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Patricia, mãe de Isabele Ramos vai a atuar como assistente de acusação decide TJ

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Patricia, mãe de Isabele Ramos vai a atuar como assistente de acusação autoriza TJ

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Por Denise Niederauer

O Tribunal de Justiça por decisão do desembargador Juvenal Pereira da Silva, da 3ª Câmara Criminal, autoriza Patrícia Helen Guimarães Ramos, mãe de Isabele Guimarães Ramos, 14, morta com um tiro no rosto dia 12 de julho, no condomínio Alphaville 1, e passa a atuar como assistente de acusação no procedimento que apura o ato infracional análogo ao homicídio doloso contra a filha, cometido por B.O.C, de 15 anos.

A princípio, o pedido foi negado pela juíza Cristiane Padim, da 2ª Vara Especializada da Infância e Juventude de Cuiabá, responsável pela apuração do ato praticado pela adolescente que atirou e matou Isabele Ramos.

Agora com essa decisão, Patricia Ramos, por intermédio do seu representante legal, terá total acesso e atuará no processo que está em sigilo decretado pela Justiça. Na sexta-feira (10.10), o juiz Aristeu Dias Batista Vilela, do Juizado Especial Criminal Unificado de Cuiabá, homologou a proposta de transação penal e foi decidido o pagamento de R$ 40 mil por Glauco Fernando Mesquita Corrêa da Costa, o valor será revertido para uma instituição que é cadastrada no Juizado. Glauco, pai do namorado G.C.C.16 anos, namorado da atiradora, foi autuado por ter permitido que seu filho tivesse acesso e transportou as duas armas de fogo de sua casa até a residência dos Cestari, no condomínio onde Isabele foi morta, com uma delas.
Os amigos e familiares de Isabele prestarem uma homenagem e também pedido de justiça, em uma carreata na segunda-feira, (12.10), saindo do Condomínio Alphaville 1. Nesse dia, a morte da adolescente completou três meses.
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Isabele Guimarães Ramos, 14 anos, foi morta no dia 12 de julho, na residência de Marcelo Cestari, no Condomínio Alphaville1, em Cuiabá. A versão de tiro acidental sustentado desde o começo pela adolescente B.O.C. de 15 anos, e que matou Isabele, mas foi derrubada pelas perícias feitas no local pela Politec MT. A Polícia Civil descartou essa versão na conclusão do inquérito, e a adolescente B.O.C., de 15 anos, foi indiciada por ato infracional análogo ao homicídio doloso, porque ela além de prática de tiro, e conhecimento do uso de
armas ao assumir o risco ao apontar e atirar com pouca distância no rosto da Isabele, essa foi a conclusão da investigação realizada pela Polícia Judiciária Civil de Mato Grosso.

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Protesto contra soltura da menor, marcam dois anos da morte de Isabele Guimarães com um tiro no rosto

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Por Alisson Gonçalves

Os Familiares e amigos  de Isabele Guimarães Ramos, organizam um movimento nesta terça-feira 12 de julho, para protestar contra a soltura da menor autora do crime, que matou a adolescente com um tiro no rosto.

O protesto acontece nesta terça-feira, na data em que faz dois anos desde o crime. O ato inicia  enfrente ao Colégio Maxi seguindo até o Tribunal de Justiça de MT.

O caso aconteceu em 2020 em uma casa de luxo no bairro Alphaville em Cuiabá, na época Isabele foi morta por sua melhor amiga com um tiro no rosto.

O protesto é contra a soltura da menor autora do crime, que ganhou liberdade no mês passado, após cumprir um ano de internação do complexo Pomeri.

A soltura da menor só foi possível, porque desembargadores mudaram de entendimento do crime passando de Homicídio doloso para Homicídio Culposo, quando não há intenção de matar.

Segundo a empresária Patrícia Guimarães Ramos, o ato é um pedido de justiça, uma vez que durante às investigações foi comprovada que a menor sabia manusear arma de fogo.

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Em sua rede social Patrícia desabafou “Não tem um dia que eu acorde ou durma sem pensar nesse crime e na falta que ela faz”, disse em sua publicação.

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