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Parecer prévio do TRE-MT diz que câmara de Cuiabá não tem competência para convocar plebiscito

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Por Jota de Sá

O processo corre em segredo de Justiça.

As informações são que o Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT), analisou no último dia (25.06), o processo impetrado pela câmara municipal de Cuiabá, através do presidente Juca do Guaraná Filho (MDB), para que a corte autorize a câmara a convocar e realizar o plebiscito que poderá definir o modal de transporte para Cuiabá e Várzea Grande.

Segundo o parecer do chefe da sessão de Análise Técnica Processual, “a Câmara de Cuiabá não é competente para convocar tal Plebiscito para deliberar sobre transporte coletivo intermunicipal”. E frisou que neste “cabe a Assembleia Legislativa de Mato Grosso a pedido do governo  realizar a tal sessão que decidirá sobre a escolha do modal de transporte entre o Veículo Leve Sobre Trilhos (VLT) ou Ônibus de Transito Rápido (BRT)”.

O Parecer é prévio da análise de processo, a decisão final será tomada em plenário pelos desembargadores. Se o pedido for acatado pelo pleno do TRE, os próximos passos será analisar o requisitos legais para a consulta pública.

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Caso o parecer for negado pelo pleno em MT, o pedido poderá apreciado pelo Tribunal Superior Eleitoral. Sendo permitido a liberação, a consulta pública poderá ocorrer no primeiro turno das eleições de 2022.

Se o pedido for autorizado, e a data escolhida não for o mesmo do primeiro turno das eleições em 2022, um novo pedido deverá ser feito ao TSE para que o mesmo autorize a realização do plebiscito em data diferente da determinada por lei, somente o TSE pode autorizar a mudança.

Entramos em contato com assessoria do TRE-MT, a informação que foi passada a redação é que o processo segue em segredo de justiça, e com isso nenhuma informação poderia ser dada.

O processo ainda pode levar um tempo para ser analisado pela Corte, por conta do calendário eleitoral do ano que vem.

Caso haja a liberação do plebiscito, o pleito deverá ser realizado até 02 de outubro de 2022 conforme lei do TSE.

Tentamos também o contato com o presidente da Câmara Municipal de Cuiabá, o vereador Juca do Guaraná, mas segundo sua assessoria, o presidente estava em sessão e por conta disso não pôde responder a reportagem até o fechamento dessa matéria.

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Execução em plena luz do dia expõe passado recente e mistério sobre a motivação de assassinato de homem de 61 anos em Cáceres

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Da redação

A morte de Almiro Alves Ribas, de 61 anos, registrada na manhã desta segunda-feira (6), no bairro Vila Nova, em Cáceres, escancara um crime com características claras de execução, mas ainda cercado de lacunas sobre sua real motivação.

Almiro foi alvejado por disparos de arma de fogo em plena via pública, na Rua Bertoldo Ferreira Mendes, após ser surpreendido de forma direta, sem chance de defesa. Moradores relataram ter ouvido os tiros e acionaram a Guarda Municipal, que encontrou a vítima já caída ao solo. O Corpo de Bombeiros foi chamado, mas apenas confirmou a morte ainda no local.

Imagens de câmeras de segurança de residências vizinhas registraram toda a ação e mostram que o crime foi rápido, objetivo e aparentemente planejado — indícios que reforçam a tese de execução direcionada.

Nos bastidores da investigação, um ponto chama atenção: Almiro havia deixado o sistema prisional recentemente. Apesar disso, até o momento, não há confirmação oficial sobre qual crime ele teria cometido anteriormente, tampouco qualquer informação consolidada que aponte, de forma precisa, a motivação do homicídio.

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A Polícia Civil conduz as investigações e trabalha com diferentes linhas, sem descartar nenhuma hipótese. A ausência de detalhes sobre o passado criminal da vítima e sobre possíveis conflitos recentes mantém o caso em aberto e amplia o mistério em torno da execução.

O crime, ocorrido em plena luz do dia e em área residencial, voltou a gerar apreensão entre moradores de Cáceres, sobretudo pela forma direta e silenciosa com que foi cometido — um retrato de violência que, mesmo sem respostas imediatas, deixa marcas profundas na sensação de segurança da população.

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