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“Não tem essa sangria desatada pela decisão do vice”, afirma Kalil Baracat

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Da Redação

O prefeito de Várzea Grande, Kalil Baracat (MDB) e pré-candidato à reeleição, declarou que não existe pressa para definir o nome de quem irá compor a sua chapa como vice. A declaração foi feita na noite desta quinta-feira (28), no Programa Opinião.

“Não tem assim, essa sangria desatada para decisão do vice-prefeito.”, afirmou Kalil Baracat. “Nós temos um amplo arco de aliança, e vários partidos colocaram nomes à disposição para compor a nossa chapa e isso vai se discutir de forma muito tranquila, muito republicana, muito transparente.”

Ao falar da coalizão que o apoia, Kalil Baracat está se referindo ao Agir 36, Novo, PDT, PP, PRD, PSB, PSDB, Republicanos e União Brasil, além do próprio partido, o MDB. Mesmo com a parceria consolidada, as decisões serão oficializadas nas convenções que devem acontecer este ano, entre 20 de julho e 05 de agosto.

Ainda durante a entrevista, o prefeito garantiu que o grupo está com o objetivo comum, que é continuar com o desenvolvimento da geração de oportunidades na elevação da autoestima da cidade de Várzea Grande. “Nós investimos em educação e em qualificação. E apostamos em algumas demandas que estão sendo construídas na cidade de Várzea Grande, como o Parque Tecnológico, a vinda das universidades, na instituição da Escola Técnica, e no Plano de Desenvolvimento Econômico, realizado pela UFMT, que vai planejar a cidade de para daqui a 20 anos. Porque sendo forte economicamente, nós vamos sim ter uma cidade forte financeira e poder fazer o investimento necessário pata toda população.”, finalizou Kalil Baracat.

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EDUCAÇÃO

Piveta atribui crise da educação à Nova República, crítica pauta de gênero e aposta em mais escolas modelo cívico-militar em MT, VEJA O VÍDEO

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por Nayara Cristina

A educação pública de Mato Grosso entrou novamente no centro do debate após declarações do governador em exercício Otaviano Piveta, que atribuiu a piora histórica do ensino no Brasil às transformações ocorridas a partir da Nova República e, especialmente, após o governo de Fernando Henrique Cardoso. Segundo ele, ao longo dos últimos 30 anos houve uma perda de valores fundamentais dentro das escolas, como disciplina, hierarquia e respeito, o que teria contribuído diretamente para a queda da qualidade educacional.

“Uma das causas da degradação do nosso sistema de educação ao longo dos últimos 30 anos. Depois da Nova República, aí é que começou a degringolar”, afirmou o governador, ao defender uma mudança de rumo no ensino público.

Apesar das críticas ao passado, os dados mais recentes mostram que Mato Grosso vem apresentando evolução nos indicadores educacionais. De acordo com o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) de 2023, o estado alcançou nota 6,0 nos anos iniciais do ensino fundamental, 4,9 nos anos finais e 4,4 no ensino médio, evidenciando avanço principalmente nas etapas iniciais. O índice, que varia de 0 a 10, é o principal termômetro da qualidade do ensino no país e combina desempenho dos alunos com taxas de aprovação.

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Na comparação nacional, Mato Grosso acompanha a média brasileira nos anos iniciais, mas ainda enfrenta desafios nas demais etapas, cenário semelhante ao restante do país. Ainda assim, o estado tem avançado em rankings mais amplos e já aparece entre os dez melhores do Brasil em educação, segundo levantamentos recentes, refletindo os investimentos e mudanças na gestão educacional.

A discussão ganhou força após a repercussão de vídeos que mostram brigas entre alunos em uma escola no bairro Tijucal, em Cuiabá. Questionado sobre o caso, Piveta afirmou que situações de violência devem ser enfrentadas com ação imediata das forças de segurança, mas também com medidas estruturais dentro das unidades escolares. “Se chamar a polícia, não demora para chegar”, disse.

Como resposta, o governo tem ampliado o modelo de escolas cívico-militares, que, segundo Piveta, já demonstrou resultados positivos em desempenho e organização. Ele afirmou que a unidade envolvida no episódio recente já foi convertida para esse modelo. “O que nós vamos fazer para coibir isso preventivamente é transformar nossas escolas em cívico-militar, para colocar disciplina, hierarquia e respeito”, declarou.

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Durante a entrevista, o governador também criticou o que considera excesso de debates ideológicos dentro das escolas, incluindo temas relacionados a gênero, defendendo que o foco do ensino deve estar na aprendizagem e na formação acadêmica tradicional. A posição, no entanto, integra um debate mais amplo no país, onde especialistas defendem que temas como diversidade e respeito também fazem parte da formação educacional.

Entre avanços e desafios, Mato Grosso apresenta hoje um cenário de transição: enquanto melhora seus indicadores e sobe no ranking nacional, ainda enfrenta dificuldades principalmente no ensino médio e nos anos finais do fundamental. Nesse contexto, o governo aposta na disciplina e na expansão das escolas cívico-militares como caminho para consolidar os resultados e tentar reposicionar a educação pública do estado entre as melhores do Brasil.
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