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“Na democracia tudo é possível e tudo é bom”, diz Otaviano Piveta sobre rumores de candidatura de Blairo Maggi em 2026

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por Nayara Cristina

A corrida eleitoral para o governo do Estado de Mato Grosso em 2026 segue cada vez mais movimentada, com novos bastidores surgindo a todo instante e alimentando as especulações sobre os possíveis nomes que irão disputar o Palácio Paiaguás. Entre os pré-candidatos já postos estão o vice-governador Otaviano Piveta, do Republicanos, o senador Wellington Fagundes, do PL, e o ex-governador Jayme Campos, atualmente no União Progressista. Mas nas últimas semanas, ganhou força novamente um antigo rumor: empresários e lideranças políticas estariam tentando estimular o ex-governador e ex-ministro Blairo Maggi a retornar à política e disputar as eleições estaduais.

A especulação sobre a possível candidatura de Maggi não é nova. Há alguns meses, veículos de imprensa já haviam noticiado a movimentação de empresários que, em encontros com lideranças políticas, ventilavam a possibilidade de “reviver” o nome do ex-ministro como candidato capaz de unificar parte do agronegócio e setores da economia mato-grossense. À época, Maggi negou com veemência qualquer intenção de voltar ao cenário eleitoral. Mesmo assim, nesta semana o assunto voltou à tona após novas publicações em portais locais de notícia, reforçando que empresários e políticos continuam a pressionar pela candidatura.

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Questionado sobre a movimentação em torno de Blairo Maggi, o vice-governador e pré-candidato Otaviano Piveta disse que não tem conhecimento de nenhuma articulação formal nesse sentido, mas ressaltou que o processo democrático permite todo tipo de movimento. “Eu não tenho conhecimento e acho que é impossível. Mas a democracia é isso, tudo é possível e tudo é bom”, afirmou. Piveta ainda destacou que conversas com lideranças, empresários e famílias tradicionais do estado, como os Maggi e os Schaefer, fazem parte do processo natural de construção de alianças. Para ele, esse tipo de articulação é saudável e representa o funcionamento pleno da política.

Apesar das negativas de Maggi e da descrença de Piveta quanto à viabilidade de uma candidatura, o simples fato do rumor circular nos bastidores já provoca movimentações e ajustes estratégicos entre os grupos políticos. Enquanto alguns enxergam no nome de Blairo Maggi a possibilidade de unificar setores e fortalecer a disputa, outros avaliam que sua entrada poderia fragmentar as bases de apoio e enfraquecer pré-candidaturas já consolidadas.

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Por ora, o tabuleiro eleitoral de Mato Grosso segue aberto, com Otaviano Piveta buscando consolidar sua pré-candidatura com apoio do governador Mauro Mendes, enquanto Wellington Fagundes e Jaime Campos também articulam espaços. O boato da volta de Blairo Maggi, mesmo negado, cumpre o papel de acirrar os debates e manter a disputa em constante ebulição.

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Marcelo Maluf lança pré-candidatura ao governo e defende experiência, habitação e atenção social em MT

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*ELEIÇÕES 2026*

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_ Empresário oficializa entrada na disputa pelo Palácio Paiaguás e defende pré-candidatura baseada em experiência administrativa, habitação popular, segurança pública e atenção às famílias de baixa renda_

O empresário Marcelo Maluf oficializou nesta quarta-feira (15) sua pré-candidatura ao governo de Mato Grosso nas eleições de 2026. Durante coletiva de imprensa realizada na sede do Partido Novo, em Cuiabá, Maluf afirmou que entra na disputa com o propósito de contribuir com o Estado a partir da experiência construída ao longo de quase quatro décadas na iniciativa privada.

A decisão, segundo ele, foi tomada após um período de conversas com lideranças políticas, aliados e familiares. O empresário destacou que o projeto nasce sustentado em valores como honestidade, responsabilidade e compromisso com Mato Grosso, estado onde sua família construiu história há mais de um século.

“Após todas essas conversas, decidimos pela pré-candidatura. Uma pré-candidatura baseada em honestidade, uma pré-candidatura baseada em experiência de vida, experiência administrativa principalmente”, afirmou.

Marcelo Maluf ressaltou que, após concluir o processo de sucessão dos negócios da família, se sente preparado para dedicar parte da sua trajetória à vida pública. “Nós atuamos quase 40 anos na vida privada, em várias empresas. Eu já fiz a minha transição para os meus filhos. Então decidimos a partir daí que a gente quer fazer alguma coisa por Mato Grosso. Esse estado que tanto nos deu, que acolheu a minha família há mais de 100 anos”, disse.

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Ao apresentar as prioridades do projeto político, Maluf afirmou que pretende contribuir para que Mato Grosso avance em áreas que impactam diretamente a vida da população, como habitação, segurança pública e políticas sociais voltadas às famílias de baixa renda. Segundo ele, o Estado precisa manter o ritmo de desenvolvimento, mas ampliar o olhar para demandas sociais que ainda afetam milhares de mato-grossenses.

“O governador Mauro Mendes fez um bom governo, o Pivetta também é um governador bem-intencionado, mas eu acho que tem alguns pontos que precisam ainda ser melhorados. Por exemplo, habitação: nós temos um déficit habitacional aqui em Mato Grosso de quase 120 mil casas, principalmente populares”, pontuou.

O empresário também defendeu mais atenção à segurança pública e a construção de uma política social mais estruturada para atender a população em situação de vulnerabilidade. “A segurança pública também não está muito bem definida aqui no Estado. E a questão social também. Eu acho que o governo do Estado de Mato Grosso podia fazer um plano mais definido para essa questão social, para a classe de baixa renda”, completou.

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Ao responder sobre o que o diferencia na disputa, Marcelo Maluf reforçou a experiência acumulada ao longo da vida empresarial e afirmou que pretende levar para a gestão pública uma visão de planejamento e escolha técnica. “São 40 anos trabalhando. Experiência administrativa eu tenho, e muito. O Estado também é uma grande empresa. Você vai colocar as pessoas no lugar certo. Sendo bem administrado, com pessoas capacitadas, Mato Grosso pode avançar ainda mais”, concluiu.

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