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PM recupera R$ 164,7 mil com suspeitos de roubo a cooperativas de crédito

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Em buscas aos criminosos, equipe do Bope foi recebida a tiros e revidou a agressão e atingiu quatro suspeitos

Assessoria | Sesp-MT

Dinheiro recuperado em assalto a cooperativas
Foto por: Polícia Militar
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A Polícia Militar recuperou R$ 164.731,25 do dinheiro roubado das cooperativas de crédito Sicredi e Sicoob, no dia 4 de junho, em Nova Bandeirantes, após os policiais do Batalhão de Operações Especiais (Bope) entrarem em confronto com suspeitos do crime, na tarde desta quinta-feira (10.06).

Os policiais do Bope foram chamados pela equipe da Força Tática, depois de virem que uma caminhonete branca empreendeu fuga assim que avistou a barreira policial, retornando com o veículo pela Estrada Procomp.

A equipe da barreira foi atrás dos suspeitos e avistou pessoas abandonando o carro e correndo em direção à mata. A Força Tática acionou o Bope, que deu apoio imediato, bem como as demais viaturas da operação.

A Força Tática retornou com a caminhonete abandonada para o ponto da barreira. Os policiais do Bope coletaram as informações e foram em busca dos suspeitos no meio da mata. Em um dado momento, a equipe do Bope foi surpreendida por disparos de arma de fogo e iniciou-se um confronto armado. Quatro suspeitos foram atingidos, foram levados ao Hospital Municipal de Nova Bandeirantes, mas não resistiram aos ferimentos.

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Com os bandidos foram encontradas roupas militares, armas e parte do dinheiro do roubo. As buscas, iniciadas há 6 dias, vão continuar até chegar a todos os envolvidos no crime da modalidade de Novo Cangaço.

A operação também continua por tempo indeterminado, com barreiras e incursões nos locais onde houve relatos de indícios e informações de presença de criminosos.

O caso do roubo às cooperativas está sob investigação da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) da Polícia Judiciária Civil.

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Homem é condenado a 12 anos de prisão por morte de garota de programa 

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JB News

Rone Ferreira Leite foi condenado a 12 anos de reclusão em regime inicial fechado pelo homicídio duplamente qualificado de Silvana de Almeida Rodrigues, em Pontes e Lacerda (a 352km de Cuiabá). A sessão do Tribunal do Júri ocorreu na quarta-feira (16), quando o Conselho de Sentença reconheceu a materialidade e autoria do crime imputado ao réu, bem como as qualificadoras de motivo torpe e mediante recurso que dificultou a defesa da vítima. O sentenciado informou que não irá recorrer.

O crime aconteceu em julho de 2017. Conforme a denúncia da 1ª Promotoria de Justiça Criminal de Pontes e Lacerda, Rone contratou Silvana para um programa sexual no dia dos fatos, que seria pago com fornecimento de substância entorpecente. Eles se dirigiram à residência do denunciado, ocasião em que Rone forneceu drogas à vítima e mantiveram relação sexual. Em seguida, eles se desentenderam em razão do entorpecente e Silvana deixou o local.

Rone então foi atrás de Silvana de posse de uma faca. Ao alcançá-la, o denunciado lhe deu uma rasteira e passou a golpeá-la, causando-lhe diversos ferimentos. A vítima faleceu em razão de choque hipovolêmico (perda excessiva de sangue e líquidos). O acusado confessou o crime.

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“Cumpre destacar que Silvana encontrava-se em dificuldade de defesa, porquanto estava desarmada, em inferioridade de forças, pelo fato de ter sido esfaqueada após ter levado uma “rasteira” e por ter recebido golpes pelas costas […]. Por fim, infere-se que a motivação do homicídio foi torpe, em razão de uma cobrança do denunciado dos entorpecentes utilizados pela vítima”, argumentou o Ministério Público na denúncia.

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