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Polícias Civil e Militar prendem autor de tentativa de feminicídio em Alto Taquari

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Um homem que tentou matar a companheira a facadas no município de Alto Taquari foi preso em flagrante, nesta quarta-feira (1.4), em ação conjunta da Polícia Civil e Polícia Militar, realizada no município. O suspeito foi autuado em flagrante pelos crimes de tentativa de feminicídio e por conduzir veículo automotor sob a influência de álcool.

O crime ocorreu durante a madrugada, enquanto a vítima dormia e foi atacada pelo suspeito, que ingressou no imóvel utilizando uma chave que possuía. Na ocasião, o agressor desferiu diversos golpes de faca contra a vítima, atingindo regiões vitais do corpo.

A vítima, que sofreu diversos ferimentos inclusive na região do pescoço, foi socorrida por vizinhos e encaminhada ao Hospital Municipal, onde permanece sob cuidados médicos. A autoria foi confirmada por depoimentos testemunhais e pela própria confissão do suspeito.

Segundo as investigações, o crime foi motivado por ciúmes e sentimento de posse do investigado em relação à ex-companheira, além da tentativa de controlar a vida pessoal e social da vítima. Na noite anterior aos fatos, o suspeito teria abordado a vítima em um estabelecimento, passando a fazer comentários sobre sua vida íntima para outras pessoas.

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Na manhã seguinte, inconformado com o término do relacionamento e movido por comportamento possessivo, o investigado invadiu a residência da vítima e a atacou. Após o crime, o suspeito fugiu do local conduzindo um veículo e, durante a fuga, sofreu um acidente na rodovia MT-100. Ele foi localizado e preso no hospital, sendo constatados sinais visíveis de embriaguez alcoólica.

Diante das evidências, o suspeito foi preso em flagrante pelos crimes de tentativa de feminicídio e condução de veículo sob influência de álcool. A delegada responsável pelas investigações, Michele Castro, representou pela prisão preventiva do suspeito, que foi colocado à disposição da Justiça.

Fonte: Governo MT – MT

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Comissão de Combate ao Trabalho Escravo promove seminário em Porto Alegre do Norte

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A Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp) e a Comissão Estadual para Erradicação do Trabalho Escravo (Coetrae-MT) realizam, entre 16 e 19 de abril, o Seminário Regional Araguaia – Trabalho Escravo, Direitos Humanos e Participação Popular, em Porto Alegre do Norte (a 1.125 km de Cuiabá).

A presidente do Coetrae, Márcia Ourives, destacou que o município foi escolhido para receber o seminário após o resgate de 563 trabalhadores em situação análoga à escravidão em uma obra de usina de etanol no ano passado.

“O diálogo e a participação social são pilares fundamentais para a construção de uma política pública exitosa. O enfrentamento ao trabalho escravo não é diferente. Estamos aqui para dialogar e capacitar agentes e lideranças de direitos humanos, além de gestores públicos e autoridades competentes, que são atores importantes para o combate ao trabalho escravo em Mato Grosso”, reforçou.

A programação começou na tarde desta quinta-feira (16.4), com a visita técnica a uma cooperativa de catadores de materiais recicláveis, voltada para a prevenção do trabalho escravo.

No período noturno, foi realizada uma palestra educativa e apresentações sobre o tema aos alunos do modelo de Ensino de Jovens e Adultos (EJA), da Escola Estadual Alexandre Quirino de Souza. Além de conhecer a realidade do trabalho escravo, os alunos também aprendem como denunciar e a quem recorrer para garantir seus direitos.

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Para o estudante Matheus de Carvalho, 19 anos, que participou das apresentações, a visita do Coetrae à escola foi fundamental para mudar a percepção dos estudantes sobre o que é trabalho análogo à escravidão nos dias atuais.

“A vinda do Coetrae nos trouxe uma nova visão sobre o trabalho escravo, muito importante para os jovens da nossa idade que estão terminando os estudos e entrando no mercado de trabalho, para não nos tornarmos vítimas desse tipo de crime”, destacou.

A estudante Ruth Maria, 19 anos, pontuou que, além de ajudar os estudantes que estão começando a trabalhar, também ajuda a alertar a própria família, que não teve acesso à informação.

“Além de ser importante para nós que estamos começando a trabalhar, essa informação é muito importante para nossa família, pois muitos não têm essa informação e não conhecem o que é estar refém do trabalho escravo, porque, sem ajuda, não conseguem sair”, reforçou.

As atividades continuam nesta sexta, sábado e domingo, com visitas técnicas, encontros com autoridades, palestras e mesas-redondas acerca do tema no município.

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Fonte: Governo MT – MT

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