POLITICA

PP Mulher se movimenta em MT e prevê agenda para o 2º semestre

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Sob comando do federal Neri Geller o Partido Progressistas (PP) se organiza em Mato Grosso e passa a direcionar ações nos 116 municípios onde há Diretório Municipal para que as mulheres sejam engajadas na política e atuem em temas de destaque como assédio, aborto, carreira profissional, maternidade, empreendedorismo e política. De acordo com Geller, a ideia é criar uma agenda e percorrer o Estado mobilizando a comunidade feminina que já têm espaço garantido para trabalhar nesses projetos.

“Já temos o PP Mulher Estadual sendo estruturado exatamente para receber essas mulheres que trarão dos municípios suas realidades e demandas. O foco é exatamente dar espaço para que elas tenham vez e voz. Assim que for possível e viável, num momento pós-pandemia, daremos início às ações ”, disse o presidente da sigla.

Frente ao PP Mulher no Estado, a advogada Juliana Vieira assume a incumbência de percorrer Mato Grosso e promover o envolvimento feminino em questões consideradas fundamentais no cenário político-social.

“Embora já tenhamos conquistado alguns avanços no decorrer das últimas décadas, a participação ativa da mulher, especialmente na política, ainda é muito aquém do desejado. Já nos reunimos com o PP Mulher Nacional e vamos trazer para Mato Grosso ações importantes para mudarmos essa estatística”, disse a coordenadora do PP Mulher de Mato Grosso.

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Juliana Vieira, 34 anos, é advogada, mãe de dois filhos e com histórico de violência doméstica promete ajudar outras mulheres a enfrentarem os obstáculos e dificuldades de quem passa por situações como essa. “Muitas vezes a gente só precisa de apoio e alguém que nos faça enxergar que somos capazes, porque somos! O lugar da mulher é onde ela quiser e muita das vezes só precisamos de um empurrão, uma oportunidade para sair de onde estamos e crescer”, declarou.

Para a coordenadora do PP Mulher/MT, mesmo no século XXI, muitas mulheres ainda têm dificuldades de ocupar cargos de destaque, serem eleitas ou terem voz ativa nas tomadas de decisões. “Atribuo isso à exclusão histórica das mulheres que reverbera, até hoje, no nosso cenário atual, refletindo, na prática, em uma baixa representatividade feminina na política, por exemplo”.

Juliana diz que, embora existam cotas eleitorais (por lei é assegurada uma porcentagem mínima de 30% e máxima de 70% a participação de determinado gênero em qualquer processo eleitoral) esse mecanismo pouco tem contribuído para garantir a atuação e a chegada das mulheres ou das minorias ao poder. “Estaremos abrindo no segundo semestre uma agenda propositiva com intuito de atrair para dentro das discussões não só as mulheres, mas a comunidade jovem e todo público LGTBQI+”, declarou.

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Suplente de senador, empresária e secretária-geral do Partido, Margareth Buzetti diz que o papel da mulher transcende a questão política, elas estão sendo protagonistas em setores não considerados ‘femininos’.

“Hoje elas são chefes de família, assumiram funções em gerências, coordenadorias, lideram equipes e precisam desse espaço para atraírem outras mulheres a também se erguerem e se destacarem”, falou Buzetti que foi a primeira mulher a assumir a presidência nacional da ABR (Associação Brasileira do Segmento de Reforma de Pneus).

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Pandemia

Senado aprova projeto de Lei de autoria do senador Jayme Campos que prorroga até o final deste ano carência para pagamento do Fies

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Uma medida que deverá atender mais de 3,5 milhões de estudantes que dependem do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) foi aprovado pelo Senado da República atendendo projeto de Lei (PL 1133/2020) do senador Jayme Campos (DEM/MT) que estabelecia seis meses de suspensão no pagamento como auxilio por causa da pandemia da COVID 19 e acabou recebendo emendas no texto final que ampliou para um ano o prazo de carência aos estudantes.
O texto será encaminhado à Câmara dos Deputados.
“O projeto busca contribuir para manter os jovens matriculados no ensino superior, apesar das dificuldades financeiras que as famílias brasileiras passam por conta da pandemia do coronavírus”, defende Jayme Campos. Segundo o IBGE, 25% dos jovens entre 15 e 29 anos não estudam nem trabalham no país.
“Cumprimento o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, pela sensibilidade em pautar o projeto e agradeço aos demais colegas senadores e senadoras que foram favoráveis a esta proposta, em especial, ao relator Dario Berger, que encaminhou favoravelmente à iniciativa e conseguiu, com o acolhimento das emendas apresentadas, expandir o escopo da proposta, ampliando de seis meses para um ano o prazo de suspensão das dívidas vinculadas ao Fies”, enfatiza o senador. Assim, a suspensão de pagamentos de estudantes ao Fies fica prorrogada até dezembro de 2021.
Jayme Campos lembrou que a medida faz justiça social em tempos de dificuldades financeiras e demonstra que o Congresso Nacional está atento aos problemas da população e tem soluções que podem ser aplicadas sem que isto represente mais problemas para o Governo Federal, pois o Fies, nada mais é do que um financiamento que retorna aos cofres públicos para financiar novos estudantes e assim criar uma verdadeira legião de profissionais gabaritados e prontos para o exigente mercado de trabalho.
“Somente assegurando oportunidades de forma indistinta é que poderemos ter a certeza de o futuro da Nação estará garantido, pois um país é formado pelas pessoas que constituem sua força de trabalho e que mantém a economia pujante”, asseverou o senador.

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