Policial
Polícia Civil prende homem investigado por tráfico de drogas e organização criminosa
Um homem investigado por tráfico de drogas e organização criminosa, foi preso pela Polícia Civil de Mato Grosso, nesta terça-feira (14.04), no município de Barra do Garças, em cumprimento de mandado judicial.
O procurado, de 36 anos, foi preso pela equipe da 2ª Delegacia de Polícia de Barra do Garças.
Durante diligências investigativas os policiais civis localizar o foragido no bairro Nova Barra. No momento da abordagem, o suspeito não ofereceu resistência sendo efetuada a sua prisão.
Conforme apurado pela Polícia Civil, a prisão preventiva foi expedida embasada nas investigações que apuram a atuação do suspeito em atividades relacionadas ao tráfico de entorpecentes e associação criminosa na região.
Em seguida ele foi conduzido para as providências legais cabíveis, sendo posteriormente colocado à disposição do Poder Judiciário.
Fonte: Policia Civil MT – MT
Policial
“Brutalidade evidencia periculosidade”, decide juiz ao manter preso acusado de matar ex com tiro no peito em propriedade rural na divisa de MT
JB News
por Nayara Cristina
O assassinato da empresária Lidiane de Fátima Vilela, de 44 anos, ocorreu dentro de uma propriedade rural isolada no município de Baliza, na divisa com Mato Grosso, cenário que pesou diretamente na decisão da Justiça mato-grossense ao decretar a prisão preventiva do ex-companheiro, Rogério Henrique Cavalcante dos Santos. O crime foi registrado no sábado (18), e o suspeito acabou localizado poucas horas depois em Torixoréu, após fugir do local.
Segundo a investigação, a vítima foi baleada na região do peito dentro da fazenda, uma área afastada, sem presença de testemunhas próximas, o que reforça a gravidade da ocorrência. Após o disparo, o acusado deixou a propriedade rural e cruzou a divisa entre os estados de Goiás e Mato Grosso, sendo detido posteriormente.
Na audiência de custódia realizada no domingo (19), em Barra do Garças, o juiz Michell Lotfi Rocha da Silva decidiu converter a prisão em flagrante em preventiva. Ao justificar a medida, ele destacou: “tal brutalidade, somada ao fato de o crime ter sido cometido em uma propriedade rural isolada, evidencia a periculosidade social do agente”.
O magistrado também apontou que a fuga logo após o homicídio, com a travessia entre estados, demonstra tentativa de evitar a responsabilização penal, o que reforça a necessidade da prisão. Além disso, levou em consideração o histórico do investigado, que já possui registro envolvendo arma de fogo.
Na avaliação do juiz, a soma desses fatores — violência do crime, local isolado, evasão após o fato e possível reincidência — sustenta a manutenção da prisão para garantia da ordem pública e da aplicação da lei.
Com a decisão, foi determinada a comunicação ao Judiciário de Goiás, estado onde o crime ocorreu, para os procedimentos legais de transferência do acusado. O caso segue sendo investigado como feminicídio.
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