Geral
Piveta garante manutenção dos investimentos em saúde e educação “Mato Grosso jamais irá retroagir”
JB News
por Jota de Sá
ORÇAMENTO DE 40,79 BI
Por Nayara Cristina
Após mais de três décadas marcadas por paralisações, indefinições e frustrações históricas, o novo Hospital Central de Mato Grosso finalmente saiu do papel e foi inaugurado nos últimos dias de dezembro de 2025, em Cuiabá. A entrega da unidade representa um divisor de águas na saúde pública estadual e simboliza um novo ciclo de investimentos do Governo do Estado, com foco em alta complexidade, tecnologia e eficiência no atendimento à população.
A obra, que permaneceu por mais de 30 anos como um esqueleto abandonado, ganhou novo ritmo e padrão a partir da atual gestão estadual, que decidiu transformar um passivo histórico em um dos mais modernos complexos hospitalares do país. Com investimentos que somam centenas de milhões de reais, o Hospital Central foi entregue com estrutura de ponta, leitos de alta complexidade, equipamentos modernos e capacidade para atender milhares de pacientes de todas as regiões de Mato Grosso.
Durante a inauguração, o vice-governador Otaviano Piveta, do Republicanos, fez um discurso fortemente centrado no simbolismo da obra e na responsabilidade com o dinheiro público. Segundo ele, o hospital traduz uma mudança definitiva de mentalidade na gestão estadual. “Esse hospital é um símbolo do capricho, do respeito. Quando os governantes têm zelo pelo dinheiro público, como nós temos, é possível fazer coisas inimagináveis”, afirmou.
Piveta destacou que a nova unidade coloca Mato Grosso em um novo patamar no cenário nacional da saúde pública. “Nós estamos trazendo o que há de melhor no Brasil para Cuiabá, para atender milhares de mato-grossenses que vão entrar pelas portas desse novo hospital. Aqui se inicia uma nova referência, um novo tempo em saúde de alta complexidade no Estado de Mato Grosso”, declarou, ao ressaltar o impacto regional e estratégico do empreendimento.
Mesmo em ano eleitoral, o vice-governador reforçou que o Executivo manterá rigor absoluto no cumprimento da legislação e das regras fiscais, sem interromper investimentos considerados essenciais. De acordo com ele, o custeio anual do Hospital Central deve girar em torno de R$ 300 milhões, valor já previsto no planejamento orçamentário do Estado. “Nós vamos respeitar a lei à risca, mas não podemos deixar de executar o orçamento, fazer os investimentos necessários e custear as despesas correntes de todos os serviços, inclusive deste hospital. Saúde e educação seguem como prioridades”, garantiu.
O discurso também trouxe um tom político e institucional sobre continuidade administrativa e amadurecimento da sociedade. “A vida do povo mato-grossense importa para esse governo e vai continuar importante para os governos que vierem por aí. Governo bom o povo não aceita retroagir. O povo quer governantes cada vez melhores e aprende a escolher. Quando conhece o ruim e depois conhece o bom, passa a exigir mais. Mato Grosso jamais irá retroagir”, afirmou Piveta.
A inauguração do Hospital Central ocorre em um contexto de robustez fiscal do Estado. Recentemente, a Assembleia Legislativa aprovou o orçamento de 2026, estimado em R$ 40,79 bilhões, com margem de até 30% para remanejamento de recursos pelo Executivo, garantindo flexibilidade para manter investimentos e despesas correntes, especialmente nas áreas de saúde e educação.
Outro diferencial que projeta o Hospital Central como referência nacional é o modelo de gestão adotado. A unidade será administrada pelo Hospital Israelita Albert Einstein, referência nacional e internacional em excelência médica, inovação e gestão hospitalar. A parceria eleva o padrão de atendimento e insere Mato Grosso no seleto grupo de estados que contam com serviços públicos de saúde operados por instituições de reconhecimento mundial.
Com a entrega do Hospital Central, o governo de Mauro Mendes encerra um dos capítulos mais longos da história das obras públicas em Mato Grosso e inaugura um novo tempo para a saúde estadual. Para o Executivo, o hospital vai além de uma grande estrutura física: torna-se um símbolo de que planejamento, responsabilidade fiscal e compromisso com a vida da população são capazes de transformar promessas antigas em realidade concreta.
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Geral
Policial penal de Tangará da Serra é condenado a mais de 11 anos por esquema de tráfico e corrupção dentro de presídio
JB News
Por Emerson Teixeira
A condenação de um policial penal por envolvimento em um esquema de entrada de celulares e drogas no Centro de Detenção Provisória (CDP) de Tangará da Serra expõe uma grave quebra de confiança dentro do sistema prisional de Mato Grosso. A sentença foi assinada pelo juiz Ricardo Frazon Menegucci, que reconheceu a prática de tráfico de drogas, corrupção passiva e facilitação da entrada de aparelhos telefônicos na unidade.
Segundo a decisão judicial, o servidor se aproveitou da função pública para introduzir de forma clandestina celulares, acessórios e entorpecentes dentro do presídio, beneficiando detentos e recebendo vantagens indevidas para isso. Em uma das situações investigadas, ficou comprovado que ele recebeu R$ 2,5 mil para facilitar a entrada de um aparelho celular no interior da unidade prisional.
As investigações reuniram um conjunto de provas que incluiu apreensão de celulares, drogas e acessórios, além de depoimentos de testemunhas e imagens do sistema de monitoramento interno. O processo apontou que o policial utilizava o acesso privilegiado a áreas restritas do CDP para viabilizar a entrada dos materiais ilícitos, driblando a fiscalização interna.
Em um dos episódios, ele foi flagrado ao tentar ingressar novamente com celulares e acessórios no presídio, mas acabou interceptado antes de concluir a ação. Em outro caso, ficou comprovada a entrada de porções de maconha e cocaína destinadas a presos da unidade.
Na sentença, o magistrado ressaltou a gravidade da conduta, principalmente pelo fato de o condenado ser um agente público encarregado de zelar pela segurança do sistema prisional. Para o juiz, a atuação do servidor comprometeu a confiança da administração pública e fortaleceu a atuação de grupos criminosos dentro do cárcere.
Ao final do julgamento, o policial penal foi condenado a 11 anos e 6 meses de reclusão, além de 5 meses e 18 dias de detenção, em razão do concurso material dos crimes, e ao pagamento de multa. A decisão também determinou a perda do cargo público e do porte de arma, por incompatibilidade entre a permanência na função e a gravidade dos crimes praticados.
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