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Operação Fim de Ano da PM prende 1,8 mil pessoas em MT

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No 13º episódio do podcast oficial da Polícia Militar de Mato Grosso, o PMCAST, o policiamento nas ruas estará em pauta

Por Thiago Carvalho | PMMT

– Foto por: PMMT

A Operação Fim de Ano da Polícia Militar apreendeu, em 20 dias, 66 armas de fogo e 92 quilos de entorpecentes. Cerca de 1,8 mil pessoas foram conduzidas à Delegacia, sendo 630 delas presas em flagrante. O balanço é referente à primeira fase do reforço policial, iniciada no dia 1º de dezembro até a última quarta-feira (22.12), que está garantindo a segurança da população em todo o estado neste mês, que é marcado pelas celebrações do Natal e ano novo.

Em decorrência das tradicionais compras de Natal e Ano Novo, a PM empregou mais policiais militares para atuarem nas áreas onde há maior movimentação de pessoas e circulação de dinheiro e também nos bairros onde as estatísticas criminais apontam maior vulnerabilidade em se tratando de criminalidade.

Do 1º de dezembro até quarta-feira, os policiais registraram 3.164 boletins de ocorrências em Mato Grosso, sendo 238 boletins relacionados aos crimes de tráfico e uso ilícito de entorpecentes. Cerca de 630 pessoas foram presas em flagrante, desse total, 84 estavam foragidos da justiça e foram recapturados pela PM.

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Na Capital e no interior, as ações contabilizam 90 veículos furtados ou roubados, que foram localizados e recuperados pelas equipes de policiais militares. Mais de 92 quilos de drogas entre maconha, pasta base de cocaína, cocaína pura, dentre outras substâncias, foram apreendidas. Foram retiradas de circulação 81 armas, sendo 66 armas de fogo e as demais simulacros.

Na última segunda-feira (20), a PM lançou a segunda fase da operação policial, que segue até a terceira fase, encerrada no dia 03 de janeiro de 2022. A operação está mobilizando diariamente 1,5 mil policiais militares em todo estado, totalizando mais de 4 mil policiais nas ruas para reforçar o policiamento ostensivo neste fim de ano.

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Homem confessa sexo com cachorro em zona rural de MT c vira alvo de investigação da Polícia Civil

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JB News

por Emerson Teixeira

Foto : PC-MT

A Polícia Civil de Mato Grosso identificou um homem de 32 anos investigado por um caso de zoofilia e maus-tratos a animal na zona rural de Santo Antônio de Leverger. A apuração é conduzida pela Delegacia Especializada do Meio Ambiente (Dema), que instaurou inquérito para responsabilizar o suspeito e reunir provas sobre o crime.

As investigações tiveram início após a circulação de um vídeo nas redes sociais, no qual o homem aparece abusando sexualmente de um cão de porte médio. A repercussão das imagens levou à identificação do suspeito, que posteriormente compareceu à delegacia acompanhado de advogado e admitiu a prática criminosa.

Segundo a Polícia Civil, o investigado já possui histórico criminal, com condenações anteriores por roubo e estupro de vulnerável, além de fazer uso de tornozeleira eletrônica. A reincidência em crimes graves acende alerta sobre o perfil do suspeito e reforça a gravidade do caso.

Durante diligências realizadas nas proximidades da BR-364, na área rural onde o fato ocorreu, os policiais encontraram o imóvel fechado, com dois animais mantidos amarrados do lado externo. A Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) foi acionada para coletar material biológico no animal vítima, que passará por exames para subsidiar o inquérito.

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O cão recebeu atendimento com apoio do setor de Bem-Estar Animal da Prefeitura de Cuiabá, que garantiu assistência veterinária e acompanhamento após os maus-tratos.

A conduta investigada se enquadra no crime previsto na legislação ambiental brasileira, especialmente após o endurecimento das penas com a chamada Lei Sansão (Lei nº 14.064/2020), que estabelece reclusão de dois a cinco anos, além de multa e proibição de guarda, quando o crime envolve cães ou gatos.

A Polícia Civil reforça que denúncias são essenciais para combater crimes dessa natureza. Informações podem ser repassadas de forma anônima pelo telefone 197 ou diretamente à Dema.

O caso segue sob investigação e deve avançar com base nos laudos periciais e demais elementos coletados, podendo resultar em responsabilização criminal mais ampla diante do histórico do investigado.

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