplicado e restringiu a participação de possíveis licitantes.

De acordo com o conselheiro, a prefeitura não atualizou as informações do pregão no sistema Aplic e no portal transparência, razão pela qual só foi possível acessá-las após consultas ao site BLL Compras. Sobre a irregularidade referente à definição do critério de julgamento, os próprios responsáveis confirmaram a existência de erros na ficha modelo de proposta comercial, o que pode ter prejudicado a compreensão e afastado potenciais licitantes.

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Para Antonio Joaquim, contudo, a maior problemática no procedimento se refere ao impedimento da participação de cooperativas. Na decisão, o conselheiro aponta que três empresas chegaram a protocolar pedido de esclarecimentos sobre esta possibilidade, tendo a Prefeitura de Rondonópolis respondido no sentido de que a participação de cooperativas não era permitida, desconsiderando qualquer modelo de gestão operacional.

Seu entendimento foi embasado por normativas do Tribunal de Contas da União (TCU), Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) e Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão de Mato Grosso (Seplag-MT).

“A mera alegação de que a contratação poderia vir ocasionar prejuízos à administração em virtude de uma possível caracterização de relação de trabalho não pode ser considerada motivo suficiente para impedir a participação de cooperativas em procedimentos licitatórios, devendo ser sopesada com todo o contexto fático, mediante avaliação da conformidade da constituição e do funcionamento da cooperativa de trabalho com o respectivo marco normativo de regência”, pontuou.

Antonio Joaquim destacou ainda que a Constituição Federal prevê o estímulo à criação e ao funcionamento de cooperativas, estabelecendo que o Estado deve apoiar e estimular o cooperativismo e outras formas de associativismo. “Concluo que a probabilidade do direito restou demonstrada, pois a administração impediu a participação de cooperativas no certame, independente de qual fosse o seu modelo de gestão operacional.”

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Na decisão, o conselheiro também chamou a atenção para o elevado montante envolvido na contratação, constatando o perigo de dano ao erário, uma vez que o afastamento de potenciais licitantes impede que a administração pública alcance a proposta mais vantajosa.

“Outrossim, não antevejo o dano reverso, na medida que as conclusões ora registradas poderão ser alteradas posteriormente, desde que sobrevenham novos elementos idôneos e suficientes para tanto, até mesmo porque os autos ainda serão objeto de aprofundado exame pela equipe técnica especializada, como também friso que eventuais danos ao erário poderão ser ressarcidos ao final da análise meritória”, concluiu.

O Julgamento Singular N° 001/AJ/2022 foi publicado no Diário Oficial de Contas (DOC) na quarta-feira (12), e ainda será analisado pelo Tribunal Pleno, que decidirá pela homologação ou não da medida cautelar nesta semana.

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