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Partidos tem somente até hoje para registrarem seus candidatos que devem disputar às eleições em outubro

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Por Alisson Gonçalves

Encerra nesta segunda-feira 15 de Agosto, às 19h, o prazo para que os partidos políticos registrem seus candidatos que devem disputar às eleições em outubro deste ano.

Segundo o site do (TSE) Tribunal Superior Eleitoral, o registro dos candidatos devem ser entregues até às 19 horas desta segunda-feira

Os Registro podem ser feito de modo on-line, ou entregue presencialmente no (TSE), ou (TRE) Tribunal Regional Eleitoral.

O prazo do encerramento é tanto para Deputado Estadual ou Federal, Senado, Governo Estadual, Presidência e Vice a presidência, além dos suplentes de Senado.

O site JB NEWS conseguiu informações, que praticamente todos os partidos de MT devem entregar suas respectivas atas ao cartório regional.

Na semana passada, ainda estava indefinido com quem ficaria a segunda suplencia do senador e candidato a reeleição Wellington Fagundes (PL), que já foi confirmado pelo mesmo que a vaga deve ficar com o empresário e produtor rural e ex-vereador em Nova Mutum, Diogenes Jacobsen (PSB), já que a médica Natasha Slhessarenko desistiu de disputar qualquer vaga nas eleições. Na chapa de oposição ao governo vai se confirmar o vice-governador na chapa de Márcia,  Vanderlucio Rodrigues do PP, funcionário do prefeito Emanuel Pinheiro.

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Enquanto não houver os registros, os candidatos não podem fazer seus respectivos materiais de campanha, uma vez que todos necessariamente precisar obter seus CNPJs, para poder produzir suas campanhas publicitárias, e abrir suas contas individuais para recebimento de verbas, e pagar seus custos de eleição.

Sem contar que também se faz necessário o CNPJ da majoritária. Que identifica de qual chapa pertece cada candidato, este deve estar junto do seu CNPJ individual.

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Max Russi denuncia “edital fechado” em licitação de OS e boicote a deputados na Secretaria de Saúde

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Presidente da ALMT revela indignação por suposto direcionamento em contratos de hospitais, cita investigação da Polícia Federal e pede intervenção imediata do governo do estado.

O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado estadual Max Russi (Podemos), denunciou a existência de editais “restritivos” desenhados, em tese, para beneficiar uma única Organização Social de Saúde (OSS), a Agir Saúde (Associação de Gestão, Inovação e Resultados em Saúde), durante fala na Sessão Ordinária nesta quarta-feira (22). E ainda citou um esquema de “porta giratória” envolvendo servidores públicos e anunciou que levará o caso ao Ministério Público Estadual (MPE).

Segundo Russi, o edital elaborado pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) foi estruturado de forma tão fechada que impossibilitou a participação de outras organizações. O resultado foi a vitória da Agir Saúde, que assumiu o Hospital Regional de Cáceres e estava prestes a vencer também a licitação do Hospital Metropolitano, em Várzea Grande.

“O edital era tão restritivo que só dava oportunidade para uma única empresa ser sagrada vencedora. Ela ganhou em Cáceres, de onde só recebo reclamações do serviço, e quase ganhou no Metropolitano, processo que acabou suspenso após intervenção do Tribunal de Contas”, afirmou o deputado. Russi destacou que a mesma empresa é alvo de operações da Polícia Federal em outros estados por desvio de dinheiro público.

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Outro ponto crítico da fala de Russi envolve um suposto conflito de interesses. O deputado, endossado pelo colega Valmir Moretto (Republicanos), denunciou que um servidor público que participou da modelagem do processo licitatório das OSs deixou o cargo no Estado para assumir uma função de alto escalão na própria empresa vencedora, com um dos maiores salários da organização.

“É no mínimo suspeito. O cidadão conduz a contratação, participa da modelagem e, após a empresa ganhar um contrato de R$ 200 milhões por ano, ele é contratado por ela. Vou encaminhar essa denúncia ao Ministério Público para que seja averiguada a conduta deste servidor”, declarou o presidente da ALMT.

APARELHAMENTO E “BOICOTE” AOS DEPUTADOS

Russi também expôs uma grave denúncia de aparelhamento político na Secretaria de Saúde. Segundo ele, há orientações internas na pasta para que demandas levadas por deputados não sejam atendidas.

“O deputado não leva demanda própria, leva o desespero de uma mãe que precisa de uma UTI. A ordem lá dentro é: ‘se for de deputado, não é para atender’. Isso é desumano. Queremos que a saúde funcione sem precisar de ninguém, mas enquanto falhar, não vamos nos calar diante do desespero da população”, desabafou.

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O presidente da ALMT ainda pediu ao presidente da CPI da Saúde, deputado estadual Wilson Santos (PSD) para que os organizadores da licitação sejam ouvidos na CPI da Saúde. Além do requerimento de informações, incluindo a lista de todos os cargos de confiança na SES-MT e quem são os responsáveis pelas indicações. E também fez um pedido direto ao governador Otaviano Pivetta (Republicanos), para que tome providências contra o aparelhamento político.

 

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