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O futuro de Chapada depende da gente

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Sou do interior de Mato Grosso. Nasci em Juscimeira, onde aprendi cedo que lazer não é luxo, é necessidade. Nunca tive a chance de conhecer o mar quando era criança. Mas tive a sorte de crescer perto de cachoeiras, rios e trilhas que faziam parte da nossa vida. Era o turismo que cabia no bolso da nossa família e é por isso que defendo com tanta convicção o turismo popular, acessível, democrático. Todo mundo merece esse direito.

Chapada dos Guimarães é um exemplo claro disso. Uma das maiores belezas do Brasil, pertinho da capital, cheia de paisagens de tirar o fôlego e com um povo acolhedor que luta, todos os dias, pra manter vivo o brilho dessa terra.

Hoje, no aniversário da cidade, a gente celebra essa história e também reforça a importância de cuidar do que é nosso.

Chapada tem tudo pra crescer com o turismo. Assim como cidades como Bonito (MS), Gramado (RS) ou Campos do Jordão (SP), ela pode gerar emprego, renda e oportunidade pra quem vive lá. Mas pra isso acontecer, é preciso destravar os problemas, investir em infraestrutura e garantir que o turismo seja sustentável, sem destruir o meio ambiente.

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Turismo é uma indústria sem chaminé. Não polui, não desgasta, gera oportunidades e valoriza o que temos de melhor. E Chapada tem tudo pra ser um modelo disso.

A cidade merece mais que parabéns. Merece políticas públicas à altura de sua grandeza. E seu povo, esse sim, a verdadeira alma da cidade, merece reconhecimento, investimento e respeito.

Eu continuo firme nessa luta. Que os próximos anos sejam marcados por planejamento, união e ações concretas que respeitem a vontade de quem vive e acredita no turismo como caminho.

Fábio Tardin é deputado estadual por Mato Grosso

Fonte: ALMT – MT

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Mato Grosso proíbe visitas íntimas a condenados por feminicídio, estupro e pedofilia

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O Governo de Mato Grosso sancionou a Lei nº 13.283, de 14 de abril de 2026, que proíbe a realização de visitas íntimas para condenados por crimes de feminicídio, estupro e pedofilia, desde que haja sentença transitada em julgado. A norma, de autoria do deputado estadual Eduardo Botelho (MDB), foi publicada em edição extra do Diário Oficial e já está em vigor.

A nova legislação estabelece que a vedação se aplica exclusivamente aos detentos com condenação definitiva, ou seja, quando não há mais possibilidade de recurso judicial. A medida não interfere nas visitas sociais, que continuam sendo permitidas nos termos da Lei de Execução Penal. De acordo com o texto, considera-se visita íntima aquela realizada fora do alcance de monitoramento e vigilância dos servidores do sistema prisional, em ambiente reservado e sem a presença de terceiros.

A proposta busca reforçar o caráter punitivo e pedagógico da pena, além de contribuir para a segurança dentro das unidades prisionais. Entre os pontos elencados na justificativa do projeto estão os riscos associados à prática, como a entrada de objetos ilícitos, a disseminação de doenças e a facilitação de atividades criminosas no interior dos presídios.

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O governador Otaviano Pivetta (Republicanos) destacou que a sanção da lei, logo nos primeiros dias à frente do Executivo estadual, sinaliza o direcionamento da atual gestão no enfrentamento à criminalidade e no fortalecimento das políticas de segurança pública.

“A sanção desta lei reafirma o compromisso do Estado com o enfrentamento firme à violência e com a proteção da sociedade, especialmente das mulheres e das crianças. Estamos tratando de crimes graves, que exigem respostas claras do poder público. Essa medida também contribui para o fortalecimento da disciplina e da segurança no sistema penitenciário de Mato Grosso”, pontuou.

Autor da proposta, o deputado Eduardo Botelho avaliou que a iniciativa representa um avanço no enfrentamento à violência e na responsabilização de condenados por crimes graves.

“A visita íntima não é um direito absoluto do apenado. Estamos tratando de crimes extremamente graves, que violam direitos fundamentais, especialmente de mulheres e crianças. Essa medida fortalece o caráter punitivo da pena e corrige uma distorção, ao impedir que condenados por esse tipo de crime tenham acesso a um benefício que não condiz com a gravidade dos atos praticados”, argumentou o parlamentar.

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Botelho acrescentou que a sanção da lei consolida o compromisso do Estado de Mato Grosso com o enfrentamento à violência e a adoção de medidas que ampliem a segurança e a efetividade do sistema prisional. O deputado ainda ressaltou que a legislação está alinhada a práticas adotadas em outros países e respeita a competência dos estados para regulamentar o sistema penitenciário, sem interferir na estrutura do Poder Executivo.

Fonte: ALMT – MT

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