Polícia Federal

PF deflagra operação contra fraudes em contratações para realização de obras públicas pelo DINIT em MT e mais cinco estados

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Por Alisson Gonçalves

A Policia Federal (PF),  deflagrou na manhã desta quinta-feira (9), operação “Rolo Compressor” contra fraudes e contratações para realização de obras públicas.

Segunda às informações dos agentes, um grupo de servidores do (DNIT) departamento nacional de Infraestrutura de transporte, fornecia contratos, com superfaturamento, além de atos de corrupção e lavagem dinheiro de público.

A empresa era contratada para realizar obras públicas, mas funcionava com um esquema interno para desvio de dinheiro.

Durante a operação foi encontrado um contratos de R$ 700 milhões, para execução das obras, em auditoria feita pela (CGU),o valor de prejuízo ao cofres públicos já chega a R$ 60 milhões.

Na ação, foram expedidos pela Justiça Federal em Curitiba mandados de prisão e de busca e apreensão em seis estados; Paraná, Mato Grosso, Santa Catarina, Distrito Federal, Minas Gerais e São Paulo.

Cinco servidores público foram afastados e tiveram seu bens bloqueados durante a operação,

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Polícia Federal

Ex-assessor de ministras preso pela PF vazou informações sigilosas e monitorava delegado em esquema com lobista de MT

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Por Emerson Teixeira

 

Ex-assessor é preso após monitorar delegado e vazar decisões judiciais em esquema milionário de corrupção

A prisão de Márcio José Toledo Pinto, realizada pela Polícia Federal no fim da tarde desta terça-feira (31), elevou o nível de gravidade das investigações da Operação Sisamnes e revelou novos elementos sobre um suposto esquema de corrupção e venda de decisões judiciais em instâncias superiores. Apontado como peça-chave na engrenagem criminosa, o ex-assessor é acusado de receber cerca de R$ 4 milhões do lobista Anderson de Oliveira Gonçalves para manipular informações e atuar em processos de interesse privado.

A nova ordem de prisão preventiva foi autorizada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal, Cristiano Zanin, após a Polícia Federal apresentar indícios adicionais colhidos a partir da análise do celular do investigado. Inicialmente, o pedido de prisão temporária havia sido negado, mas o avanço das investigações levou à decretação da medida mais rigorosa.

Um dos pontos mais graves identificados pela Polícia Federal foi o monitoramento de um delegado responsável pelo caso. O próprio investigador percebeu que estava sendo seguido, realizou a abordagem e identificou Márcio. Para os agentes, a conduta configura tentativa de obstrução das investigações.

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Segundo relatos, o ex-assessor alegou que apenas acompanhava o delegado porque ele estaria utilizando um veículo apreendido, justificativa que não convenceu os investigadores.

De acordo com relatório enviado ao STF, Márcio foi indiciado por violação de sigilo funcional e corrupção passiva. As investigações apontam que ele produziu minutas e decisões com base em jurisprudências para atender interesses de terceiros, além de vazar informações sigilosas de gabinetes ligados a tribunais superiores.

Márcio já havia sido alvo de busca e apreensão na primeira fase da Operação Sisamnes, deflagrada em novembro de 2024. Ele atuou nos gabinetes das ministras Nancy Andrighi e Isabel Gallotti.

As quebras de sigilo bancário indicaram que o lobista teria repassado cerca de R$ 4 milhões ao investigado por meio de uma empresa em nome da esposa de Márcio, reforçando a suspeita de pagamento por favorecimento em decisões judiciais.

Apesar da gravidade do caso, o novo relatório elaborado pelo delegado José Heloíse dos Santos Neto aponta que não há, até o momento, indícios de participação de ministros de tribunais superiores no esquema.

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A defesa do investigado ainda não se manifestou. Em declarações anteriores, Márcio negou envolvimento nas irregularidades.

A prisão aprofunda a crise envolvendo suspeitas de corrupção no Judiciário e coloca sob pressão um dos esquemas mais sensíveis já investigados pela Polícia Federal nos últimos anos.

 

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