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Polícia Civil prende casal suspeito de tráfico de drogas em Arenápolis

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A Polícia Civil de Mato Grosso prendeu, na sexta-feira (23.1), um casal suspeito de atuar diretamente no tráfico ilícito de drogas em Arenápolis. A ação resultou na apreensão de diversas substâncias entorpecentes, além de dinheiro proveniente da atividade criminosa, desarticulando um esquema de comercialização de drogas vinculado a uma facção criminosa.

Durante a operação, os investigadores apreenderam porções de substância análoga à cocaína, pasta base de cocaína, maconha e loló, bem como uma quantia significativa em dinheiro. Os materiais evidenciam a prática reiterada do tráfico de entorpecentes.

As investigações apontam que os suspeitos mantinham ligação com uma facção criminosa, atuante de forma estruturada na distribuição de drogas em Arenápolis. Com a prisão do casal, a Polícia Civil conseguiu interromper a atuação criminosa e enfraquecer a organização local do tráfico.

“A Polícia Civil de Arenápolis mantém atuação firme e contínua no enfrentamento ao tráfico de drogas e segue comprometida com a preservação da ordem pública e com a segurança da população. Nossa equipe, assim como toda a instituição, atua ao lado do cidadão de bem e não mede esforços para combater grupos criminosos e garantir a tranquilidade da sociedade”, afirmou o delegado Cesar Caio Alves de Almeida.

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Segundo o delegado, as investigações continuam, com o objetivo de identificar outros envolvidos no esquema criminoso e coibir novas práticas ilícitas na região.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Usava tornozeleira: Identificado homem de 46 anos que morreu após “salve” de facção no Jardim Leblon em Cuiabá

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Cuiabá: homem de 46 anos morre após “salve” de facção no Jardim Leblon; polícia investiga espancamento brutal

Na noite da última sexta-feira (23), a capital mato-grossense foi palco de um crime que chocou moradores do bairro Jardim Leblon e mobilizou as forças de segurança pública. Fábio Rodrigo dos Santos de Castro, de 46 anos, foi encontrado gravemente ferido após uma sessão de tortura e espancamento atribuída, segundo investigadores, a integrantes do Comando Vermelho (CV).

De acordo com o boletim policial e informações oficiais, Fábio foi levado por terceiros à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Jardim Leblon, já sem pulso e com diversos ferimentos pelo corpo. Ele usava tornozeleira eletrônica — equipamento que possibilitou sua identificação no local — mas não resistiu aos ferimentos e foi declarado morto pouco depois de dar entrada na unidade de saúde. 

A Polícia Civil foi chamada ao local para providenciar a liberação do corpo e iniciar as investigações sobre o caso. Até o momento, nenhum suspeito foi identificado ou preso, e as circunstâncias exatas que levaram ao ataque ainda são objeto de diligências. As autoridades trabalham para afirmar se o episódio foi motivado por disputas internas de facção, acerto de contas ou outros fatores relacionados ao crime organizado em Cuiabá. 

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O crime teria ocorrido em um contexto que familiares e vizinhos descreveram como uma possível “sessão de castigo” ou “salve” — expressão utilizada por criminosos para punir supostas transgressões dentro da dinâmica de facção. Esses castigos, segundo especialistas e relatórios de segurança pública, podem envolver violência extrema e atos de tortura, utilizados como forma de impor medo e controle em território urbano. 

Apesar de Fábio ter sido identificado como ex-presidiário e estava sob monitoramento eletrônico, não há na divulgação policial até o momento detalhes públicos sobre os crimes que ele teria cometido para cumprir pena ou estar com tornozeleira. Informações sobre o histórico criminal específico dele ainda não foram oficializadas pelas autoridades — algo comum em casos em que a investigação está em andamento e a divulgação de dados depende da tramitação legal e de decisões judiciais. 

A ocorrência chamou atenção também pelo uso da tornozeleira eletrônica, dispositivo que permite o monitoramento de pessoas em liberdade provisória ou regime semiaberto, e que facilitou a identificação imediata da vítima no ambiente hospitalar. 

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Até agora, a Polícia Civil informou que segue com a apuração da autoria e das circunstâncias que envolveram a morte de Fábio Rodrigo dos Santos de Castro. As investigações buscam, entre outras linhas, identificar quem aplicou a tortura e os espancamentos, bem como o que motivou o que está sendo tratado como homicídio doloso — quando há intenção de matar. 

O episódio reacende o debate sobre a atuação de facções criminosas em áreas urbanas e a eficácia das medidas de controle e inteligência policial na prevenção de crimes de violência extrema. As autoridades também analisam imagens, relatos de testemunhas e possíveis ligações com outras ocorrências registradas na região para compreender plenamente o contexto em que o ataque se deu. 

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